Posts com Tag ‘filha’

IMG_9634Nesta virada de ano viajei para desfrutar das férias com a família. Nossa última parada foi em um hotel-fazenda em Barra do Piraí (RJ) que tem um enorme e belíssimo lago, onde se pode mergulhar, nadar e andar de pedalinho ou caiaque. Minha filha de 5 anos, uma ávida nadadora, ficou doida quando viu o lago e logo quis entrar na água. Chegamos ao deque e o salva-vidas nos orientou: crianças da idade dela só poderiam entrar com um dos coletes salva-vidas que o hotel oferecia e com extremo cuidado, pois o lago é muito fundo. 

Confesso que fiquei apreensivo. Perguntei se o colete era seguro e o rapaz  garantiu que sim: tinha um zíper e duas fivelas, o que tornava quase impossível ele se soltar do corpo de minha filhinha. Eu tinha de decidir se deixava ou não minha bebê nadar no enorme lago. Naquele momento, me vi diante de uma questão de fé: ou depositava uma confiança inabalável no colete e na palavra do salva-vidas ou impedia que minha filha fosse nadar. 

IMG_9570Optei por ter fé e deixei minha bebê se meter no meio daquele mundaréu de água. Ela não perdeu tempo, vestiu o colete, entrou no lago e saiu nadando, comigo logo atrás. O resultado você vê nas fotos deste post: uma criança feliz, esbanjando alegria por poder nadar em um lago lindo, apesar de fundo e preocupante para um pai. 

Frequentemente em nossa vida deparamos com lagos no meio do caminho. São situações diversas diante das quais não sabemos o que fazer: entramos nelas ou não? Seguimos em frente ou retrocedemos? Abrimos mão das alegrias e  da felicidade que tais situações poderiam nos proporcionar ou tememos e damos para trás? O que vai definir se mergulhamos ou não em cada um desses lagos é a solidez da confiança que depositamos em Deus: se nossa confiança for fraca e oscilante, deixaremos de viver experiências incríveis, por causa do medo e da ansiedade que elas geram. Mas, se tivermos confiança inabalável, superaremos o medo e a ansiedade e viveremos o que Deus preparou de melhor para nossa vida. 

Na Bíblia, essa confiança inabalável tem nome: fé. É “a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem” (Hb 11.1). Se você põe em prática essa fé, confiará em Deus e naquilo que ele diz em sua Palavra e terá um colete salva-vidas confiável em que se escorar. Se sua fé, porém, é fraca e ineficiente, você não confiará na ação do Senhor e viverá eternamente em um paralisante estado de medo e ansiedade.

IMG_9563Você está diante de um impasse? Não sabe se mergulha no lago ou não? A situação é amedrontadora demais? Saiba que a decisão de ir em frente ou retroceder só depende de uma coisa: a solidez da sua fé. Você confia em Deus de forma inabalável? A Escritura lhe dá base para seguir adiante? Então vá! Passe por cima do medo, destrua a ansiedade e deixe a confiança prevalecer. Afinal, “sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam” (Hb 11.6).

Confie em Deus. Confie no que Deus diz pela Bíblia. E que essa confiança seja inabalável, sólida como a Rocha sobre a qual a Igreja foi edificada: Jesus de Nazaré, aquele que é plenamente e totalmente confiável.  

Paz a todos vocês que estão em Cristo,
Maurício Zágari < facebook.com/mauriciozagariescritor >

O fim do sofrimento_Banner APENAS
Clicando nas imagens acima e abaixo você vai à loja virtual da livraria Saraiva

Perdaototal_Banner Blog Apenas

cor 1Nós podemos tocar profundamente o coração de Deus. Cada vez mais, minhas experiências de vida, associadas ao que vejo nas Escrituras, têm me mostrado com mais e mais clareza a essência do nosso Pai – o modo como ele pensa, age, sente e se move. Como já compartilhei em diversos posts aqui do APENAS (como ESTE), as circunstâncias que mais têm me ajudado a enxergar em profundidade e intimidade o ser divino, nos últimos anos, são as ligadas à paternidade. É impressionante como ser pai nos faz entender melhor o Pai. Recentemente vivi com minha filha de 3 anos mais uma situação que me fez experimentar um lampejo daquilo que Deus vive conosco, seus filhos. Permita-me compartilhar, na esperança de que este relato de algum modo edifique você.

