Arquivo da categoria ‘Amor’

novo-1É interessante como somos fascinados pelas novidades no que se refere à fé. A pregação que nos prende e assombra é aquela que nos leva a comentar “Uau, nunca tinha pensado desse modo!” ou “É a primeira vez que enxergo por esse ângulo!”. O livro cristão que nos impressiona é o que nos faz exclamar “Que sacada genial!”. Gostamos do que parece inovador, inédito. O teólogo que estimamos é o que nos mostra como aquela passagem bíblica não era nada do que acreditávamos até então. A teologia que nos seduz é a que está “à frente do nosso tempo”. Sejamos sinceros: fé boa para muitos de nós é a que tem cheiro de novo, cujo verniz é brilhante, recém-saída da fábrica, que vem para derrubar as antigas ideias. Mas existe um grande problema nesse apreço pela redescoberta do cristianismo, como veremos a seguir.

Semana passada, eu estava triste, por uma série de razões. Meu coração estava pesado, com os pensamentos indo e vindo, um desassossego que não passava. Eu orava a Deus, pedindo paz. Foi quando minha filha chegou da escola, eu a abracei e deitamos em minha cama. Estava um dia fresco, com uma brisa gostosa, e ficamos ali, deitados, em silêncio. Olhei pela janela para o bosque que há nos fundos de meu prédio, uma paisagem que vejo o dia inteiro, pois trabalho de frente para ela. Mas, naquele momento, o flamboyant que fica pelo menos oito horas por dia diante de meus olhos chamou minha atenção. Suas flores vermelho-alaranjadas faziam um belo contraste com o verde das folhas e uma enorme quantidade de pássaros revoava ao redor da árvore. Flores. Pássaros. Essa imagem levou meus pensamentos a um trecho da Bíblia que conheço de cor, de tanto que já li e cuja verdade é tão óbvia em meu coração:

img_7694“Por isso eu lhes digo que não se preocupem com a vida diária, se terão o suficiente para comer, beber ou vestir. A vida não é mais que comida, e o corpo não é mais que roupa? Observem os pássaros. Eles não plantam nem colhem, nem guardam alimento em celeiros, pois seu Pai celestial os alimenta. Acaso vocês não são muito mais valiosos que os pássaros? Qual de vocês, por mais preocupado que esteja, pode acrescentar ao menos uma hora à sua vida? E por que se preocupar com a roupa? Observem como crescem os lírios do campo. Não trabalham nem fazem roupas e, no entanto, nem Salomão em toda a sua glória se vestiu como eles. E, se Deus veste com tamanha beleza as flores silvestres que hoje estão aqui e amanhã são lançadas ao fogo, não será muito mais generoso com vocês, gente de pequena fé? Portanto, não se preocupem, dizendo: ‘O que vamos comer? O que vamos beber? O que vamos vestir?’. Essas coisas ocupam o pensamento dos pagãos, mas seu Pai celestial já sabe do que vocês precisam. Busquem, em primeiro lugar, o reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão dadas. Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã trará suas próprias inquietações. Bastam para hoje os problemas deste dia” (Mt 6.25-34, NVT).

Aquela imagem tão simples, antiga e conhecida, de pássaros e flores, me remeteu a uma verdade que foi pregada dois mil anos atrás e que continua tão atual como no dia em que Jesus a ministrou em um monte de Israel. O refrigério veio com cheiro de madeira antiga, com cor de página amarelada. Do canto de meu olho escorreu uma pequenina lágrima de gratidão a Deus, por me mostrar naquele momento que a resposta divina para a maioria de nossas questões não se encontra naquilo que revoluciona e impressiona pela inovação, mas em antigas e empoeiradas verdades. Sim, ali percebi que Deus espera de nós menos “uau!” e mais “como pude esquecer disso?”.

A mensagem do evangelho de Cristo não muda. É um tesouro que passa de geração a geração de forma irretocável. O que muda é o baú em que o tesouro é apresentado. É como uma tradução nova da Bíblia: o conteúdo é o mesmo de sempre, a escolha das palavras é diferente. O Deus é o mesmo, a capa segue estilo atual. A mensagem salva, liberta, cura e transforma há dois mil anos e continuará a fazê-lo da exata mesma maneira. O Espírito é o mesmo velho Espírito. O pecado é o mesmo velho pecado. O arrependimento é o mesmo velho arrependimento. A salvação é a mesma velha salvação. A glória eterna… bem, ela é eterna.

novo-2Meu irmão, minha irmã, no que se refere ao evangelho, devemos procurar menos novidades, menos maquiagem, menos pregações inovadoras. Procure contextualizar a mensagem, sempre, mas lembre-se de que o tutano das boas-novas de Cristo não tem em si nenhuma novidade, e por uma única razão: a verdade divina é imutável. Não valorize pregadores, pregações, teólogos, livros, canções, igrejas, modelos de evangelismo ou o que for pelo fato de ser inovador. Porque, muitas vezes, tentar inovar o que é antigo e belo é como vestir roupas de bebê em um velho senhor: não faz sentido algum e chega a beirar o ridículo. Melhor é vesti-lo com uma roupa bela, sóbria e conservadora, que preservará sua elegância e não desviará a atenção do que realmente importa.

