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Assisti absolutamente estarrecido aos telejornais na sexta-feira passada. As imagens da barbárie que foi a violência em diferentes cidades do Brasil, com atos de vandalismo, depredações, ofensas, agressões, confrontos, roubos de lojas, ataques a bancos e o cerceamento do direito de ir e vir dos cidadãos de bem me deixaram paralisado e de olhos marejados. O país que eu amo está em uma guerra civil descontrolada. Quando manifestações pacíficas por causas sociais justas degringolam e viram um caos primitivo e sanguinário é sinal de que o país precisa urgentemente de socorro. Assisti ao pronunciamento de nossa presidenta, em cadeia nacional de rádio e TV, em que ela desfilou uma lista bastante colorida de ações que pretende tomar para resolver os problemas. Achei tudo ótimo. Afinal, quem não gostaria, por exemplo, de ver todos os royalties do petróleo destinados à educação? Sou filho de professores do estado aposentados, há décadas anseio por escolas públicas melhores. Em 1987 fui às ruas – em manifestações pacíficas – pedir por isso e pela meia passagem para estudantes. Eu fui um cara-pintada da era Collor. Só que, depois de ouvir as possíveis soluções de nossa presidenta com um pouquinho de alegria dentro de mim, meu lado reflexivo me lembrou de uma triste realidade: nada do que ela propõe vai resolver nada.

Parei para pensar, quando terminou o show dos telejornais, que o que está acontecendo pelo Brasil afora não é um “a que ponto chegamos”, mas sim um “e lá vamos nós de novo”. O que vi na TV foi Caim matando Abel. Sodoma se corrompendo. Exércitos destroçando os povos vizinhos na antiga Palestina. Davi assassinando Urias. Diná sendo estuprada. Sansão estraçalhando filisteus. A Babilônia pondo Jerusalém abaixo. Jefté matando a própria filha. Jael cravando a cabeça de Sísera no chão com uma estaca. Jacó enganando seu irmão e seu pai e sendo enganado pelo sogro. Os irmãos vendendo José como escravo. Os primeiros cristãos sendo atirados aos leões. Inocentes queimados na fogueira da Inquisição. A igreja corrupta vendendo indulgências. As guerras entre católicos e protestantes. O papa de Roma amaldiçoando o patriarca de Constantinopla e o patriarca amaldiçoando o papa. As trevas da Idade Média. A corrupção do clero. O holocausto nazista. As invasões bárbaras. A Jihad islâmica. O martírio dos huguenotes na Guanabara. Índios dizimados. Negros escravizados. Pedofilia de padres. Teologia da Prosperidade de pastores. Gays querendo matar cristãos e cristãos querendo apedrejar gays. Cristãos ofendendo cristãos nas redes sociais.

Sim, minha conclusão, ao final dos telejornais, foi a mesma de Salomão três mil anos atrás: “O que foi é o que há de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer; nada há, pois, novo debaixo do sol. Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Não! Já foi nos séculos que foram antes de nós.” (Ec 1.9-10). Porque tudo o que está acontecendo no Brasil tem uma única causa, uma única explicação, uma única origem. Que é a mesma para toda essa lista de barbaridades e atos de violência que ocorrem desde que um homem chamado Adão e uma mulher chamada Eva caminharam sobre a terra:

Pecado.

Fiquei estarrecido, chocado, emocionado e abatido por tudo o que vi na TV. Mas não fiquei surpreso. Pois sei bem do que nós, seres humanos, somos capazes. Eu e você somos portadores dessa gangrena espiritual chamada pecado, que gera em nós sintomas como os que estão se manifestando entre as hordas de monstros que disseminaram a barbárie nos últimos dias pelo Brasil. Sim, o pecado faz de nós animais, bestas selvagens cuja única racionalidade é a irracionalidade. Todo pecado faz isso, todo. Eu ouvi cético às explicações dos jornalistas, comentaristas e entrevistados sobre as causas dos atos de brutalidade ocorridos em Salvador, Belém, Rio, São Paulo e tantas outras cidades. As análises são todas muito interessantes, mas a verdade é que a raiz de tudo o que vi, cada vidraça quebrada, cada gota de sangue derramado, cada poste derrubado, cada cabine da polícia incendiada… é esse terror invisível que carregamos dentro de nós chamado pecado.