Nas últimas duas semanas, eu e minha esposa tivemos de enfrentar um mal até então desconhecido para nós: nossa filha pegou pneumonia. Assim que soube do diagnóstico, fiquei bem preocupado, pois, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), essa é a doença que mais mata crianças menores de 5 anos em todo o mundo, e chega a ser responsável por 18% do total de mortes nessa faixa etária. Imediatamente pedi orações a minha rede de intercessores e a levamos ao hospital. Radiografia feita, exames concluídos, iniciamos rigorosamente o tratamento, que inclui antibióticos bem fortes. De início não houve muito efeito e minha filha chegou a ter uma infecção no ouvido direito, que a fez sentir muita dor. Após nova ida aos médicos, a dose do antibiótico teve de ser aumentada e recebemos a recomendação: pôr uma compressa quente algumas vezes por dia, durante vinte minutos, sobre o ouvido afetado. Assim começamos a fazer e, felizmente, a pequenininha começou a melhorar.

Na quinta-feira passada, ela foi liberada para voltar à escola, ainda sob certos cuidados: nada de tomar banho quente e ficar no vento, evitar tomar gelado, fugir do ar-condicionado, não fazer natação, esse tipo de coisa. E, claro, os antibióticos e a compressa se mantiveram no cardápio diário. Justamente nesse dia eu tinha de levá-la ao colégio. Dei o remédio sem problemas e chegou a hora de pôr a compressa aquecida sobre o ouvido. E aí começou o drama. Com sono e irritadiça, a pequena não queria de jeito nenhum deixar que eu pusesse a compressa. Com voz chorosa e birrenta, começou a dizer que estava quente demais, que não conseguia ouvir, que não queria e tudo aquilo que uma criança diz quando não quer algo. A hora passava, chegou o horário limite para sair de casa a tempo de levá-la, voltar e começar a trabalhar e eu ainda estava ali, tentando convencê-la na base do diálogo a pôr a bendita compressa. Mas nada adiantava: era manha, birra e desobediência; ela se revirava no sofá, deixava a compressa cair no chão, gemia com voz chorosa, resmungava… ufa! Se você é pai ou mãe sabe do que estou falando. Chegou um momento, então, em que, totalmente exausto, tive de dar um basta. Virei para minha filha e disse algo mais ou menos assim:

– Filha, isso é para o seu bem. Mas eu não vou ficar aqui discutindo com você, pois tenho responsabilidades e precisamos sair. Já passou da hora. Você não quer pôr a compressa, ok, não ponha, mas saiba que a sua decisão pode fazer você ficar com dor. Se é isso que você quer, vai ter de arcar com as consequências da sua escolha. Eu vou me arrumar para sairmos e estou muito triste com o que você fez. Amo você, mas a sua desobediência é errada e pode te prejudicar. A sua atitude me entristeceu muito.

Dito isso, saí da sala bastante irritado e fui para o quarto me vestir. Eu estava bem chateado, tanto pela desobediência dela quanto pelo fato de não ter conseguido tratá-la corretamente aquela manhã. Passados uns cinco minutos, eis que a pequenininha aparece à porta, se arrastando junto à parede (como costuma fazer quando percebe que pisou na bola) e, com voz bem baixinha e em tom normal, sem choro, sussurrou alguma coisa que não compreendi. Parei o que estava fazendo e, meio irritado, pedi que repetisse, pois eu não tinha conseguido ouvir. Ela chegou mais perto e disse:

– Papai… eu queria dizer uma coisa. Mas não briga comigo, tá?

Minha vontade, de tão irritado que eu estava, era falar algo do tipo “como é que eu não vou brigar com você, você desobedeceu, blablablabla…”. Naquela hora, eu só pensava em discipliná-la, pelo cansaço que me dera e pelas atitudes erradas que optou tomar. Meio sem paciência, respondi:

– Tá bem, o que é?

Foi quando ela disse as três palavras que tocaram profundamente o meu coração.

– Estou arrependida… Desculpe…

puss in bootsAssim, com essas exatas palavras. Consegue imaginar uma criancinha de três anos dizendo isso para você com aqueles olhinhos de gato de botas do Shrek e totalmente sincera naquilo que diz? Naquele momento, foi como se toda a irritação evaporasse por completo e eu fosse transportado a um patamar completamente diferente da realidade. Ainda estava triste porque não havia mais tempo para pôr a compressa e não queria que ela piorasse, mas a minha reação diante daquelas palavras não foi de brigar, reclamar, passar uma descompostura, nada disso: eu fui inundado de amor. Caminhei até minha filha, a peguei no colo e disse:

– Bebê, é claro que papai te desculpa. E tem mais: estou profundamente orgulhoso do que você acabou de me falar. Você fez a coisa certa. Quando a gente percebe que errou, o que tem de fazer é exatamente o que você fez: se arrepender e pedir perdão. Infelizmente, sua desobediência terá consequências, pois não temos mais como pôr a compressa e isso pode fazer você sentir dor. Mas parabéns por reconhecer que errou, pelo arrependimento e pelo pedido de desculpas, estou muito feliz que você tenha dito isso.

