LUTODeus age de formas que jamais poderíamos imaginar e cumpre seus propósitos de maneiras frequentemente inesperadas. Se você acompanha o APENAS, já deve saber que a editora Mundo Cristão acabou de lançar meu mais recente livro, O fim do sofrimento – Um livro para quem busca consolo e esperança nos momentos mais sombrios. É uma obra que tem como objetivo levar paz, fortalecimento e alegria a quem está triste, fraco e abatido; mas, também, mostrar por que um Deus bom e gracioso permite que enfrentemos momentos de agonia e dor. Semana passada, vivi uma situação em que sofri e precisei amparar pessoas que estavam passando por muito sofrimento e, se não fosse todo o estudo bíblico e as reflexões que precisei fazer para escrever O fim do sofrimento… confesso que eu não saberia como agir. O relato a seguir é difícil e pode afetar os mais sensíveis, por isso, gostaria de pedir que você não prosseguisse a leitura se for uma pessoa suscetível a situações de dor e perda.

Na terça-feira, dia 26/05, eu estava trabalhando em meu apartamento quando, por volta de 11 horas da manhã, comecei a ouvir um barulho muito alto vindo do corredor. Apreensivo, decidi espiar. Saí no corredor e vi um casal que não conhecia diante da porta do apartamento ao lado do meu, cuja proprietária, dona Marilene, é uma senhora de 79 anos que há quase 15 anos é minha vizinha e com quem sempre me dei muito bem. Eles esmurravam a porta de ferro e chamavam por ela. Assustado, me identifiquei como vizinho e perguntei o que estava havendo.

– Estamos tentando falar com minha mãe há quatro dias mas ninguém atende o telefone. A faxineira veio no dia marcado e ninguém abriu a porta. Estamos muito preocupados – foi a resposta do senhor, que se identificou como Renato, filho de dona Marilene. Com ele estava sua esposa, Virgínia (todos os nomes deste texto foram trocados por respeito à privacidade da família).

Naquele momento, percebi que eu tinha um papel a desempenhar naquela situação. Estava claro que os dois estavam em grande sofrimento, pela suposição do que poderia ter acontecido. Procurei acalmá-los e pensar com a clareza necessária – algo que, visivelmente, eles não conseguiam naquela circunstância. Como a chave reserva que estava em poder deles não abria a porta, aventei a possibilidade de as trancas estarem fechadas por dentro.  Vi claramente o sofrimento nos olhos dos dois e reagi a ele de forma enérgica, pois entendi que, entre bens materiais e paz de espírito, naquele momento a paz era mais importante. A porta era daquelas antigas, feitas de ferro e com vidro jateado. Sugeri, então, que quebrássemos o vidro para arrombar a porta. Após uma rápida conversa, concordamos com a decisão.

Peguei uma vassoura e, a uma distância segura, comecei a bater com ela contra o vidro, que se despedaçou. Quando já tinha destruído quase todo ele, sentimos um cheiro bastante ruim vindo do apartamento. Aquilo desesperou o casal, já antecipando o pior. Virgínia, que estava meio descontrolada, enfiou a mão pela grade com afobação e tentou abrir os ferrolhos por dentro, mas, na pressa, cortou a mão em um pedaço de vidro. Pedi calma e solicitei que esperassem. Corri de volta para meu apartamento, peguei iodo e esparadrapo, voltei e fiz um curativo nela. Também trouxe pá e vassoura, para remover a pilha de vidro do caminho. Depois de cuidar de Virgínia e limpar o vidro do chão, voltei ao meu apartamento, peguei uma cadeira e retornei ao corredor. Pedi que ela se sentasse e aguardasse, pois vi que estava à beira de um desmaio. Tentei acalmá-la e disse que eu tentaria abrir os ferrolhos.

Enfiei a mão pela grade e consegui desaferrolhar. A porta, porém, não se abriu. Supus que a fechadura tivesse sido trocada e tive uma ideia: corri ao interfone, liguei para o porteiro e pedi que voasse até a esquina, para chamar um chaveiro, a fim de que abrisse a porta. Enquanto aguardávamos, comecei a conversar com o casal. Foi quando soube que Renato e Virgínia não eram cristãos e que ele sofria de hipertensão, o que me preocupou bastante.