E, por mais que tenha ficado alegre com as medidas que a presidenta diz que tomará, no fundo sei que nada adiantará. Porque tudo o que é feito no âmbito social fica no exterior do homem e, portanto, é paliativo. Qualquer atitude que se tome só vai amainar as coisas, nenhuma solução humana é solução. Pois o problema, a raiz, a origem de tudo isso é o pecado. E pecado não se resolve com canetadas, decretos ou mobilizações sociais. Só se resolve com Jesus de Nazaré.

Diante disso, fiquei pensando: qual é o nosso papel, como cristãos, diante desse cenário infernal que viraram nossas ruas? O que a Igreja (eu e você) devemos fazer? Organizar manifestações? Emitir notas públicas de repúdio? Eleger mais pastores em cargos públicos? Gritar palavras de ordem? Criar hashtags no Twitter? Escrever mais posts sobre a violência no Brasil em blogs? Nada disso. Tudo isso é correr contra o vento. Simplesmente porque nada disso elimina o pecado da humanidade. Se a Igreja quiser ser Igreja tem de lutar com as armas de quem foi “chamado para fora”. Ou seja: tem de lutar com armas diferentes das que usam os que “estão dentro”. Deixemos as marchas, passeatas, entrevistas coletivas, notas oficiais em sites institucionais e outras coisas do gênero para a sociedade não cristã. O nosso papel é proclamar Cristo. Pregar o evangelho. Anunciar as boas novas de salvação.

A lógica é simples e existe há dois mil anos: só existe uma cura para o pecado. O remédio se chama Jesus. Eu e você sabemos disso. O mundo não sabe. Por isso temos de levar essa cura aos que estão doentes. Contra os violentos levemos o Príncipe da Paz. Contra os sanguinários levemos o manso Cordeiro. Contra os depredadores levemos o reconstrutor. Contra os que matam levemos quem dá vida. Os royalties do petróleo não vão salvar do pecado os baderneiros mascarados. Nem bombas de gás lacrimogêneo. Tampouco tropas de choque. Projetos sociais menos ainda. A Copa do Mundo também não. Grupos de trabalho da presidência não tiram o pecado do mundo. Toda solução possível é apenas assoprar o ferimento, não arranca a raiz do problema.

Propor Jesus como solução para a crise no Brasil não é ser simplório. Não é ser ingênuo. Não é espiritualizar uma realidade concreta. Não é ser bobo. Propor Jesus como a solução do caos no Brasil é ser bíblico. É ser cristão. É propor a única cura possível para a única causa de tudo o que está acontecendo. Quer colaborar para o fim da violência em nosso país, meu irmão, minha irmã? Pregue a Cristo, e ele crucificado. Anuncie o evangelho verdadeiro. Proclame a salvação da cruz. Abra a boca! Homens livres do pecado, redimidos, restaurados, nascidos de novo não depredam, não roubam, não batem, não apedrejam, não incendeiam, não agridem, não ofendem, não machucam, não brigam, não matam. Homens livres do pecado são pacificadores, humildes de espírito; têm domínio próprio, amor, benignidade, bondade, olhos meigos e um tom de voz suave. São a imagem de Cristo.