Flores. Pássaros. O que há de novo nisso? Nada. Mas a mensagem que eu precisava ouvir naquele momento não tinha de ser inovadora: tinha de ser verdadeira. E foi: Seu Pai celestial já sabe do que você precisa; portanto, não se preocupe. Palavras pronunciadas ao vento dois mil anos atrás, que pousaram em meu coração na hora certa.

Onde dói a sua dor, meu irmão, minha irmã? Onde você tem procurado respostas? Em maquiagens com cheiro de novo ou em verdades imutáveis, eternas e com cheiro de guardado? Talvez, no mundo das inovações não caibam realidades cristãs, portanto, cuidado com buscas infrutíferas. Lembre-se de que “a palavra do Senhor permanece para sempre” (1Pe 1.25). Atenção a este verbo: permanece. Permanecer significa “continuar sendo; prosseguir existindo; conservar-se, ficar”. Portanto, a Palavra de Deus é sólida, rochosa, inabalável, que tem continuidade, que continua como antes. Não há novidades nas boas-novas de Cristo, não há inovações: ela é o que é. Muitas vezes, é justamente o ímpeto por inovar que acaba gerando heresias, desvios, tristeza, superficialidade, orgulho, arrogância, vaidade, distanciamento do evangelho.

novo-3Fica a recomendação de alguém que foi impactado por algo tão simples como flores e pássaros: cuidado com a tinta nova, pois ela pode desviar sua atenção do antigo que realmente importa. Se o ser humano gosta de inovações e surpresas, Deus gosta das boas e velhas verdades. Arrependimento. Perdão. Graça. Fé. Amor. Paz. Cruz. O que há de novo nisso?

Paz a todos vocês que estão em Cristo,
Maurício Zágari < facebook.com/mauriciozagariescritor >

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paternidade-1Recebi pelo espaço de comentários do APENAS uma pergunta interessante. O assinante Daniel indagou: “o que é ser um pai do ponto de vista bíblico?”. Achei o questionamento muito relevante e resolvi compartilhar esta reflexão para trazer uma resposta. Afinal, para que temos filhos? O que é ser um pai ou uma mãe pela perspectiva do evangelho? Qual deve ser o foco da criação dos pequenos? Para que os criamos? A resposta mais objetiva possível é: geramos e criamos filhos para que eles sejam pequenos cristos e, com isso, Deus seja glorificado.

Embora não se costume mencionar esta passagem bíblica no contexto da peternidade, ela é a mais esclarecedora da Bíblia sobre o assunto: “Sejam meus imitadores, como eu sou imitador de Cristo” (1Co 11.1, NVT). Por quê? Porque nossa tarefa é ensinar nossos filhos, por meio de nossas palavras, mas, principalmente, pelo exemplo pessoal, a se conformarem à imagem de Jesus: “Pois Deus conheceu de antemão os seus e os predestinou para se tornarem semelhantes à imagem de seu Filho” (Rm 8.29, NVT)

Não, você não tem filhos para que eles lhe deem amor ou alegria, para que cuidem de você na velhice, para perpetuar a espécie ou coisa parecida. Tudo isso vem no pacote, mas é consequência e não causa. Nada disso é a função primordial da paternidade. Somos pais e mães para gerarmos vidas que venham a se conformar à imagem de Cristo e, com isso, glorificar a Deus: “Portanto, quer vocês comam, quer bebam, quer façam qualquer outra coisa, façam para a glória de Deus” (1Co 10.31, NVT). É importante perceber que “qualquer outra coisa” inclui, evidentemente, ter e criar filhos. Portanto, gerar e educar nossos herdeiros deve ser feito para que eles se conformem à imagem de Cristo e, assim, glorifiquem a Deus com sua vida.

Ficou claro?

