Esta semana Jesus comeu um bauru e bebeu refrigerante. Tudo aconteceu quando cheguei à igreja para o culto de domingo passado e encontrei Luan. Ele estava pedindo dinheiro na porta da igreja. “Qualquer trocadinho, para eu comer”, dizia. Menino mirradinho, de cabelos grandes e despenteados, pés descalços e uma crosta preta de sujeira em toda parte visível de sua pele mulata. Seu rosto era sisudo. Meu primeiro impulso foi fazer o que todo mundo faz, quase que por reflexo: ignorar, balançar negativamente a cabeça sem olhar nos seus olhos e seguir meu caminho. Mas minha esposa cutucou meu braço e meu senso de amor ao próximo: “Não pode dar nada a ele?”, questionou. Foi quando parei de enxergar aquele garoto como um incômodo e passei a ver nele o que ele verdadeiramente é: um ser humano, feito à imagem e semelhança de Deus.
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– Você está com fome? – indaguei.
– Estou. – respondeu.
– Você quer que eu te compre algo para comer?
– Quero.
– O que você quer?
– Um bauru. Tem ali na lanchonete x.
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Olhei para minha esposa e minha filha e pedi que elas seguissem para o culto, enquanto eu comprava o sanduíche para o menino. E assim foi.
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Comecei a andar com Luan até a lanchonete, a dois quarteirões dali. E fui puxando papo. Será que eu poderia dizer algo que contribuísse com sua vida e que fizesse a diferença para além de apenas matar momentaneamente a sua fome? Foi quando comentei que eu queria saber de sua vida. E ele, sempre com olhar sério, quis contar. Luan tem 12 anos. Nasceu no Complexo do Alemão, conjunto de comunidades carentes do Rio dominadas pelo tráfico de drogas. Filho de pais miseravelmente pobres, nascido numa família de cinco irmãos, sua história não é muito diferente da de milhares de outros meninos de rua que vivem debaixo das marquises de nosso Brasil. Perguntei há quanto tempo ele estava na rua.
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– Não sei, não lembro.
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Aquilo me impressionou. Ficou claro que Luan morava pelas ruas de Copacabana havia muito tempo. Calculei pelas informações que me deu que havia anos que perambulava pelas ruas.
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Perguntei como era a sua vida. Ele me fez um relato de rasgar um coração, sobre o qual não quero entrar em detalhes. Só me preocupei em ouvi-lo, um luxo que Luan não costuma ter – quem dá ouvidos para uma criança de rua? Quem quer ouvir criatura tão “desimportante” e potencialmente criminosa? Não é o que pensamos ao ver um “pivete” assim? Eu quis que ele falasse sobre sua vida, suas experiências, sua visão de mundo. E, nas minhas respostas, busquei fazer com que ele se enxergasse como indivíduo, como ser humano importante e valioso.
Na lanchonete, nos sentamos e ele pediu um bauru com refrigerante. Enquanto esperávamos a comida ficar pronta, passei a falar. Disse a ele que queria lhe contar a história da minha família. Contei sobre meus bisavôs, que migraram da Itália para o Brasil para ter o que comer, pois viviam em total miséria em sua terra natal – tanto que, quando minha bisavó Cristina morreu, os vizinhos tiveram de fazer uma vaquinha para pagar o enterro. Relatei a Luan a história de meu avô, que, sem estudo, trabalhou a vida toda como camelô, vendendo bilhetes de loteria federal. Com muito esforço, ele foi juntando dinheiro e conseguiu comprar quatro casinhas em Olaria, bairro de subúrbio no Rio de Janeiro, três das quais ele alugava para pagar os estudos de minha mãe. Expliquei a Luan como mamãe ralou a fim de se tornar professora, fazer mestrado, subir na vida e pagar meus estudos e os de meu irmão.