As imagens da violência e da brutalidade em nosso país conclamam a mim e a você para a ação (recomendo a leitura do post “É tempo de orar”). Mas, se eu e você somos cristãos, a nossa ação não pode ser a mesma do mundo. O mundo sabe organizar manifestações, fazer grupos de trabalho e convocar mais policiais. Deixe o mundo fazer o que o mundo sabe fazer, pois essas são as soluções que ele conhece. Eu e você temos de fazer aquilo que o mundo não sabe: proclamar Deus. Brilhar a luz de Cristo nas trevas. Apresentar a cruz. Você é um embaixador do reino. Então aja como tal. O pecado está pondo as garras para fora e todos estão vendo, pois está sendo exibido em rede nacional de TV. Mas será que alguém está vendo Jesus? Não, não está. Porque isso os telejornais não mostram. Logo, mostrar Cristo e divulgar sua mensagem compete a mim e a você.

E aí, o que você vai fazer a esse respeito? Ver mais um jogo de futebol?

Paz a todos vocês que estão em Cristo – para que possam levar essa mesma paz a todos aqueles que não estão.
Maurício

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comentários
  1. Jose Junior disse:

    A paz de Deus nobre amigo.

    No início desse mês recusei o convite de um amigo/irmão para irmos a uma passeata aqui na cidade. A pauta era proclamar que a Igreja não ficaria calada diante de algumas leis anti-bíblicas que estavam sendo aprovadas no Congresso.

    Argumentei que não adiantaria nada a gente esbravejar naquele gramado, aos olhos da mídia, e no dia-a-dia continuássemos calados diante do pecado “in loco”.

    Eu acredito que é em nosso ambiente, no trabalho, na escola, faculdade e em qualquer lugar que estejamos que devemos “fazer demonstração do que pensamos e quem somos”.

    Confesso que sou falho nisso, e justamente por ser assim que me achei indigno de querer demonstrar uma coisa “ao mundo” se eu não a pratico de forma contínua diante dos meu próximo.

    Eu tenho orado para conseguir ser luz e sal de forma aprovável por Deus. Tenho lutado contra minha natureza humana e sigo clamando pela graça de Deus em minha vida. Leva tempo, mas creio que hei de conseguir.

    São meditações na Palavra de Deus, orações, reflexões em textos como os que você escreve, e leitura de bons livros que tem aberto a minha mente e me feito mais sensível a causa do evangelho.

    No demais, sua inquirição esta corretíssima. Deus te abençoe ricamente.
    Louvo a Deus por mais uma orientação à minha vida.

    Abraço fraterno,
    José.

  2. Marcia B S da Silva disse:

    Rm 3.23; Rm 6.23

  3. marciaamaral disse:

    Agradeço a Deus por sua vida!! Concordo contigo em gênero, número e grau. Tenho convocado o povo tanto de um ministério que faço parte (Gideões Internacionais no Brasil – Distribuição de Novos Testamentos em escolas, quartéis, hotéis, hospitais…) e o povo da igreja a intercederem por nossa nação.
    E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra. 2 Cron. 7:14
    Orar, buscar, humilhar são as chaves para que a nação sare!
    Verdadeiramente não serão os decretos, medidas provisórias, leis, reuniões emergenciais que trarão a solução!
    Verdadeiramente será nosso clamor, nossa oração, nossa intercessão!!!
    Que vidas sejam salvas através de nossas vidas!! Que possamos ser verdadeiras testemunhas de Cristo para ganhar outros!!! Que sejamos verdadeiramente cristãos, semelhantes a Cristo, para a salvação dos povos!!
    Graça, Paz, Misericórdia sobre ti!