Finalmente, o chaveiro chegou, pegou as ferramentas e, em pouco tempo, destravou a porta. Imediatamente, os dois fizeram menção de entrar. Mas eu me pus na frente, já antevendo o que poderia acontecer caso deparassem com a cena que eu imaginava haver lá dentro. Para mim, era impensável deixar um filho ver a mãe no estado em que supus que ela estaria, a julgar pelo cheiro do ambiente. Não, eu não queria que o sofrimento deles fosse ainda maior. Pois amar o próximo é se dispor a situações difíceis pelo bem-estar alheio. Olhei em seus olhos e disse:

– Por favor, aguardem aqui. Eu vou olhar o apartamento. Não entrem por enquanto.

Entrei na sala e não vi nada de estranho, exceto um bule de chá com um líquido que visivelmente já estava ali havia muito tempo. Prossegui pelo corredor, seguindo o cheiro forte que vinha de dentro. Quando cheguei à porta do quarto, meus temores se confirmaram: dona Marilene jazia, caída no chão, com o corpo visivelmente em estado adiantado de decomposição (com tudo o que isso implica). Era uma cena horrível. Horrível. Para poupar você, não vou entrar em detalhes sobre a aparência do cadáver, pois calculo que estava ali havia mais de três dias. Acredite: não era, nem de longe, uma cena bonita.

Respirei fundo e fiz uma rápida oração a Deus pelo casal. Voltei ao corredor, onde eles me aguardavam, muito apreensivos. Vi que um dos porteiros do prédio tinha subido e estava com eles.  Me aproximei, passei o braço em torno dos ombros dos dois e disse:

– Queridos, dona Marilene descansou.

Na hora, Virgínia desabou no choro. Renato ficou parado, atônito. Entendi que, se Deus tinha me posto ali naquela hora, era eu mesmo quem teria de administrar o sofrimento deles naquele momento – pois, quando estamos no meio do furacão, precisamos sempre de gente que nos ajude a ver as coisas com clareza e faça as coisas por nós. Uma coisa era certa: a prioridade naquele momento era não deixá-los ver o corpo, devido ao estado lastimável em que se encontrava. Não era aquela a memória que eu desejava que Renato levasse da mãe e Virgínia levasse da sogra que amavam. Por isso, virei-me para o porteiro e pedi:

– Reginaldo, leve o filho de dona Marlene lá para baixo, para a sala dos porteiros, e dê a ele um copo de água.

Assim eles fizeram. Vi o chaveiro ainda ali, parado, meio sem graça. Providenciei na hora o pagamento do serviço, entreguei a ele o dinheiro e o despedi. Em seguida, pus Virgínia sentada, fui à cozinha e peguei para ela um copo de água gelada. Quando se acalmou um pouco, tentei conversar com ela. Embora chorando, Virgínia me parecia ser a pessoa mais centrada do casal naquele momento. Perguntei se havia parentes que ela teria urgência de avisar. Depois indaguei se eles tinham algum tipo de convênio ou plano funeral que eu pudesse ajudar a acionar. Diante das negativas, perguntei se ela me autorizava a tomar providências. Voltando a chorar muito, respondeu que sim. Peguei o celular e telefonei para os bombeiros. Expliquei a situação e pedi urgência. Prometeram enviar alguém.

Nisso Renato voltou, acompanhado do porteiro. Ele não conseguia ficar longe, tamanha era a sua agonia. Eu fiquei na porta do apartamento, barrando sua entrada. Expliquei que já tinha pedido a vinda dos bombeiros. Transtornado, ele disse que não tinha ideia do que fazer. Como já tive de me envolver com as providências que envolveram a morte de meus avós, expliquei tudo o que sabia sobre como funcionava o processo: emissão de atestado de óbito, transporte para o IML, compra de espaço no cemitério, esse tipo de coisa. Vi que ter uma clareza maior do que fazer deixou Renato um pouco mais calmo.