Com isso em mente, pensemos de forma prática, pois essa percepção tem implicações muito concretas no dia a dia. Absolutamente tudo o que você vive com seu filhote deve carregar o questionamento: o que estou ensinando o fará se parecer mais com Jesus? Minhas atitudes revelam a ele o modo cristão de proceder? Minhas palavras e brincadeiras o fazem resistir à tentação, amar o próximo, honrar os pais e se sacrificar pelas pessoas? Se a resposta for negativa, você está no caminho errado.

paternidade-3Pensemos em termos de exemplos. Primeiro: se o seu filho chega da escola contando que outra criança bateu nele, como você reage? Eu já presenciei um pai dizer para o filho que tinha tomado uns tapas de um coleguinha: “Se ele der em você, dê nele também!”. Essa é a resposta certa? Não, não é, pois o evangelho nos ensina: “Amados, nunca se vinguem; deixem que a ira de Deus se encarregue disso, pois assim dizem as Escrituras: ‘A vingança cabe a mim, eu lhes darei o troco, diz o Senhor’. Pelo contrário: ‘Se seu inimigo estiver com fome, dê-lhe de comer; se estiver com sede, dê-lhe de beber. Ao fazer isso, amontoará brasas vivas sobre a cabeça dele”. Não deixem que o mal os vença, mas vençam o mal praticando o bem” (Rm 12.19-21, NVT).

Outro: você reage dentro de casa de modo a instigar agressividade? Suas palavras mostram ira e revolta com o que está errado? Você fala e se comporta como um zelote? Sabe… seu filho está vendo. E aprendendo. E, ao ver você agir desse modo, ele o imitará e, com isso, se afastará cada vez mais de se conformar à imagem do Cristo que diz: “Felizes os que promovem a paz, pois serão chamados filhos de Deus” (Mt 5.9, NVT). Ou, ainda, você cria seu filho para que ele supervalorize o dinheiro e trabalhe em função dele acima de tudo; o influencia para que ele tenha uma carreira baseada no salário que paga; põe em foco mais o que ele pode receber em termos financeiros do que o bem que ele pode fazer por meio da vida profissional? Então saiba que você não está cumprindo seu papel de pai, pois conformar um filho à imagem de Cristo é ensinar a ele: “Não ajuntem tesouros aqui na terra, onde as traças e a ferrugem os destroem, e onde ladrões arrombam casas e os furtam. Ajuntem seus tesouros no céu, onde traças e ferrugem não destroem, e onde ladrões não arrombam nem furtam. Onde seu tesouro estiver, ali também estará seu coração” (Mt 5.19-21, NVT).

paternidade-2Quer aprender a ser um pai ou uma mãe segundo a Bíblia? Então estude a Bíblia! Com foco, especificamente, em quem Cristo é e o que ele faz. Pense, em cada pequena atitude cotidiana: “Ensinando meu filho a fazer isto e aquilo estou fazendo com que ele pense, aja e fale como Cristo?”. Se a resposta for negativa, mude. “Ensine seus filhos no caminho certo, e, mesmo quando envelhecerem, não se desviarão dele” (Pv 22.6, NVT) significa, na versão parafraseada de Maurício Zágari, “Ensine seus filhos o caminho que os fará serem imitadores de Cristo em tudo o que são, fazem e falam, e, mesmo quando envelhecerem, não se desviarão dele”.

Um dia, meu irmão, minha irmã, teremos de prestar contas de tudo o que falamos e fizemos nesta terra. E isso inclui a forma que educamos nossos filhos. Duvido muito que o Senhor perguntará: “Você criou seus herdeiros para serem ricos? Para serem dominadores? Para se darem bem nesta vida passageira? Para casarem com uma pessoa rica? Para serem cabeça e não cauda? Para conseguirem um bom emprego? Para comprarem uma casa com piscina? Para viajarem todo fim de semana? Para serem famosos? Para ocuparem cargos com status? Para se conformarem à imagem deste mundo com valores caídos?

paternidade-4Por outro lado, se você teve filhos e os educa para que sejam amorosos, alegres, pacíficos, pacientes, amáveis, bondosos, fiéis, mansos e autocontrolados, está cumprindo com excelência sua paternidade. Você tem criado seus herdeiros para amar a Deus e ao próximo? Para tirar horas de sua semana em ações de ajuda aos órfãos e às viúvas? Para negarem a si mesmos, tomarem sua cruz e seguir Jesus? Para serem sal da terra e luz do mundo? Para serem pacificadores? Para usarem o dinheiro como um meio e não um fim? Para construírem uma estrada para a eternidade, sabendo que são peregrinos nesta terra? Se sua resposta for positiva, parabéns: você é um pai ou uma mãe segundo os padrões bíblicos.

Ser pai ou mãe deve nos fazer querer ouvir: “Muito bem, meu servo bom e fiel. Você foi fiel na administração dessa vida que lhe confiei, e agora lhe darei muitas outras responsabilidades. Venha celebrar comigo”. Como pai, meu desejo mais sincero, meu irmão, minha irmã, é ouvir isso do Senhor quando chegar em sua glória, sabendo que tudo o que realizei em minha paternidade fez de minha filha alguém mais semelhante a Cristo e cuja vida glorifica a Deus.

