Eu fui convertido muito tarde na minha vida, já com 24 anos. O curioso é que estudei numa escola de padres dos 10 aos 17 anos e lá tínhamos aula de religião semanalmente. Ou seja, com 18 anos eu conhecia as histórias da Biblia de trás pra frente. Repare no verbo que eu usei: conhecia. Depois, com 18 para 19 anos comecei a frequentar uma igreja de uma certa denominação evangélica tradicional. Gostava dos cultos, achava o pessoal legal e até tocava baixo no grupo de louvor. Mas não vivia em novidade de vida. Não compreendia o Evangelho. Repare no verbo que eu usei: compreendia. Às vezes me pegava me digladiando com o pastor por questões como “por que Jesus cria um pessoa se já sabe que antes de criá-lá que ela vai ao inferno?” ou “por que Jesus teve de sofrer e morrer pra nos salvar, não bastava um decreto divino?”. Eu era intelectualmente interessado pelo Evangelho. A Bíblia pra mim era uma questão cerebral. Com o início da minha vida profissional afastei-me daquela igreja e passei a me dedicar muito à profissão. Até que, enfim, com 24 anos, numa denominaçao pentecostal, fui alcançado pela graça de Deus, após um longo processo de dor (que não cabe relatar aqui agora) e ali eu passei a viver o Evangelho. Repare no verbo que usei: viver.
Então, hoje eu vejo por experiência própria que existe uma grande diferença entre aqueles que frequentam uma igreja: há os que conhecem, os que compreendem e os que vivem Cristo.
Isso me remete aos cristãos de berço. Aqueles que nasceram em lar evangélico. Frequentam a igreja desde sempre, sabem as bistórias da Biblia porque foram à escolinha bíblica infantil, aceitam o sacrifício salvifico de Jesus mas… em que momento de fato são salvos? Porque eu olho em volta e vejo “cristãos”, muitos deles até filhos, netos e parentes de pastores, que não demonstram em suas vidas fruto do Espirito. Não têm paciência. Domínio próprio é algo de que só ouviram falar vagamente Nao promovem a paz, amam uma discussãozinha e uma contenda. E por aí vai.
Além disso, não mostram postura cristã. Nao pacificam, mas botam sempre lenha na fogueira. São insubmissos, rebeldes, respondões, não respeitam seus cônjuges, não oram, não leem a Bíblia, têm zero de devocionalidade, são iracundos… Enfim, podem até não roubar ou matar (o que um bom ateu também não faz) mas não demonstram o comportamento mínimo esperado de um cristão. Não investem tempo orando pelos filhos. Brigam intempestivamente por qualquer coisa. Falam mal dos outros pelas costas. São fofoqueiros. Dificilmente resolvem uma diferença com argumentos e diálogo, mas sim com birras, brigas e bate-bocas. Mas todo domingo, por puro hábito, batem seu cartãozinho de ponto no culto da igreja porque, afinal, foi o que lhes ensinaram que é o certo a fazer. E acham que Deus está feliz da vida com eles – afinal, são de berço evangélico e batizados. Conhecem e compreendem. “Uhu, Jesus me ama”. Mas não vivem esse Jesus.
Como eu passei por essas três fases e conheço bem cada uma e o comportamento de quem se encaixa em cada uma, cometeria a ousadia de dizer que os tais não são salvos. Porque é como diz Tiago 2.18, “Mas alguém dirá: “Você tem fé; eu tenho obras”. Mostre-me a sua fé sem obras, e eu lhe mostrarei a minha fé pelas obras.” E mais: “Você crê que existe um só Deus? Muito bem! Até mesmo os demônios creem – e tremem!” (Tg 2.19) Os demônios creem! E tremem! Mas isso é o mínimo. Porque, vamos combinar, fazer uma profissão de fé e se batizar é acoisa mais fácil que tem. Frequentar cultos… basta sentar num banco e às vezes ficar de pé. Agora… viver conforme Cristo determinou no dia a dia, na sua casa, no seu trabalho, com sua família e com os colegas de profissão, no supermercado e no shopping são outros quinhentos bem diferentes. Como o crente de berço reage quando alguém o ofnde? Ou quando pede algo ao chefe no trabalho e recebe um “não”? Ou quando o professor o trata com injustiça na sala de aula?