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Em resumo, tudo o que procurei lhe contar foi para que Luan percebesse que, se hoje tenho a possibilidade de ter dinheiro para lhe comprar um lanche, é porque pessoas de minha família não se conformaram com sua situação e se esforçaram, estudaram, trabalharam, foram à luta e, da miséria absoluta, conseguiram construir uma vida digna. Expliquei a Luan que estava contando isso como incentivo para que ele tomasse as atitudes que estão ao seu alcance para mudar sua realidade. Voltar para casa. Ir à escola. Fugir da vida de crimes. Aprender uma profissão honesta. Construir uma vida digna.
Sempre sério, ele ouviu tudo com atenção. Falamos até mesmo da importância da higiene e eu lhe disse que ele poderia tomar banho na igreja, se desejasse. Enfim, falei muito sobre muitas coisas para aquele menino de rua que sonha ser salva-vidas. Até que chegou a sua comida, para viagem.
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– Você promete que vai pensar no que te falei?
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– Prometo. Eu não quero viver na rua, não, moço, nem fazer parada errada. Quero ter meu dinheiro, minha casa e uma esposa. Filhos, não, mas uma mulher, sim.
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Apertei a mão imunda de Luan e lhe disse que, sempre que quisesse, poderia ir à igreja em cuja porta nos conhecemos e perguntar por mim, pois, se ele desejasse sair da rua, bastava falar e a gente se mexeria para ajudá-lo e tornar isso possível. Com o rosto sério como sempre, ele agradeceu, pensativo. E nos despedimos. Saí e parei na calçada, esperando o sinal de trânsito abrir, olhando Luan ir embora na direção oposta.
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Naquele momento, me vieram à mente aqueles pensamentos que assolam todos nós numa situação como essa: será que fui um otário? Será que algo do que falei adiantou de alguma coisa? Será que ele só me ouviu para ganhar a comida e se lixou para tudo o que eu disse? Será que, ao alimentar aquela criança, eu incentivei a mendicância e ajudei a piorar o problema? Será que perdi meu tempo? Dúvidas como essas inundaram meus pensamentos. Até que…
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Subitamente, Luan, já distante, parou. Olhou para trás. E, pela primeira vez, sorriu. Luan sorriu em minha direção e acenou com a mão, dando tchau. Eu sorri de volta e acenei com a mão no ar, enquanto ele prosseguia em seu caminho. Esse gesto de Luan teve um enorme significado. Se tudo aquilo foi inútil e ele só queria mesmo o prato de comida… não precisaria ter se virado. Muito menos dado aquele sorriso inédito. Percebi que seu gesto foi fruto de uma conexão verdadeira que se estabeleceu entre nós – algo que acontece sempre que um ser humano mostra para outro ser humano que ele é valioso e importante.
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Definitivamente, Luan  não precisava ter se conectado a mim por meio do sorriso e do aceno. Afinal, ele já tinha conseguido a comida. Foi quando percebi que, de algum modo, aquela conversa de fato teve nem que seja um pequenino efeito sobre a vida daquele menino, que o fez pensar em mim a ponto de interromper sua caminhada e buscar uma última conexão comigo – ou, melhor, com aquilo que representei para ele naquele momento.
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Voltei para a igreja. Cheguei quase no final do louvor, o que gerou uma certa culpa, mas, então, me dei conta de que, naquela meia-hora, Deus havia sido louvado por meio de minha vida como poucas vezes antes.
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Gosto de conversar sobre teologia. Faço isso com frequência. Mas, naquela meia-hora, tudo o que vivo discutindo intelectualmente com meus amigos ou mesmo com gente que não concorda com minhas opiniões teológicas caiu para segundo plano. Naquela meia-hora pelas ruas e em uma lanchonete de Copacabana, as discussões teológicas e ideológicas sobre Missão Integral ser ou não um caminho biblicamente ideal, sobre a oposição política entre a esquerda e a direita, sobre a intervenção militar no Rio de Janeiro e a violência, sobre as causas e as soluções para a miséria, enfim, todas as minhas discussões intelectuais sobre temas que têm a ver com a realidade de gente como Luan se resumiram a uma coisa:

“Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: ‘Venham, vocês que são abençoados por meu Pai. Recebam como herança o reino que ele lhes preparou desde a criação do mundo. Pois tive fome e vocês me deram de comer. Tive sede e me deram de beber. Era estrangeiro e me convidaram para a sua casa. Estava nu e me vestiram. Estava doente e cuidaram de mim. Estava na prisão e me visitaram’. Então os justos responderão: ‘Senhor, quando foi que o vimos faminto e lhe demos de comer? Ou sedento e lhe demos de beber? Ou como estrangeiro e o convidamos para a nossa casa? Ou nu e o vestimos? Quando foi que o vimos doente ou na prisão e o visitamos?’. E o Rei dirá: ‘Eu lhes digo a verdade: quando fizeram isso ao menor destes meus irmãos, foi a mim que o fizeram.’” (Mt 25.34-40).

Por que estou lhe relatando essa história e deixando minha mão esquerda saber o que minha direita fez? Porque gostaria imensamente que você vivenciasse o que vivi naquela meia-hora. Muitos cristãos acham que a emoção maior da vida com Deus é sentir arrepios na hora do louvor, saltitar de alegria com uma boa pregação e coisas assim. Se é o seu caso, permita-me dizer-lhe que não há emoção espiritual maior do que dar um bauru a Cristo manifestado na forma de uma pessoa imunda e faminta. Mais do que isso: instruir essa pessoa, ajudá-la a evoluir, fazer algo concreto no sentido de que ela cresça e consiga mudar a trajetória de sua existência.

Amar os necessitados e agir em favor deles não tem nada a ver com a sua ideologia política, com ser de esquerda ou de direita: tem a ver com quanto você vive a caridade cristã em sua vida, como decorrência do amor que há em seu coração. “Se um irmão ou uma irmã necessitar de alimento ou de roupa, e vocês disserem: ‘Até logo e tenha um bom dia; aqueça-se e coma bem, mas não lhe derem alimento nem roupa, em que isso ajuda? Como veem, a fé por si mesma, a menos que produza boas obras, está morta” (Tg 2.15-17). Lembre-se, sempre: nenhum pequeno gesto, nenhuma palavra de edificação, nenhum copo d´água são pouca coisa para alguém em necessidade quando é feito com amor cristão.
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Você poderia me perguntar: e por que você não aproveitou e evangelizou aquele menino? E eu lhe responderia: e não foi exatamente isso o que eu fiz ao alimentá-lo, amá-lo com conselhos práticos para uma mudança de vida, ouvi-lo com real preocupação e interesse por sua vida? Enquanto esperávamos o bauru ficar pronto, perguntei a Luan o que mais entristecia seu coração. Ele respondeu: “Quando as pessoas passam por mim e fingem que não estão me vendo”. E eu, um cristão que se encontrou com ele na porta de uma igreja, me importei não só em olhar para ele, mas, também, em querer saber o que se passava no seu coração e em dar-lhe dignidade como ser humano. Será possível que alguém é capaz de achar que isso não disse a ele nada sobre o amor cristão?
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Amar como Cristo amou não exige muito. O cristianismo é descomplicado. O evangelho se traduz em pouca coisa. A teologia acadêmica só faz sentido se você é capaz de pegar tudo o que aprendeu ao longo de quatro ou mais anos de estudos e usar tudo aquilo para comprar um bauru para uma criança faminta. Faça isso! Não deixe de se aprofundar na fé, na teologia, no conhecimento das doutrinas centrais dos ensinamentos de Cristo; mas se não conseguir botar o pé no chão e traduzir toda a sua bagagem de conhecimentos em dar pão a quem tem fome, dar água a quem tem sede e chorar com quem chora… todo tempo, dinheiro e energias investidos em aquisição de conhecimento foram vaidade e correr atrás do vento.
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A verdade, meu irmão, minha irmã, é que, sim, eu dei comida a Luan naquele dia. Mas quem saiu maravilhosamente bem alimentado daquele encontro fui eu. E quem saiu de lá glorificado foi aquele que concede a mim e a você a dádiva de conseguir derramar uma lágrima quando o nosso próximo sente fome, sede, dor, frio e tristeza. Porque eu desconfio seriamente que o sorriso que recebi ao final do meu encontro com Luan veio diretamente dos lábios de Jesus de Nazaré…
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comentários
  1. Laércio Rocha disse:

    Bom dia, Paz do Senhor Jesus.
    Como é gostoso chegar no trabalho abrir o e-mail e dar de cara com um texto maravilhoso como esse, uma experiencia real, emocionante e de Deus. Deus continue te abençoando Maurício.

    • Oi, Laércio,
      .
      fico feliz que Deus falou ao seu coração por meio desse texto, meu querido, Deus o abençoe sempre mais. Passe a mensagem adiante!
      .
      Abraço fraterno,
      mz
      facebook.com/mauriciozagariescritor

  2. Salvador Daniel disse:

    choro por dentro, so de eu lembrar de tanta gente que eu rejeitei na rua, as vezes sou cego em tudo, nao percebo de nada quando passo de momento como esses. Parabens irmao mauricio esse texto falou comigo hoje, vou mudar de vida, vou buscar Jesus de verdade, estou arrependido de tudo que eu fiz…

    • Salvador, oi,
      .
      só ler essas suas palavras já fazem o esforço em escrever o texto valer a pena. Bendita seja a tua vida, querido. Passe a mensagem adiante, para que possamos disseminar o amor.
      .
      Abraço fraterno,
      mz
      facebook.com/mauriciozagariescritor

  3. Salvador Daniel disse:

    Eu choro por dentro, so de eu lembrar de tanta gente que eu rejeitei na rua, as vezes sou cego em tudo, nao percebo de nada quando passo de momento como esses. Parabens irmao mauricio esse texto falou comigo hoje, vou mudar de vida, vou buscar Jesus de verdade, estou arrependido de tudo que eu fiz…

  4. GUILHERMINA CORREIA disse:

    Olá Irmão Maurício !!!
    Estou maravilhada com a sua Mensagem de Hoje.
    Esse é o Verdadeiro AMOR DE DEUS.
    Tal como indica nas passagens Biblicas que refere. ( Mateus e Tiago ).
    Que linda História, talvez um dia tenha mais notícias dessa criança, que precisa tanto de JESUS,
    e que se venham a encontrar novamente, pois a semente ficou LÁ !!!
    Que tenhamos TODOS essa mesma ATITUDE. AMÉN.
    Um abraço da irmã

    Guilhermina Correia – Lisboa – Portugal
    lxcorreia@sapo.pt

    • Olá, Guilhermina,
      .
      louvo a Deus por teu coração amoroso, que transborda ao ler um relato assim. Passe adiante a mensagem e caminhemos, juntos, rumo a um futuro melhor.
      .
      Abraço fraterno,
      mz
      facebook.com/mauriciozagariescritor

  5. Rafael Nóbrega disse:

    Maurício Zágari, somente gostaria de lhe dizer uma coisa… obrigado por compartilhar algo tão especial…

  6. LUCIANA CASSANI disse:

    Texto maravilhoso, como é de costume! Amo acompanhar suas reflexões sobre a vida, e ver que, nos mínimos detalhes, revelamos a imagem e semelhança de Deus!