Paz a todos vocês que estão em Cristo,
Maurício Zágari < facebook.com/mauriciozagariescritor >

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esperança1“Quero trazer à memória o que me pode dar esperança” (Lm 3.21) é o bem conhecido desabafo de Jeremias, escrito pelo profeta em meio à angústia de ver sua pátria e seu povo assolados pela Babilônia. Essa simples frase, que tornou-se muito popular na Igreja brasileira nos últimos anos, aponta um caminho excelente de consolo e paz, que podemos trilhar nas horas de maior tribulação da vida: nos lembrarmos das bênçãos que Deus já nos deu, como forma de reunir forças em meio ao sofrimento. Eu gostaria, porém, de propor um olhar diferente sobre esse versículo, que acredito oferecer um refrigério ainda maior do que essa percepção.

Diga-me, por favor, se estou errado: geralmente, quando lemos a frase de Jeremias, o que pensamos é que ela nos convida a recordar das coisas boas que Deus fez no passado por nós. Assim, “o que me pode dar esperança” seria uma referência às bênçãos que recebemos em outras épocas da vida – livramentos, promessas cumpridas, alegrias que experimentamos em fases anteriores ao período de sofrimento. Estou certo? Quando você está atravessando uma fase dura da sua caminhada, ao ler este trecho da Palavra automaticamente busca fortalecimento ao recordar de ações que Deus realizou em prol da sua vida.

Bem, primeiro deixe-me dizer que isso não é errado. Lembrar-se daquilo que o Senhor fez de bom por você é, sim, muito reconfortante. Mostra o amor e a compaixão do Altíssimo em ação. Recordar-se de atos de misericórdia e bondade da mão de Deus em sua vida é, sim, motivo de louvor, gratidão, esperança. Saber que o Onipotente exerceu graça para com você é razão para glorificá-lo eternamente e trazer à memória que ele age em favor de seus filhos. No entanto, eu prefiro uma outra percepção desse versículo.

Explico: se formos ser biblicamente realistas, veremos que o fato de Deus nos ter abençoado de determinada maneira no passado não oferece absolutamente nenhuma garantia de que ele nos abençoará da mesma forma no presente ou no futuro. Assim, se formos trazer à memória bênçãos passadas de Deus no intuito de ter esperança de novas bênçãos, poderemos nos frustrar – uma vez que não há garantias bíblicas de que o Senhor sempre concede as mesmas bênçãos a todos, dia após dia.

Por exemplo, o fato de Jesus ter ressuscitado Lázaro uma vez não quer dizer que ele o ressuscitaria repetidamente – tanto que o amigo de Cristo veio a falecer tempos depois. Ou, ainda, o fato de Paulo ter sido poupado da morte certa em diversas ocasiões não evitou que ele, enfim, fosse decapitado. Sansão ter sido salvo dos filisteus algumas vezes não significa que um dia ele não viria a ser derrotado por seus inimigos. São muitos os exemplos das Escrituras que nos mostram que o fato de Deus ter agido de determinada maneira na vida de alguém não implica que ele voltaria a agir do mesmo modo. Portanto, se essas pessoas depositassem sua esperança no fato de o Pai ter anteriormente realizado algo específico por elas, a frustração seria certa.

esperança2Você poderia me perguntar: “Bem, Zágari, se as bênçãos do passado não são o que devemos trazer à memória para ter esperança… o que, então, devemos trazer?” Minha sugestão: traga à memória quem Deus é. Isso sim nos dá total esperança.

As decisões do Senhor podem mudar. Ele ter me curado ontem não quer dizer que me curará hoje. Ele ter me dado um emprego ontem não significa que me dará um igual hoje. Eu ter ganho um carro de presente ontem não é garantia de que não precisarei andar de bicicleta hoje. A vida mostra isso com muita clareza. As bênçãos do Senhor mudam a cada momento, cada período da vida implica diferentes tipos de dádivas. Não existem garantias de que a ação do Pai ontem será a mesma hoje. Mas, por outro lado, a Bíblia garante que Deus não muda. Que “Jesus Cristo, ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre” (Hb 13.8). Assim, não há nenhuma garantia nas Escrituras de que bênçãos concedidas no passado voltarão a ser concedidas, mas há uma garantia inquestionável de que o Deus que agiu no passado é o mesmo Deus que age hoje.