Abrir mão da sua natureza respondona, egoísta, insubmissa às autoridades, materialista, mimada e tomar a cruz para seguir Cristo, isso sim é o que eu quero ver. Aliás, eu não, Deus.
Muito
s e muitos e muitos crentes de berço estarão entre os que no grande e temível dia dirão: “Senhor, Senhor”. E aqui me permitam fazer uma paráfrase apócrifa da Biblia. Os tais chegarão e dirão: “Senhor, nasci de pais cristãos, fui apresentado como bebê na igreja, frequentei os cultos e as escolinhas, fui aos retiros, trabalhei até em departamentos, casei virgem, chorei com as mãos levantadas na hora do louvor e de vez em quando até fazia uma oração”. E, mais uma vez, me atrevo à ousadia de parafrasear apocrifamente o texto das Escrituras e imagino que Jesus responderia: “Você me conhecia e compreendia, mas não me viveu. Pois a cada vez que te chamei para conversar em oração você preferiu ver televisão. Cada vez que você tinha de se submeter às decisões do seu superior hierárquico no trabalho, em casa ou na igreja você o tratou com respostas agressivas e rebeldia. Cada vez que te chamei para ouvir a minha voz você ignorou minha Palavra e preferiu ir ao shopping do que ler as Escrituras. Cada vez que te toquei para ouvir alguém em sofrimento você concluiu que alguma outra pessoa podia fazer isso no seu lugar. Cada vez que você ou um dos teus ficou doente sempre o médico era lembrado antes da oração. Cada vez que te chamei para ler livros que falam sobre mim você deu uma desculpa para não ler e assim aprender mais sobre o padrão de comportamento que Eu queria que você seguisse. Cada vez que te chamei para uma vida de devocionalidade diária você se entregou a uma rotina de atividades materialistas e tinha sempre uma desculpa. Cada vez que te chamei para tirar momentos de reflexão e meditação sobre minhas Escrituras e como aquilo afetava seu comportamento em família, no trabalho ou mesmo em sociedade você preferiu ir ao salão fazer unha, malhar na academia ou simplesmente ficar sem fazer nada”. Ao fim do que o Senhor diria: “Logo, apartai-vos de mim, pois nunca vos conheci”.
A coisa é séria. Se você percebe que na sua igreja há crentes de berço cuja forma de proceder faz o termo “crente” te fazer perguntar “mas crente em quê?” e não são salvos, evangelize-os! Pregue o Evangelho para eles. E repare que não estou dizendo nem “discipule-os”, mas “evangelize-os”. Pois o discipulado vem após a conversão e se esforçar por discipular quem não passou pelo novo nascimento é pura perda de tempo. Pois não se discipula ossos secos. Primeiro a carne tem de cobri-los e por fim o discipulado será feito.
Não adianta tentarmos nos enganar. Há muitos frequentadores de igrejas desde a época em que usavam fraldas, a quem chamamos “irmãos em Cristo”, que não são nossos irmãos em Cristo. Não passaram da morte para a vida. Não estão dispostos a tomar sua Cruz para seguir Cristo. Querem uma vida de moleza. E também moleza espiritual. “Sou crente mesmo, batizado, vou aos cultos, então tá tudo certo”. E mal sabem que no final vão para o inferno.
Duras palavras? E desde quando Jesus disse que a coisa seria fácil?
Diante disso, o que fazer? Orar, meus irmãos. Orar pelos perdidos: aqueles que estão perdidos fora mas também dentro das igrejas. Orar pela conversão dos crentes de berço que conhecem e compreendem mas não vivem. Orar pela salvação da pessoa que está ao teu lado no banco da igreja. Você não sabe. Mas ela pode estar cantando todos os louvores de cor e caminhando a passos largos para o abismo, simplesmente porque vive ela, mas Cristo não vive nela.