    • Olá, Marcia,
      .
      fico feliz que você compartilhe desse pensamento. Temos que ser cristãos em tudo, a todo momento, em toda situação. É uma luta que se vence no joelho, nao nas ruas.
      .
      Você faz parte dos Gideões, que coisa linda. É um dos ministérios mais admiráveis que há.
      .
      Uma alegria ler um comentário tão espiritualmente maduro.
      .
      Deus te abençoe muito! Na graça que nos basta,
      mz

  4. Dayana disse:

    Sabe, uma das mensagem de João Batista era: “E também, agora, está posto o machado à raiz das árvores …Mt 3.10a.” João com essa mensagem queria dizer que nada seria mais tratado superficialmente, e isso se confirmou nos ensinamentos de Cristo, por exemplo, adultero não seria só aquele que chegasse a consumar o ato, mas aquele que olhasse para um mulher com intenção impura; o homicida não seria só aquele que estendesse a mão para tira a vida do seu próximo, mas qualquer um que abrigasse ódio em seu coração cometia o mesmo pecado. Aprendemos com esses ensinos, que esse machado vindo de Deus, não estava mais interessado em derrubar os frutos de uma natureza pecaminosa, mas sim, ir direto no “x” do problema, a raiz, é por isso que o novo nascimento (ser uma nova arvore, com uma nova raiz), só é efetivado quando as perspectiva for de acordo com a vontade de Deus. Sei que muitos, dos que estão em passeatas de protesto não entendem nada do que João profetizou e Jesus confirmou, mas nós que julgamos entender alguma coisa do reino (assim penso eu), sabemos que nada disso irá sanar o mal da corrupção no Brasil, que tem origem na natureza caída do homem. Só Jesus pra converter o “Jeitinho Brasileiro” em o Jeitinho de Deus, aliás, é bom ressaltar que o nosso país socialmente se encontra dessa maneira por causa desse dito “jeitinho” que aplaude quem rouba no que consideram coisas pequenas, como não devolver o troco a mais recebido, mais fica profundamente ressentido quando o roubo é em escala maior, como nos cofres públicos. Enfim, só nos resta orar e clamar por um país melhor, que tenha Cristo como seu senhor. Parabéns pelo texto Mauricio, que Deus conserve sua visão e coração na ótica do reino, e nós, seus leitores, estamos aqui para juntos nos edificarmos mutualmente.

  5. Dalva disse:

    Olá Mauricio;
    Tenho acompanhado toda essa depredação no meu Brasil querido e fico triste.
    Entretanto, esse seu desabafo é a única coisa sensata que li nas noticias até agora.
    Faço minha as suas palavras, como sempre tu tens o remédio certo para as nossas dores, seja abençoado.
    Meu irmão está em Petrópolis, neste momento em Teresópolis…posso passar o telefone para combinarem para ele lhe entregar a encomenda que mandei para ti, para sua colecção…Posso mandar pelo face via mensagem se preferir… ou…poderá deixar na sua Igreja em Petrópolis fica no Quitandinha não é? Perto da Casa de Portugal? Fica mais cómodo para ele, ou se quiser aguardar e encontrar no consulado português ele vai lá para o mês que vem autenticar uns documentos…ai é com o Mauricio…qualquer coisa é só dizer…abração, ando ocupada com as provas mas sempre que posso passo por cá a ler suas mensagens.
    Beijinhos na família.
    Dalva Loureiro

    • Oi, Dalva, tudo bem?
      .
      De fato foi muito triste tudo o que houve. Graças a Deus parece ter cessado agora. Vamos orar, agir e aguardar.
      .
      Quanto ao seu irmão, nao precisava se preocupar, sinto-me honrado com seu carinho. Na verdade Petrópolis e Teresopolis são outras cidades. Se ele puder marcar para quando vier ao Rio seria mais fácil de nos encontrarmos. Confesso que tem muitos anos que nao vou a uma dessas duas cidades. Pode passar meu e-mail para ele e combinaremos, está bem assim? Ficarei feliz de conhecê-lo.
      .
      No amor que nos une em Cristo,
      mz

  6. LUCIA HELENA disse:

    A paz irmão!Seria redundante mencionar o que fizeram aqui em Brasília e Goiás,mas uma coisa tenho certeza,que a VERDADE nem sempre é bela e enfeitada,mas essa VERDADE que para nós é o CAMINHO e a VIDA nunca será redundância proclamar.

  7. anobre77 disse:

    E aí meu irmão, tudo bem?