Se continuarmos a ler a passagem de Lamentações 3.21, veremos que a pessoa de Deus e suas características, inclusive, são o foco de Jeremias nesse contexto. Repare: “Quero trazer à memória o que me pode dar esperança. As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade. A minha porção é o SENHOR, diz a minha alma; portanto, esperarei nele. Bom é o SENHOR para os que esperam por ele, para a alma que o busca” (Lm 3.21-26). O que o profeta destaca aqui é quem Deus é: alguém infinitamente misericordioso, fiel e bom.

esperança3Meu irmão, minha irmã, você está atravessando um período de sofrimento, dificuldade, falta de paz, angústia? A assolação veio sobre a sua vida, assim como ocorreu com Jeremias? Então traga à memória o que te pode dar esperança: não o que Deus já fez, mas quem Deus é. Traga à memória que ele é soberano, amoroso, gracioso, misericordioso, sustentador, alegre, pacífico, pacificador, perdoador, restaurador, salvador, fortalecedor, carinhoso, amigo, Pai. É a percepção sobre quem o Senhor é que deve lhe dar esperança de que ele agirá segundo sua natureza eterna, dando pão e não pedra, perdoando e não esmagando, reconstruindo e não destruindo, concedendo vida e não morte. Deus é Deus ontem e hoje; Deus é seu Pai ontem e hoje, Deus é vida, ontem é hoje. Deus é amor, ontem e sempre.

Deus é Deus. Traga isso diariamente à memória… e nunca lhe faltará esperança.

Paz a todos vocês que estão em Cristo,
Maurício Zágari < facebook.com/mauriciozagariescritor >

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descanso 1Se você acompanha regularmente o APENAS, deve ter percebido que passei quatro semanas sem postar reflexões aqui no blog. Agradeço demais o carinho de todos os amigos que entraram em contato para saber se estava tudo bem comigo e questionaram o meu silêncio nesse período. Sim, está tudo ótimo, agradeço demais a gentileza da preocupação. Fato é que precisei tirar um mês sabático para me dedicar prioritariamente a outras coisas. Sem desmerecer de modo algum a importância que o blog tem na minha pequenina contribuição para o reino de Deus e a vida dos irmãos e irmãs que se sentem abençoados pelo que escrevo, existem momentos em que precisamos parar, respirar, mudar um pouco o foco. E, depois, voltar. Acredite: sem silêncio, não se valoriza o som. Sem pausas, não se compõe uma sinfonia. Sem descanso à noite, não se trabalha bem pela manhã. Se tem algo que Deus valoriza é o descanso. Mas… será que você descansa de forma bíblica? Mais ainda: será que existe uma forma bíblica de descansar? Eu acredito que sim.

Depois de três anos longe do Brasil, meu irmão de sangue, minha cunhada e meus dois sobrinhos, que moram na Espanha, vieram passar férias aqui. Quis Deus que, no mesmo período, eu assinasse contrato com a editora Mundo Cristão para escrever o que considero meu mais importante projeto literário até hoje, uma obra que será lançada no segundo semestre do ano que vem e que exige muito foco, oração, pesquisa, concentração, criatividade e tempo de escrita. Somando as duas coisas, percebi que eu não daria conta de dedicar-me simultaneamente à família, a esse projeto e ao APENAS com excelência. E, sem excelência, não gosto de fazer nada. Por isso, tirei alguns dias de férias para ficar junto das pessoas que amo e, também, para me dedicar com todo o empenho ao novo projeto literário. Preferi silenciar aqui no blog durante essas quatro semanas, pois, para escrever de qualquer maneira, sobre qualquer coisa, sem pensar e refletir apropriadamente… melhor não fazer. Agora, com metade dos textos do novo projeto literário já escritos, chegou a hora de voltar. Eis-me aqui.

descanso 2Deus nos ordenou guardar um dia na semana. Em linguagem figurada, até ele “descansou”. Quando lemos a lei mosaica, vemos que o Senhor deu diversas ordenanças acerca de períodos sabáticos. Sim, a pausa é algo que Deus valoriza e estimula. Trabalhe o ano inteiro sem tirar semanas de férias e você logo será um péssimo (e exausto) profissional. Sem recarregar as baterias, sua vida não anda. Sem parar para abastecer no meio da corrida, nenhum piloto de fórmula 1 ganha a disputa. Parar não é um luxo: é uma necessidade e um mandamento divino. Pare. Respire. Relaxe. Repense. Assim, você será muito melhor naquilo que se dedica a fazer.