E que Deus tenha misericórdia de cada um de nós.
Paz a todos vocês que estão em Cristo.
Follow @MauricioZagari.



Paz, mano C:
Eu, particularmente, não gosto desse termo “crente de berço” (considerando que o “crente” é aquele que crê, em verdade, em Jesus). Ninguém já nasce no Evangelho, ninguém sai do ventre com consciência do Cristo. Todos nascemos da vontade do varão, da carne e em pecado. “Crente” mesmo só depois de termos as escamas tiradas dos olhos; quando passarmos a ver que não temos Vida em nós mesmos; quando nos abandonarmos nas Mãos do Senhor, e não porque nos ensinaram assim desde pequenos, mas por livre e espontânea vontade (que vem de Deus) e com consciência do que estamos fazendo; quando Ele nos perguntar: ” E tu, quem dizes que Eu sou? “, e respondermos: “Tu és o Cristo, o filho do Deus Vivo” porque o Pai nos revelou.
Creio que o problema de quem nasce em família evangélica é crer que já nasceu salvo e, uma vez salvo, salvo para sempre (apesar de ser assim mesmo), não importando o que façam ou como façam. Mas, como o mano falou, será que estão salvos mesmo? Ou ainda falta-lhes uma coisa?
O Senhor nos abençoe, e nos encha da sua misericórdia que se renova a cada manhã.
nEle, que sem precisar voltar para o ventre, me fez nascer de novo.
Mano,
“crente de berço” é apenas um jargão que todos entendem.
Deus te abençoe
Como você disse que fazia perguntas, eu posso fazer uma também?
Eu ainda sou ignorante na palavra, mas gostaria de aprender.
Em apocalipse 19-19 (E vi a besta, e os reis da terra, e os seus exércitos reunidos, para fazerem guerra àquele que estava assentado sobre o cavalo, e ao seu exército.)
Eu gostaria de saber se isto é literalmente o que vai acontecer, pois quando li esse texto, me deu a impressão que eles têm a esperança de vencer.
Ah e sobre teologia, como fazer para escolher um curso, pois me parece que há divergências nos ensinamentos, como saber qual é a correta?
Deus te abençoe.
Flavio,
sobre Ap 19.19, sinceramente, eu nao faço a minima ideia.
sobre o curso de Teologia, investigue um que pertença a uma denominação séria, que tenha relação com a doutrina da sua igreja. Descubra a qualificação dos professores. E uma coisa que não custa nada é ir um dia conversar com os alunos sobre o que eles estão achando do curso. Esse é um otimo termometro.
Deus o abençoe.
A paz Maurício,infelizmente tenho que concordar com você ,muitos “crentes”estão dentro da igreja e mais perdido do que os que estão fora.Parecem robôs cumprindo um protocolo pré-estabelecido.
Mas o que me chamou atenção nesse texto foi uma frase que você escreve-”“por que Jesus cria um pessoa se já sabe que antes de criá-lá que ela vai ao inferno?”.Você já escreveu sobre predestinação?Gostaria muito de ler um texto seu sobre este assunto.
Abraço!
Fica na paz!!
Karol,
sobre esse tema eu sempre recomendo o livro “Eleição”, de Charles Spurgeon. É mto melhor que qq post qu eu pudesse escrever.
E custa só 6,90.
Procure e leia, tem na internet. Espero que ajude.
Deus a abençoe.
Com certeza irei ler.
Obrigada!
Gostei do post, Maurício. Sou testemunho vivo do que vc escreveu. Sou cristã de berço, cresci na igreja, mas o novo nascimento só ocorreu depois de alguns anos. Tive a fase de ir à igreja regularmente e não ter postura cristã e me entristeço quando vejo outros assim. Inclusive, hoje vejo não apenas cristãos de berço assim, mas tbm pessoas que passaram a frequentar a igreja e se batizaram na fase adulta, mas que não vivem em novidade de vida. O assunto precisa mesmo ser abordado.