    Pois é Maurício, sem sombra de dúvidas estamos vivendo dias históricos; você representou bem com a ilustração das quedas do homem desde o princípio. Nada de novo debaixo do sol … boa essa!!
    Sabemos que milhares de pessoas querem justiça, mas usam o parâmetro da justiça humana como modelo e aí sabemos o que acontece… “Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de Deus.”(Rm 10:3) …
    Mas nós, cristãos, conhecemos pela Palavra a justiça de Deus, e por ela, com ela, devemos lutar.
    Acho válido as manifestações; mas não podemos usar o molde errado, pois o resultado pode servir de vergonha e não de honra…

    Abração mano … e vamos juntos na nossa manifestação … silenciosa … porém eficaz em Cristo!!

  8. Lelis disse:

    E além disso, de nada adianta todas as mudanças, todo o investimento duplicado ou triplicado, a troca de cada sujeito do congresso nacional…… já que o mal está no coração de cada um, a semente da desonestidade, da corrupção do pecado está dentro de cada homem e de cada mulher. O mundo NUNCA vai ascender, a tendência é somente descender. Façamos o que Jesus mandou e esperemos n’Ele. É triste ver nosso país nessa situação, mas não esqueçamos que não somos daqui, nossa casa verdadeira é justa, e o noivo simplesmente o Rei dos Reis!
    A paz.

  9. Juliana disse:

    Estava esperando que você fosse escrever mesmo sobre esse assunto, que entre os evangélicos, muitas vezes da mesma igreja, gerou bastante divergência.
    Sei que é fundamental que nós cristãos oremos por nosso país, sempre! Estando nessa situação ou não.
    Mas hoje vejo também a necessidade de exercemos nosso papel de cidadão em meio a tudo isso. Enfim, sou a favor dos protestos (é claro, pacíficos), pela situação em que o nosso país se encontra. Nosso custo de vida é altíssimo e eu sinto na pele a dificuldade de começar a minha vida em meio tanta inflação, de não poder contar com o sus, nem com educação decente. Não preciso citar motivos, sei que você também passa por isso querido.
    É claro que em meio à multidão sempre haverá os mal intencionados, que vão para fazer baderna e depredar, também tem os oportunistas, que aproveitam o tumulto para roubar, etc.
    Mas acredito que nós podemos sim ir à rua para exigir nossos direitos, tendo muito discernimento, tomando cuidado para não sermos injustos, ou gritarmos sem saber o que estamos dizendo. Sempre de forma pacífica.
    E sabendo que, como você disse, que para nós que somos evangélicos, as medidas são ‘paliativas’ em busca de uma forma melhor para vivermos nossa vida terrena, sabendo que só teremos paz real, junto ao pai na glória, em nossa vida eterna.
    Grande abraço e muito obrigada por essa reflexão!

  10. Ayres Balbino dos santos filho disse:

    A análise de conjuntura nacional pela perspectiva cristã de Zágari, muito lúcida também numa visão político-social, embora não seja o foco de seu artigo, serve na verdade para refletirmos o caos social no mundo de forma geral. Lembrei da canção de Caetano Veloso que diz:- “Alguma coisa está fora da ordem, da nova ordem mundial” (…) ordem essa, carente ou desprovida do caminho, da verdade e da vida, que é o Nosso Senhor Jesus Cristo. É essa máxima, que precisa está introjetada na ÂNIMA de cada cidadão, seja na Turquia, na Síria, na Palestina, nos páises da zona do Euro, nos Estados Unidos, na Coréia, na China, enfim… no planeta. (Não falo de religião alguma, que isso fique muito claro, a exemplo, dos manifestantes pacíficos que não querem saber de partidos políticos). Falo aqui de Jesus Cristo e isso é tudo.
    Os líderes mundiais fazendo valer seu papel, os cidadãos os seus. E assim, perseguirmos um equilíbrio do status quo, mas sabemos que é o homem que faz tudo isso, e o que é feito pelo homem não é confiável, não é seguro, não é perfeito e é aí que entra Deus. Porque quando não há mais nada o que fazer, quando tudo está perdido… Só há uma solução: o poder e a misericórdida de Deus.