Em meio ao turbilhão de seu ministério, Jesus tirou muitos momentos para ficar sozinho, orar, se conectar ao Pai. Jesus não só valoriza o descanso, ele próprio é o descanso: “Venham a mim todos vocês que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso” (Mt 11.28). Como Jesus poderia dar algo ruim a alguém? Como ele proporia ser fonte de águas amargas? Desejar repouso não é reprovável, é fundamental. É sobrevivência. É o impulso necessário para ir adiante. É a inspiração profunda que o atleta dá antes da largada. Não tenha vergonha de repousar. Repouse. Organize-se para repousar. Ponha o descanso na sua agenda. Deus quer isso.

descanso 3Claro que não se deve usar esse argumento para se entregar à preguiça. A preguiça é o extremo do descanso e, como todo radicalismo fanatizado, é prejudicial. “Aprenda com a formiga, preguiçoso!” (Pv 6.6), é o alerta bíblico. “O preguiçoso logo empobrece, mas os que trabalham com dedicação enriquecem” (Pv 10.4). O descanso deve ser na medida certa, assim como a refeição deve parar antes de se tornar gula. Quem come em excesso passa mal, vomita. A preguiça é o vômito de quem descansa, que vai muito além do que deveria. O repouso fortalece, a preguiça enfraquece; o repouso enrijece, a preguiça torna flácido; o repouso lança para o alto, a preguiça esmaga contra o chão. “O preguiçoso muito quer e nada alcança, mas os que trabalham com dedicação prosperam” (Pv 13.4). E ninguém é capaz de trabalhar com dedicação se não desfrutar do descanso que dá gás ao empenho. Você tem reservado momentos de sua vida para descansar? Se não tem, recomendo que o faça.

E, aqui, cabe uma pergunta: de que maneira você tem descansado? Como exatamente é seu descanso? Porque, creia, aquilo que você faz enquanto descansa é fundamental para que esse período seja útil de fato – e bíblico. Descansar enfiando a cara em joguinhos de smartphone pode ter seu valor, mas… só isso? Descansar navegando pelo facebook por horas seguidas talvez o irrite mais do que relaxe. Uma coisa é descansar lendo um bom livro, outra é descansar lendo a revista de fofocas sobre artistas da TV. Repousar pastando a mente, sem que ela seja direcionada para algo realmente válido e produtivo, torna o descanso um tiro no pé. É quando ele se torna ociosidade, inatividade. E isso é maligno.

Aceita uma sugestão? Use seu tempo de descanso para pôr em prática o grande mandamento.

descanso 4Ao ser indagado sobre qual é o mandamento mais importante da lei de Moisés, “Jesus respondeu: ‘Ame o Senhor, seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de toda a sua mente’. Este é o primeiro e o maior mandamento. O segundo é igualmente importante: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’. Toda a lei e todas as exigências dos profetas se baseiam nesses dois mandamentos” (Mt 22.37-40). Sim, é possível descansar amando o Senhor. Como? Só ama quem se relaciona com a pessoa amada. E a forma de se relacionar com Deus é batendo papo com ele, criando intimidade, trocando ideias, desabafando. Em linguagem bíblica: orando. Não ponha sua mente no que não presta durante o descanso, aproveite para fortalecer – sem exigências, cobranças, mecanismos ou estresse – seus laços e vínculos com teu Pai. E, sim, é possível descansar amando o próximo. Como? Só ama quem se relaciona com a pessoa amada. E a forma de se relacionar com o próximo é batendo papo com ele, criando intimidade, trocando ideias, desabafando. Em linguagem bíblica: comungando.

É na oração e na comunhão que enxergo a forma mais bíblica, rica e produtiva de repouso.

Você precisa descansar. Mas precisa descansar bem. Da forma adequada. Minha recomendação é que tire períodos de repouso nos quais fique a sós com Deus e deite em verdes pastos, junto a águas tranquilas, com a cabeça no colo do Pai, trocando ideias em paz. E que encontre seus amigos e jogue conversa fora, conte piadas, toque violão, cante, divirta-se, desfrute de calor humano. E lembre-se que “o próximo” é também a sua família. Descanse passando períodos divertidos com seus filhos, namorando seu cônjuge, abraçando seus pais. Não consigo conceber forma mais bíblica de repousar, pois descansar sem se relacionar não se encaixa na fé cristã.

Se fizer isso, acredito que estará vivendo, hoje, um pouco do que viverá na eternidade, quando, enfim, estará face a face com o Senhor e com os irmãos em Cristo no estado perfeito, desfrutando do repouso eterno enquanto faz aquilo que Deus nos chamou a fazer ainda nesta terra: se relacionando, interagindo, dando e recebendo afeto e amor. Pois, se repouso sem amor é correr atrás do vento, descanso com amor é, literalmente, divino. Descanse amando. Garanto que você será muito mais feliz.