Achei interessante qdo vc disse que é necessário evangelizá-los antes de discipular.
E o texto foi bom para me despertar a orar mais por essas pessoas.
Deus o abençoe.
muito bom, a não ser quando resvala para o julgamento.Quem conhece o coração é Deus!
Ainda bem que nao houve julgamento algum no post.
Deus te bendiga.
Olá Mauricio, amado irmão.
Ótimo texto. Está é uma duvida que me acompanha desde e a minha conversão e a tenho inclusive com relação aos meus filhos.
Seu texto trouxe luz e entendimento de como lidar com esta questão, com relação aos meus filhos e com relação ao “irmãos” que temos dentro da igreja mas não vivem de verdade o Cristo.
Trouxe reflexão sobre meu próprio comportamente enquanto Cristão, ja que é preciso sempre fazer uma “auto-avaliação” e, orando buscar o entendimento do Espirito Santo, para saber se vivo verdadeiramente o Cristo, de forma evidente e clara.
Obrigado por proporcionar essa reflexão.
DEUS seja louvado pela inspiração que tem colocado em você, meu irmão.
Que DEUS, nosso Senhor e Pai, sempre lhe abençoe.
Grande abraço.
Não tenho o que comentar sobre esse texto.
Só mesmo a misericórdia de Deus.
Texto mto, mto, mto bom!
Continue compartilhando essas mensagens, pois tenho certeza que Deus têm falado através de vc!
Fica na Paz..
pura verdade.
É querido amigo dessa vez vc colocou o “dedo na ferida” de muitos,que acham que a salvação é hereditária,eu explico,acha que pq avô foi um homem de Deus,de oração….e seu pais idem,e por ir ao culto tds os domingo estão salvos.
Esses mesmos menosprezam seu irmão,não se solidarizam com a dor e o sofrimento do outro…mas se somos um corpo isso nao devia acontecer,pq se uma parte do corpo nao está bem o resto nao terá um bom funcionamento.
Conheço muitos que querem esta no pulpito louvando,mas nao quer lavar uma banheiro…será que essa pessoa esta fazendo pra Deus?
Deus honra aquele que trabalha na sua obra de CORAÇÃO e nao simplesmente para esta em evidencia.
Precisamos buscar a Deus a todo tempo nao importa qt tempo de conversao se tem.
PAZ A TDS
Como diz um certo louvor: “Eu te conhecia de ouvir falar, mas, hoje eu te conheço óh Deus, por contigo andar”.
Porque não basta só ouvirmos falar do amor de Cristo, senão praticarmos aquilo que Ele nos ensinou.
Palavras duras, mas, edificantes.
Bem, meu nobre Maurício Zágari, posso falar de minha experiência, porém não creio que sou o melhor exemplo. Hoje valoriza-se muito os “ex-” alguma coisa, e fala-se daqueles que nasceram numa família cristã como pessoas que ainda não nasceram de novo, justamente porque não têm uma experiência extraordinária de conversão para contar; enfim… Sou um destes que ‘praticamente’ nasceu num lar cristão. Digo, praticamente, porque foi quando eu tinha mais ou menos dois anos de idade, que meu pai passou a frequentar a igreja e me levava junto com ele, e logo depois minha mãe converteu-se também, e eles até hoje ainda frequentam a mesma denominação, e inclusive a mesma igreja local (que foi a igreja que frequentei até os quatorze anos de idade, depois saí, para uma outra denominação, mas enfim, isso já é uma outra estória, que não cabe aqui).