  11. Bianca disse:

    Lindooooooooooooooo e sábio um dia ainda vou escrever assim!!!!!……compartilhei no meu face!!!!! Deus te abençoe :)

  12. Alciane disse:

    Infelizmente zagari, as pessoas estão mais preocupadas com as coisas do mundo e se esquecendo da Palavra de Deus. corremos atrás de posição social e esquecemos da essencia de Cristo, Jesus nos chama para transformar nossos corações e nossas vidas, smuitas vezes esquecemos de fazer a vontade de Deus e fazemos as nossas próprias vontades, os maus desejos vem de nossos corações duros, nossa natureza humana está sempre em guerra com a nossa natureza espiritual, todos os dias preciso me arrepender e buscar a Jesus de todo o coração para continuar lutando contra minha natureza humana. Em I Ts nos fala que o dia do SEnhor chegará como um ladrao, mas nós que conhecemos e vivemos a palavra não podemos ser pegos de surpresa, precisamos estar alertas, aqui nos fala que Deus não nos escolheu para sofermos o castigo da sua ira, mas para nos dar a salvação por meio de Jelsus Cristo, que promessa maravilhosa não é??? As coisas infelizmente vão acontecer mas que possamos continuar levando a palavra a todos que ainda ñ conhecem e continuarmos firmes no propósito de Cristo.
    Bjs mano.

  13. Greize disse:

    Sou totalmente contra a violência e o vandalismo, sei que a mídia também focou só nisso.Teve manifestações pacíficas sem violência alguma, mas isso não dá ibope.Sei que tudo acontece com a permissão e soberania de Deus.

    Mas eu fico na dúvida, se votamos hoje se deve a Diretas já, não?!Algumas coisas foram conquistadas com lutas!

    Acho que algumas manifestações, vão pessoas querendo um país e mundo melhor, sabemos sendo cristãos que o mundo é caído, e que “mundo melhor”, só na Eternidade,mas somos cidadãos também.

    Foi bom ver o Brasil não pensar só em futebol, eu nunca vi brasileiro em plena copa, fazer isso.
    Mas como cidadãos e cristãos devemos cada um fazer sua parte, como eu li:
    “Se você fura fila, se você suborna guarda de trânsito, se você troca seu voto por favores, se você tira vantagem dos outros por se achar mais ‘esperto’, se você recebe um troco a mais e não devolve, se você pra tudo na vida dá um jeitinho… você em nada difere dos políticos corruptos deste país. Eles são apenas um reflexo seu”.
    Cada um faça sua parte seja luz no dia a dia.
    Ah, a presidente deu um anúncio na tv, sem legendas e interpretes para surdos.
    Temos que lutar por isso, onde?
    Nas Urnas, pedindo Leis e em oração.Só a Graça!
    A paz.

  14. Eduardo Amaral disse:

    Mas irmão Zágari…
    Como pode-se abrir mão de colaborar com um movimento desse? Eu não fui em nenhuma manifestação, mas dizer que esse não é nosso papel como cristãos não é forçar a barra? Ouvi recentemente muitas vezes essa ideia na semana passada; mas, sinceramente, me parece semelhante à atitude que o sacerdote e o levita (da parábola do bom samaritano) tiveram diante do moribundo no chão, só que ao invés de irem embora sem falar nada, apenas diriam para ele “tudo bem, vamos orar para você sair dessa”.
    Cooperar com essas reivindicações não seria justamente lutar contra a injustiça e a opressão (Is 58.5,6) e realizar umas das tantas boas obras que Deus nos preparou para realizarmos (Ef 2.10)?