Paz a todos vocês que estão em Cristo,
Maurício Zágari < facebook.com/mauriciozagariescritor >

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Amor 2Você quer viver um grande amor? Então eu gostaria de compartilhar alguns pensamentos com você. A busca por um grande amor faz parte da natureza humana, conforme estabelecido por Deus. Já ouvi dizer que o anseio por ter um companheiro afetivo deve-se ao fato de a humanidade ter pecado e, por isso, possuir um vazio gerado pela ausência do Senhor. Carência afetiva seria, por essa visão, uma consequência da separação entre o Criador e a criatura. Teologicamente, não concordo com isso. Perceba que Deus estabeleceu o relacionamento entre homem e mulher antes da queda: foi ainda quando Adão estava em seu estado perfeito que Deus decretou: “Não é bom que o homem esteja só; farei para ele alguém que o auxilie e lhe corresponda” (Gn 2.18). Logo, não foi ao pecar que a carência afetiva e emocional entrou no coração humano, foi antes. A conclusão é que desejar ter alguém para chamar de seu é uma característica natural, essencial e divinamente concedida ao ser humano. 

Não há, portanto, mal algum em querer viver uma história de amor, em desejar construir um projeto de vida conjunto com alguém do sexo oposto. Homem e mulher foram feitos para se buscarem, se complementarem, se estabelecerem como uma unidade plural. “Por isso, deixará o homem a seu pai e mãe [e unir-se-á a sua mulher], e, com sua mulher, serão os dois uma só carne. De modo que já não são dois, mas uma só carne” (Mc 10.7-8). O grande problema ocorre quando você entra em uma relação e decide vivê-la de modo diferente do projeto inicial de Deus. 

A união de dois em um é abençoada caso a vontade de Cristo seja respeitada em tudo. Fora dos parâmetros estabelecidos pelo Senhor, essa união terá sérios problemas, que ocorrem, em geral, quando o cônjuge põe a sua vontade acima da de Deus. 

Amor 3A grande questão, que leva muitos a falirem e fracassarem na relação matrimonial, é que a vontade de Deus para marido e mulher exige renúncia, negar a si mesmo, fazer muito do que não se quer e deixar de fazer muito do que se quer, mortificar o eu em função do outro, domar o  temperamento, mudar o que não está bom… e muitas outras posturas de abnegação. Só que uma enorme quantidade de pessoas não quer isso e acha que elas serão felizes na vida conjugal se ficarem vivendo de acordo com a própria vontade, com o “seu” jeito de viver o casamento, sem querer renunciar a nada. E essa postura, com toda certeza, dará errado. 

Viver um grande amor não é encontrar um príncipe ou uma princesa e viverem felizes para sempre – pois isso não existe. É fazer uma aliança com alguém cheio de defeitos e ser capaz de renunciar muito para desfrutar de uma relação extraordinária. Por isso, é preciso buscar todas as passagens bíblicas que tratam do papel do homem e da mulher numa relação a dois e estudá-las com honestidade e responsabilidade, a fim de por seus ensinamentos em prática. 

Amor 4Se você está em busca do grande amor da sua vida, ótimo, faz muito bem. Saiba que essa é a vontade de Deus para a humanidade. Casamento sem amor é um horror. O amor é a motivação bíblica por excelência para um casamento. Mas entenda que buscar um grande amor não significa nem de longe viver uma parceria em que cada um faz o que deseja, vive como bem entende e só quer desfrutar dos benefícios do relacionamento. Viver um grande amor sempre – preste atenção: sempre – vai exigir muito de você. Vai  exigir sacrifícios. Assim como Adão precisou abrir mão de uma de suas costelas para viver uma história de amor, você terá de abrir mão de coisas importantes para o seu eu em prol de quem ama – a começar pela sua vontade. Quem deseja viver um grande amor terá sempre de abrir mão da própria vontade para priorizar a vontade não do cônjuge, mas a de Deus. Caso contrário, o fracasso matrimonial é certo. Homens subservientes ou egoístas e mulheres desrespeitosas ou egoístas só atraem ruína para o casamento. 

Se você ainda é solteiro, peço a Deus que viva um grande amor. Nesse sentido, a melhor recomendação que eu poderia lhe fazer é que, antes de iniciar um relacionamento, estude na Bíblia o que Deus espera de você ao ingressar num casamento. Investigue quais serão os ônus e as obrigações ao se tornar marido ou mulher. Descubra quais sacrifícios a vontade de Deus exigirá de você. Se perceber que não conseguirá amoldar-se ao padrão bíblico, recomendo que viva solteiro e celibatário. Pois viver de modo rebelde e autocentrado em uma relação a dois só trará problemas, sofrimento, dores, fracasso e infelicidade matrimoniais. Repito: dar as costas para o modelo divino e bíblico para o seu papel numa relação a dois é assinar a falência do seu casamento.