A enchi de beijos e abraços e confesso que fiquei tão feliz pela postura dela de reconhecer o erro, confessá-lo e pedir perdão que devo ter dito umas cinquenta vezes que estava muito orgulhoso dela daquele momento até chegarmos à escola.

cor 3O rei Davi errou no episódio de Urias e Bate-Seba. Mas, quando ele se deu conta do erro, a Bíblia relata que ele imediatamente se arrependeu e confessou o pecado: “Então Davi disse a Natã: ‘Pequei contra o Senhor!’” (2Sm 12.13). Repare a resposta que o profeta Natã lhe deu apenas um segundo depois: “E Natã respondeu: ‘O Senhor perdoou o seu pecado. Você não morrerá'”. Fico imaginando Deus olhando aquela situação. O coração do Senhor deve ter sangrado ao ver as ações de Davi durante o processo do adultério e do complô para assassinar Urias. Deus amava aquele homem, mas as atitudes dele despedaçaram o coração do Pai. Ele esperava que Davi fosse obediente e amoroso, mas seu filho foi desobediente, birrento e fez coisas que prejudicaram não só os demais envolvidos, mas, acima de tudo, a si próprio. Creio que a experiência que tive com minha filha me fez compreender com mais clareza o que o Senhor sentiu diante das atitudes de Davi – que, imagino, é o que ele sente sempre que o desobedecemos. Mas também consigo me identificar com o que aquele Pai entristecido sentiu quando o filho se arrependeu e disse “Pequei contra o Senhor!”. Que linda confissão! Consigo ver o Pai pegando Davi nos braços, o enchendo de beijos e abraços e dizendo:

– Bebê, é claro que papai te desculpa. E tem mais: estou profundamente orgulhoso do que você acabou de me falar. Você fez a coisa certa. Quando a gente percebe que errou, o que tem de fazer é exatamente o que você fez: se arrepender e pedir perdão. Infelizmente, sua desobediência terá consequências, pois terei de trazer seu filho para junto de mim e isso pode fazer você sentir dor. Mas parabéns por reconhecer que errou, pelo arrependimento e pelo pedido de desculpas, estou muito feliz que você tenha dito isso.

cor 4Se você peca, meu irmão, minha irmã, o caminho é um só: Arrependimento (“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para que sejam apagados os vossos pecados” – At 3.19) seguido de Confissão, que significa assumir a culpa (“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” – 1Jo 1.9) e o estabelecimento de um Firme propósito de não mais pecar (“O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” – Pv 28.13).  Em outras palavras:

– Estou arrependido… Desculpe…

Se você fizer isso com a sinceridade de uma criança, pode ter certeza absoluta de que a reação do Pai, motivado por um profundo sentimento de amor em seu coração divino, será tomar você nos braços, enchê-lo de beijos e dizer:

–  Papai perdoou o seu pecado.

Paz a todos vocês que estão em Cristo,
Maurício Zágari < facebook.com/mauriciozagariescritor >
Perdaototal_Banner Blog Apenas

 

 

voz1Já compartilhei aqui no APENAS, algumas vezes, como a paternidade me ensinou realidades sobre nosso relacionamento com Deus. Hoje gostaria de compartilhar algumas reflexões sobre o que acontece quando a voz do filho encontra o coração do pai.

Nos primeiros meses de vida da minha filha pude perceber quão impressionante era o poder que aquele chorinho estridente de recém-nascida tinha sobre mim. Na época eu enfrentava uma crise de estresse que me descompensou profundamente e aquele choro era capaz de me desequilibrar a ponto de me levar às lágrimas. Cheguei a comprar, por indicação da esposa de meu pastor, daqueles protetores auriculares de borracha, para diminuir o impacto que a voz de minha filha tinha sobre mim. Era ela abrir a boca e eu ficar imediatamente transtornado. O poder da voz da bebê era tão impressionante naquele meu momento de fragilidade emocional que houve uma semana em que baixei três vezes na emergência do hospital com picos de pressão.