    • Olá, Eduardo,
      .
      entendo teu posicionamento, querido. Permita-me refletir a partir dele.
      .
      Me parece que você nao captou muito bem o que eu disse no texto. Se você reler verá que eu disse que o movimento é legitimo. A minha critica foi à violência dos grupos que participaram e agiram daquele modo bárbaro. Por favor, releia o texto atentando a isso.
      .
      A analogia com a parábola do bom samaritano nao se aplica, querido, por uma razão elementar: nao houve propósito de nenhum dos personagens de orar pelo moribundo. Cada um foi cuidar de si. Creio que temos de parar com a ideia de que orar é “só” orar. A oração é um instrumento magnífico de relacionamento com Deus. Jesus orou o tempo todo. Jesus nos ensinou e instou a orar. “A oração do justo muito pode em seus efeitos”. Desprezar a oração como a atitude de uma pessoa passiva é desprezar tudo o que a Biblia ensina. Ana orou e concebeu. Moisés orou e milhares foram poupados da morte. Davi orou e foi perdoado. Salomão orou e recebeu sabedoria. E por aí vai. Oração nao é uma desculpa, mano, é uma atitude consequente e eficaz – que, infelizmente, tem sido abandonada pela Igreja em nome do ativismo. E, se você parar para pensar, isso é assumir para si a responsabilidade, pois parece que Deus nao fará nada se “apenas”orarmos. Oração é solução e em muitas circunstancias é muito mais eficaz que qualquer atitude humana.
      .
      Apesar disso, você vai notar que em momento algum de meu texto digo que nao devemos fazer nada e só devemos orar. O que eu escrevi, se vc reler com atenção, é que devemos agir pela proclamação do evangelho. Porque a conversão da alma sara uma vida, uma sociedade, uma cidade, um país. Manifestações nao. Sugiro que você leia “O Impacto do Reino”, de David Wraight (editora Palavra) e vai compreender melhor o que estou falando. A ação da Igreja tem de ser, antes de tudo, espiritual, proclamatória, salvadora, redentora. Não foi essa a missão que Jesus nos delegou na grande comissão? Ir por todo o mundo e fazer o quê? Manifestações? Exigir os direitos? Não. Pregar o evangelho. Essa é a missão do Corpo. E não podemos preteri-la em função de agendas sociais.
      .
      Exercer a cidadania é fundamental. A pergunta que temos de nos fazer é: como? Da mesma maneira que um incrédulo?
      .
      Novamente, mano, sugiro que releia o texto com atenção e verá que em nenhum momento ele questiona a participação nos movimentos legítimos e pacificos de reivindicacao social. Só que, no grande esquema das coisas, eles são só verniz. Aos olhos do reino de Deus e sob a sombra da eternidade, nao podemos preterir da nossa missão neste mundo: mudá-lo mediante a pregação de Cristo, do arrependimento de pecados, da proclamação da mensagem da cruz.
      .
      Espero que agora tenha ficado claro.
      .
      Um abraço carinhoso, na graça que nos basta,
      mz

      • Eduardo Amaral disse:

        Jóia, Zágari. Captei.

        Reli e vi que você fala da violência mesmo. É que depois que disse sobre sua participação em manifestações na juventude e citou Salomão, entendi que estava desqualificando qualquer tipo de ação. Afinal “não há nada de novo debaixo do sol” mesmo, pra que ficar dando murro em ponta de faca?

        Então, como você disse, apesar do texto: Sobre a analogia com a parábola, realmente não é igual, por isso eu disse que era semelhante. Pois cada um deles abriu mão de agir, deixando de levar em consideração o que era mais importante no momento (seja lá qual foi a razão: egoísmo, desinteresse, legalismo, etc.). Também sou contra o ativismo, e entendo que tudo que é feito sem oração no início está errado. Longe de mim querer dar uma forcinha pra Deus! Não desprezo o poder da oração, afinal existem mais coisas impossíveis para nós do que possíveis, e a oração alcança justamente esses casos, e de um modo excelente (como nos exemplos que você citou: perdão, esterilidade, dons)!!! Mas o possível, na direção de Deus, devemos sempre realizar, senão caímos no erro de “só” orar. E já que você citou Moisés, Deus falou justamente sobre isso pra ele em Ex 14.15.