Mas, caso você esteja disposto a ser um marido ou uma esposa que segue fielmente a vontade de Deus, especificada na Bíblia, com toda a renúncia que isso exige, prepare-se para viver um amor pleno, belo, realizado e repleto de alegrias, sorrisos, prazeres e paz. Enfim, um grande amor. 

Paz a todos vocês que estão em Cristo,
Maurício Zágari < facebook.com/mauriciozagariescritor >

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beleza 1Escrevo este texto sentado em um banco do lado de fora da sala em que minha filha tem sua aulinha de balé. Meus olhos se alternam entre os gestos bonitos de pequena e a tela do celular, por onde acompanho o noticiário do dia. Quando ergo os olhos, vejo a pequenina dar saltos elegantes e fazer passos encantadores. Quando baixo os olhos, leio sobre a lama que toma conta da presidência da República, do Congresso, do país. Ao erguer os olhos, consigo sorrir. Ao baixar os olhos, sinto vontade de chorar. Olhos para cima; vejo beleza, graciosidade, esperança. Olhos para baixo; vejo o horror, a imundície, a corrupção humana. Percebo que, dependendo de para onde olho, vejo a graça, o amor e a ação de Deus nesta terra ou vejo a mentira, o cinismo e a ação do pecado neste mundo. Felizmente, posso alternar a direção e o foco de meus olhos. E você também pode. 

Não é segredo para ninguém que o Brasil vive dias calamitosos. Nunca, em meus 44 anos de vida, vi tanta imundice nas estâncias do poder. Jamais testemunhei tanta desfaçatez, mentira e manipulação. Enoja qualquer cidadão de bem ver o que o Brasil tem vivido, com governantes sórdidos, com um vocabulário desbocado que revela do que está cheio seu coração, sem caráter nem preocupação com o próximo. É inédito o que vejo no noticiário: um punhado de criminosos que ocupam cargos de liderança em nosso país, graças a promessas mentirosas feitas em época eleitoral e a políticas populistas e assistencialistas, destruírem a ética, ignorar o que é bom, praticar o mal tão descaradamente. Ao olhar para as notícias na tela do meu celular, sinto vontade de me ajoelhar e chorar, clamando a Deus por misericórdia sobre a nossa nação. 

beleza 3Mas, então… meus olhos se voltam para cima e o que vejo me enche de esperança. Sim, ainda há beleza no mundo. Ainda há poesia, graça, luz, futuro. Olho para minha herdeira e sei que nela há potencial para uma geração ética, amorosa, correta, que não venderá tudo o que se liga à boa moral pela ganância e a ânsia por poder e dinheiro. É ao olhar para cima que enxugo as lágrimas e sorrio, lembrando que o Senhor ainda está no controle. E sempre estará. Vivemos dias horríveis no Brasil. Mas temos uma opção: afundar nossas esperanças com base nas péssimas notícias do dia ou avivar nossas energias e nosso potencial ao erguer os olhos e apreciar o que há à frente. Fiz minha opção. Dou uma espiada no noticiário do dia, para manter-me a par das coisas. Mas, em pouco tempo, desligo o celular e elevo meus olhos para o alto, de onde sempre vem o socorro. 

“Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta, tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé” (Hb 12.1).

beleza 2Concluo que é ao erguer os olhos e os depositar na beleza, no amor e na graça que serei fortalecido para viver mais um dia com esperança e paz. Não, me recuso a ser vencido pela miséria humana, pelo pecado, pelo horror. Jesus já venceu tudo isso na cruz. Por isso, tenho certeza de que, se mantiver meus olhos direcionados para o alto, sem me esquecer de quem é o Senhor do universo, o Autor da vida, o Controlador de tudo, viverei em paz, por saber que o Deus que pisa no mal e promete um futuro sem lágrimas, nem dor, nem sofrimento… segue sendo Deus. 

Meu irmão, minha irmã, você tem sofrido com as notícias do dia, pelo peso da lama que soterra nosso país? Então fica uma sugestão. Desligue um pouco o telejornal, olhe para os lírios do campo e para as aves do céu e lembre-se de que Aquele em quem devemos depositar confiança inabalável permanece sendo o Senhor da História. Ele abate o soberbo. Ele dá graça ao símplice. Ele é bom. Ele é verdade e justiça. Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele e o mais ele fará. Desfrute da beleza da vida, reflexo da beleza de Cristo, e, assim, conseguirá viver com os olhos fixos no autor e consumador da fé, passando por cima da podridão deste mundo, rumo ao alvo da glória celestial.

Paz a todos vocês que estão em Cristo,
Maurício Zágari < facebook.com/mauriciozagariescritor >

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