Portanto, posso dizer que desde tenra idade, fui aprendendo os princípios bíblicos na escolinha dominical, aprendi a cantar louvores no coralzinho infantil, etc. Confesso que não sei dizer precisamente em que momento ocorreu minha ‘conversão’, mas o fato é que me considero de fato convertido (embora em algumas áreas, eu ainda estou me ‘convertendo’ até hoje!). Enfim, concordo quando você diz que ninguém “nasce convertido”, ou é salvo desde sempre. Há um momento de decisão na vida do cristão, inclusive deste que foi “criado” nos caminhos do Senhor. Conheço muitos que hoje estão afastados deste caminho, outros que estão na igreja por comodidade, tais quais você na época em que tocava seu baixo na igreja lá pelos 18 anos. Mas também há muitos que testificam experiência bem semelhante à minha.
Amei este post, e já o estou recomendando nas minhas redes sociais, como sempre. Um forte abraço ao meu amigo, e companheiro de jornada cristã.
@andreneves1
precisávamos meditar um pouco mais sobre o que a bíblia diz a respeito da salvação… preferimos ficar a pensar que estar em cristo é “estar do jeito que estamos”, a final de contas, sempre “oramos” antes de fazer as coisas!! será? as vezes pensamos que orar é o mesmo que avisar pra Deus o vamos fazer.
que Deus tenha misericórdia de nós… que Ele desvende os nossos olhos!!!
parabéns irmão por falar de salvação um “assunto” tão fora de moda.
Apesar de não ser exatamente “de berço”, era criança quando minha avó me levava a igreja. Hoje estou vivendo um momento que enxerguei em trechos desse texto, para minha vergonha. Está cada vez mais difícil orar, frequentemente só na hora de dormir. O vislumbre daquele grande dia ficando para trás é assustador. Obrigada por trazer essa reflexão, e que Deus continue nos ajudando nessa jornada.
Paz!!
Muito bom, irmão! A gente sempre presencia este tipo de cristão e também se coloca neste mesmo lugar. Onde moro, ainda não encontrei uma igreja prá frequentar com meu esposo e filhos, infelizmente, depois de trinta anos de evangelho, mas nunca concordei com as heresias que presenciei.
Deus continue te abençoando!!
Olá Mauricio, que a Paz do Senhor esteja sobre sua vida. Sou o Renato Medeiros que te mandou o e-mail recentemente sobre alguns problemas que estava enfrentando. Bom vc não deve lembrar, mas estou escrevendo para dizer que seus textos me abençoam muito (como esse) e para dizer que seu livro é maravilhoso. Li em 2 dias. Parabéns, vc merece todo o sucesso que está tendo, pois demonstra ser um grande homem de Deus. A propósito, se algum dia vier para a Região dos Lagos, mais precisamente a cidade de Araruama, entre em contato, pois terei o maior prazer em recebe-lo em minha casa.
Grande Abraço, Renato Medeiros.
Renato, muito grato por todas suas palavras e pelos elogios ao meu livro. Vc é muito gentil.
Deus te abençoe!
Filho de peixe é peixinho, mas filho de crente não é crentinho!! Tem que passar pelo novo nascimento.
Ei Maurício,Paz.
Nossa, seu livro chegou hoje, e como você disse li em 2 horas.
Glória a Deus por sua vida, me abençoou muito, e a lição que fica é: Leia a Bíblia.
Muito obrigada mesmo, ainda não vi meu amigo mas assim que vê-lo vou entregar o livro pra ele também.
Gostei muito, muito mesmo.
Deus abençoe sempre
Um abraço
Aline,
fico feliz que meu livro tenha te abençoado. Quem sabe vc não se empolga e lê os outros dois da serie (rsrs, momento propaganda)? Estou neste instante escrevendo o quarto, ore por isso, sim?
Espero em Deus que seu amigo seja tocado, orei por isso.
Deus te abençoe!
Graça e paz Mauricio
Como faço para comprar seus livros???
Olá, Muriel,
obrigado pelo interesse.
Você pode acessar o site da editora: http://www.editoraannodomini.com.br
Ou ligar em horario comercial para o 0800-701-3490.
.