        E não, também não acho que pregar o evangelho seja não fazer nada, assim como “só” orar, ou algo que pode ser colocado em segundo, terceiro ou seja lá qual plano for além do primeiro. Apenas quis dizer que o segundo plano em diante não pode ser desprezado usando como desculpa o fato de que, afinal, eu já fiz o que é mais importante, o que está em primeiro plano. E acho válido exercer a cidadania de um modo que um incrédulo faça, desde que não fira os mandamentos do Senhor; pancadaria, quebra-quebra e violência de qualquer sorte, obviamente, não estão incluídos. Agora, se essas outras maneiras que considero válidas de agir não fazem parte das boas obras que podemos fazer, nem parte de um bom testemunho diante do mundo, mas são na verdade erradas, ou consideradas perda de um tempo precioso que poderiam ser investidos na pregação do Evangelho, então me desculpe pela imaturidade e por falar bobagem…

        Ah! E está anotada a sugestão do livro!

        Grande Abraço, fica na Paz.

  15. É a pura verdade meu irmão, precisamos e urgente levar a Cristo, em meio a tanto caos e protestos, nós como verdadeiros cristãos é que devíamos protestar e protestar mesmo contra o pecado, e a nossa maior causa para esse protesto deve ser anunciar a Cristo somente Cristo.
    Tenho visto muitos que saem pelas ruas a protestarem, sem sequer saber pelo que estão protestando. E o que falar dos que se dizem cristãos e apoiam esses tipos de protestos marcados com violência, sem falar de um dito pastor da tv que as berros de diz “defensor” das causas sociais.
    O papel de um verdadeiro discípulo é anunciar o Evangelho de Cristo e esse somente, ao decorrermos os evangelhos não encontramos em parte alguma os discípulos protestando contra o império da época, mas os vemos anunciando o Evangelho, não vemos João o Batista protestando contra as palhaçadas de Herodes, mas vemos ele preparando o caminho para o Cristo o Filho de Deus, sem falar de Paulo; e o que nós devemos fazer anunciar o Evangelho que cura do pecado ou sair nas ruas como malucos por uma falsa justiça, temos o dever de arregaçarmos nossas mangas para proclamar a Cristo e não para sermos baderneiros .
    Cristo nos ilumine para protestarmos por uma justa causa, o Seu Evangelho que liberta o homem da opressão do pecado.
    Deus o Abençoe meu querido irmão por mais um texto abençoado como este, forte abraço.

  16. Gisele disse:

    Zagari, eu concordo com você, me recusei a ir em uma dessas passeatas que iria ter um fechamento de rua, acho isso extremamente errado, mas vejo muitos crentes aderindo a isso. Por um lado, acho importante reivindicar direitos, mas por outro acho que Deus está no controle de tudo, e tudo já está escrito e nossa missão é apenas proclamar o evangelho.

  17. Ruthe disse:

    A Paz de DEUS À todos

    • Ruthe disse:

      nós temos que viver nesse mundo cheio de violência mas quando vier o que é perfeito,JESUS CRISTO quem serviu á ele em espírito e em verdade seguindo a doutrina JESUS e se suas obras foi boa, pq a fé sem obras é morta como essas pessoas na rua q praticam a violência podem ter fé mas, a fé sem obras é morta…DEUS levará os que foram fiéis a ele em espírito e em verdade ñ essas pessoas,ruins no mundo mas, ainda há tempo de se consagrar á DEUS e se batizar nas águas em alguma igreja que vc se sinta bem,que vc sinta a presença de DEUS… A paz de DEUS. <3

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