    • Oi, Luciana,
      .
      fico muito agradecido a Deus por saber que as coisinhas que compartilho pelos textos do APENAS fazem morada em seu coração. Obrigado pelo carinho de compartilhar, o que nos anima a prosseguir. Deus a abençoe sempre e mais.
      .
      Abraço fraterno,
      mz
      facebook.com/mauriciozagariescritor

  7. Érika Cristina Eduardo dos Santos disse:

    Parabéns Zágari,
    Acompanho seus textos pelo email, e hoje resolvi vir dizer como eles tem sido edificante, são muitos que silenciosamente crescem com eles.
    Obrigado por permitir ser canal de benção pra nossas vidas!
    Que o Senhor continue te iluminando sempre.
    “Quem trata bem os pobres empresta ao SENHOR, e Ele o recompensará regiamente!”
    (Provérbios 19:17)

    • Oi, Érika,
      .
      muito obrigado pelo seu encorajamento, os textos que escrevemos são como sementes que lançamos no ar, sem saber onde cairão e, mesmo, se gerarão frutos. Feedbacks como o seu nos animam a prosseguir, agradeço demais. E obrigado, ainda, por suas tão preciosas e importantes orações.
      .
      Abraço fraterno,
      mz
      facebook.com/mauriciozagariescritor

  8. bruaolex4 disse:

    Acho que caiu um cisco no meu olho…

  9. Maurício, que relato emocionante e sincero. Relatos assim me esmagam e mostra pra mim que ainda estou distante do ideal desejado por Deus em sua palavra, obrigado por compartilhar esse relato, eu e minha esposa lemos e nos sentimos muito tocados. Que Deus te abençoe e nos ajude sempre a levar esse amor de Cristo para as pessoas com sinceridade e simplicidade de coração.

    • Maxon, oi,
      .
      todos estamos distantes do ideal, o que simplesmente mostra quão correta é a Escritura e quão necessitados de Deus e de sua graça nós somos.
      .
      Obrigado pelas palavras incentivadoras, querido. Passe a mensagem adiante.
      .
      Abraço fraterno,
      mz

  10. Queila disse:

    Que linda experiência! Que Deus te abençoe meu irmão.

    Eu fico apenas com uma dúvida sempre que alguém usa o texto de Mt 25.34-40. Quando Jesus menciona “quando fizeram isso ao menor destes MEUS IRMÃOS, foi a mim que o fizeram” Não estaria ele se referindo ao corpo de Cristo? nossos irmãos e irmãs que fazem parte da igreja do Senhor? pois fico pensando se Jesus chamaria de irmão um criminoso na cadeia, um morador de rua que vive nas drogas, uma prostituta… enfim, qualquer pessoa que ainda não se arrependeu de seus pecados e nem reconhece Cristo como seu salvador.

    É apenas uma dúvida.

    Abraços!
    Queila

    • Oi, Queila,
      .
      eu acredita que a resposta está na parábola do bom samaritano. Medite nela e se pergunte: quem é o próximo a quem devemos amar?
      .
      Abraço fraterno,
      mz

    • GUILHERMINA CORREIA disse:

      Olá Irmão Maurício !!!
      Obrigado pelas Mensagens que me tem enviado dos comentários de ´´ AME COMO JESUS AMOU ´´.
      Que todos possamos amar a TODOS, como JESUS nos ama. AMÉN.
      E que TODOS sejam tocados por esse AMOR.
      Abraço da irmã em CRISTO
      Guilhermina Correia – Lisboa – Portugal

  11. Edilson Gavazzi disse:

    Maurício, fiquei extremamente emocionado com essa sua história. Esse é o verdadeiro evangelho. infelizmente no mundo que vivemos as pessoas se preocupam somente com si mesmas. Mas os evangelhos nos mostram um Jesus exatamente igual a linda história que você contou. Parabéns meu irmão, isso é ser Cristão.

  12. Marcilene disse:

    Bom dia pastor, Deus abençoe sua vida! Que possamos despertarmos para esse verdadeiro Evangelho…Um abraço.

  13. herique miguel disse:

    ha mauricio esse texto é sem dúvidas um dos melhores textos que eu li ,nesse cinco anos em que acompanho o seu blog,parabéns.

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