Mas é interessante vc ver do que se tratam antes, pois os que foram publicados até agora, inclusive o que foi premiado, são ficção cristã com ensinamentos bíblicos. Meu primeiro livro puramente teológico só sai em março: “A Verdadeira Vitória do Cristão”, e fala sobre qual é o significado verdadeiro de “vitória” à luz das Escrituras, contrariando o que o triunfalismo atual que impera em grande parte da igreja advoga.
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Deus a abençoe.
Obrigada Mauricio
vou dar uma olhada,mas se forem tão bons quanto suas reflexões eu vou adorar!!
rsrsrs
fica na paz
Interessante o que você falou sobre a devocionalidade.
Pois como bem visível o quanto muitos crentes, inclusive eu e você, passam ou passaram por etapas, “níveis” ou momentos na fé…
Mias eu vejo que a única maneira de permanecermos firmes em um só propósito é justamente renovarmos nossa mente … em Cristo , como Paulo disse.
Pois se quando as coisas estão aparentemente “tranquilas” na vida dos crentes, muitos deixam a sua vida devocional ficar precária…
não oram, se oram as vezes é para se gabar como os fariseus, ou ainda quando oram suas orações são vazias pois quando chegam a Deus, chegam sem os frutos do Espírito.
Mas quando vem os apertos, as aflições terríveis e os problemas diversos disciplinadores esses mesmos crentes se desesperam e acabam se sentindo como Jonas na barriga da baleia, e voltam a orar , dessa vez com veemência, buscam a Deus com sinceridade, leem a bíblia com perspectiva objetiva, fazem promessas para si, de cumprir o Grande Mandamento de amar, de Ser Cristão na prática… mas pra manter tudo isso de pé SÓ A GRAÇA DE DEUS!
Como Tiago disse: “Chegai-vos a Deus e Ele se chegará a vós…” !
Olá Maurício,
Excelente reflexão, e muito oportuna mediante a reação de ditos ‘cristãos’ a alguns de seus posts e uns tuites.
É como está escrito em João 3:6 “O que é nascido da carne é carne; e o que é nascido do Espírito é espírito” O indivíduo só é salvo mediante o novo nascimento em Cristo, independente de haver nascido em lar cristão há a necessidade de se voltar para Deus e arrepender-se de seus pecados, afinal mesmo tendo contato com o evangelho desde a infância o novo nascimento é necessário, pois todo ser humano pela sua natureza é pecador e incapaz de obedecer e agradar a Deus (Sl 51:5) É através deste nascimento espiritual que o ser humano alcança a salvação, a qual é demonstrada e evidenciada pelas obras e uma vida em amor, retidão e obediência a Deus. Negando a própria natureza pecaminosa (Mt 16:24).
Beijo grande meu irmão.
Deus continue lhe abençoando.
A ti tb, amada, vc é uma irmã especial.
Na paz do Mestre.
[...] abaixo a íntegra do artigo “Quando é que o crente de berço é salvo?”: Eu fui convertido muito tarde na minha vida, já com 24 anos. O curioso é que estudei numa escola [...]
Olá! Concordo com vc Mauricio. Mas vou ainda um pouco mais fundo na questão…. existem muitas pessoas que mesmo dentro de leituras e apresentação de pensamentos que se fazem utilizar de doutrinas que são extraídas das Escrituras, estas não são filhos de Deus pois acreditam na mentira. II Tessalonicenses 2:11 fala destes nos dias em que vivemos, dias de julgamento.
Vejam um provável sinal de que Deus está insatisfeito com pessoas dentro de igrejas que pensam estar já salvas porém estão mesmo é acreditando em mentiras, sem apresentar nenhum dos sinais espirituais listados em Marcos 16:17,18: https://apriscocristao.wordpress.com/2012/01/19/sons-estranhos-nos-ceus-trombetas-dos-anjos-de-deus/
Um abraço!
Isso aí, Daniel.
Outro abraço, querido, Jesus te abençoe!
No amor do Senhor.