O tempo se passou. A crise de estresse foi controlada e minha filha seguiu crescendo. Aos poucos, a coisa se acalmou. Mas a voz dela continuou tendo um poder inexplicável sobre mim – de formas diferentes. A primeira palavra que ela disse na vida foi “papai”. E dizia com uma doçura e um tom de voz que passou a me derreter. Nos momentos de maior tensão, era ela falar aquele “pa-paaaai…” e eu virava um bobão. Depois que completou 2 anos, passou a articular melhor os pensamentos e seus carinhos e conversas começaram a ganhar tons extremamente convincentes. Não que eu cedesse em tudo, claro, mas confesso que aquela voz conseguiu me levar a ceder muitas vezes.

voz2Atualmente, já uma menininha, ela pesa cerca de 14 quilos. Uma das maiores dificuldades que tenho é carregá-la no colo. Minha fibromialgia não me permite suportar muito peso por muito tempo, por isso já estou tentando fazer com que ela peça menos o colo, em especial na rua. Caso contrário fico com muita dor nas costas. Cheguei a fazer um acordo com ela: quando quer desfrutar um pouco dos braços do papai nós andamos um pouco e, em seguida, ela vem um pouco. Depois caminhamos mais um tanto e ela retorna ao meu abraço. E assim prosseguimos, no que acabou virando um tipo de brincadeira. Só que, às vezes, quando está com muita vontade do meu colo, faz aquela carinha linda e, com voz maviosa, sussurra: “Papai… me dá só um pôtinho de tólo?”. Pronto. Batalha ganha. Dor, que dor? Aquele clamor tão doce, meigo, sincero e amoroso me faz caminhar por quarteirões com ela no colo, agonizando de dor, mas transbordando de amor.

Agora pense no poder que a tua voz tem junto ao coração do Pai.

Ouço muitas pessoas falarem diversas coisas sobre seu relacionamento com Deus e sobre oração. “Deus não está me ouvindo”, “o céu está fechado”, “minha oração não passa do teto”, “eu oro mas Deus não responde”, “será que Deus me esqueceu?”, “eu falo e ele não escuta”, “não consigo orar, pois é difícil falar quando ninguém me ouve”… e por aí vai. Quando ouço frases como essas, penso em silêncio: “Que pena… esse irmão ainda não entendeu”. Não entendeu o poder que a voz do filho tem junto ao coração do Pai.

voz3Ezequias recebeu sua sentença de morte (2Rs 20). Virou-se para a parede, chorou amargamente e orou ao Senhor. Creio que o Pai ouviu sua oração mais ou menos assim: “Papai… me dá só um pôtinho de tólo?”. Não consigo visualizar um Deus que solta raios dos olhos e trovoadas das orelhas, sentado num trono distante, ouvindo essa oração de forma meio fria e respondendo de modo estoico ao clamor tão doído de um filho. O que imagino é o Senhor sentado aos pés daquele leito, com um olhar de indizível misericórdia – profundamente tocado pela voz que chegou a seu coração – estendendo os braços e dizendo “tá bem, Ezequias, vem aqui pro colinho, papai te dá mais quinze anos de vida, agora para de chorar, que meu coração tá rasgando de amor e compaixão”. Olho para Davi, o menino arteiro, depois de ter feito suas traquinagens, e o vejo erguendo sua voz ao Pai e sussurrando: “Dicupa, papai…”. Ao que Deus vira-se para ele, coração triste pela desobediência do filho mas transbordante de amor, e responde: “Tá desculpado, querido. Agora, de castigo, vou trazer pra mim o teu filhinho pra você nunca se esquecer de obedecer papai. Mas depois te pego no colo, tá?”.

Você é filho, meu irmão. Você é filha, minha irmã. Sua voz atinge o Pai diretamente no coração. Ele te ama. Ele está de ouvidos sempre atentos para te ouvir. E uma ótima notícia: Deus não sente dor nas costas. Pode te carregar no colo pela duração de uma vida e nunca se cansará. Há poder na tua voz: o poder de mexer profundamente com o amor maior que existe no mundo: o amor do seu Pai por você.

“Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á. Ou qual dentre vós é o homem que, se porventura o filho lhe pedir pão, lhe dará pedra? Ou, se lhe pedir um peixe, lhe dará uma cobra? Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem?” (Mt 7.7-11).

voz4Se você fez traquinagens, faça sua voz ser ouvida pelo Pai e ele lhe dará perdão. Se você está exausto, faça sua voz ser ouvida pelo Pai e ele lhe dará descanso. Se você chora baixinho no travesseiro, faça sua voz ser ouvida pelo Pai e ele enxugará suas lágrimas. Se você está cansado e sobrecarregado, faça sua voz ser ouvida pelo Pai e ele lhe dará alívio. Se você está em tribulação, faça sua voz ser ouvida pelo Pai e ele lhe dará paz.

Fale com teu Pai. E, seja lá por que razão for, creio que, no coração desse Pai tão maravilhoso, misericordioso e amável, o que brotará quando ele ouvir a tua voz é o mais puro amor. E é impossível a alguém que ama ignorar quem ama.

Ele te ouve. Ele te pega no colo. Creia nisso, amado de Deus. Agora abre a tua boca e conta pro teu Pai: onde está doendo?

Paz a todos vocês que estão em Cristo,
Maurício