Nisso, Virgínia demonstrou preocupação com a saúde dele, devido à hipertensão. Como tenho um aparelho de aferir pressão, o convidei para entrar em minha casa para ver como estava. Ele aceitou, fomos ao meu apartamento, fiz com que se sentasse à mesa, peguei o aparelho e constatamos que sua pressão estava em 18,6 x 10. Eu recomendei que tomasse algum medicamento. Voltamos para o corredor no momento em que um bombeiro chegava, com uma enorme maleta. Ele perguntou o que tinha havido e lhe expliquei tudo. Pediu para ver o corpo.

O cheiro naquele momento era nauseante. Mesmo assim, eu disse a Renato e Virgínia que não entrassem no apartamento, que eu conduziria o bombeiro. Fui à frente e levei o bombeiro até o corpo. Ele observou a cena e saímos do quarto. O homem disse que precisaria de informações pessoais da falecida, bem como de um documento dela. O problema é que a carteira de identidade de dona Marilene estava sobre um móvel, no quarto, ao lado do corpo. O bombeiro estava preenchendo uma ficha com Renato. Virgínia chorava, com um olhar distante. Respirei fundo, lembrei-me do amor pelo próximo e voltei ao quarto. O odor era insuportável. Caminhei a poucos centímetros do cadáver, peguei o documento e saí.

Renato começou a passar mal. Conversei com o bombeiro e ele recomendou dar um Lexotan ou um Rivotril. Felizmente eu tinha um Rivotril em casa, corri, peguei e o entreguei ao filho de dona Marilene. Naquela hora, chegou a polícia, que tinha sido acionada via rádio pelo bombeiro. Os policiais disseram que precisariam tomar o depoimento do casal e, naquele momento, percebi que eu não seria mais necessário ali. Abracei com carinho Renato e Virgínia, dei-lhes uma palavra de conforto, falei rapidamente do amor de Deus e do consolo e da paz que só Jesus poderia lhes dar. Por fim, me despedi e me pus à disposição de qualquer coisa que precisassem.

E retornei para casa.

Ao final do dia, por volta de 22 horas, eu estava em meu apartamento quando tocou a campainha. Abri a porta e vi Renato e Virgínia. Perguntei como estavam e os convidei para entrar, mas eles se recusaram. Disseram que tinham passado o dia tomando providências, mas que faziam questão de ir à minha casa agradecer por tudo o que eu tinha feito. Renato disse uma frase que me tocou o coração:

– Você foi um anjo que Deus pôs na minha vida num dos momentos de maior sofrimento que já vivi.

Respondi com sinceridade que tudo o que fiz foi porque o amor de Cristo vive em mim e que não tinham pelo que agradecer. Foi quando tive um insight. Pedi que esperassem um instante, voltei para dentro, peguei um dos poucos exemplares do O fim dos sofrimento que tenho e lhes dei de presente.

– Este livro é para vocês. E peço a Deus que a leitura os abençoe muito.

Eles espicharam o olho, viram a capa e a contracapa e deram uma pequena folheada. Virgínia comentou:

– Não conheço o autor. Quem é?

– Sou eu mesmo – respondi.

Eles se olharam, surpresos, olharam para o exemplar, olharam de novo para mim. Ela deu um sorriso cansado e disse:

– Agora eu entendi por que você nos ajudou na hora do sofrimento. Você entende do assunto.

Ao que eu retruquei, dizendo mais ou menos isto:

– Na verdade, tudo o que aprendi sobre o assunto foi com Jesus. Ele, mais do que ninguém, sabe o que é sofrer. Por isso, não tem nenhuma pessoa melhor a quem possamos recorrer na hora em que estamos sofrendo. E, quando aprendemos o que é sofrimento, conseguimos amar o próximo como Jesus nos amou. Leiam, descubram o que Jesus tem a dizer a vocês neste momento e passem adiante – e sorri.

Eles devolveram o sorriso, disseram mais algumas palavras e nos abraçamos. Em seguida, se despediram e chamaram o elevador para descer. Voltei para dentro e fiquei pensando em tudo o que ocorreu. Deus permite o sofrimento porque tem um fim, isto é, uma finalidade para cada situação de dorNão sei dizer exatamente qual foi a finalidade de tudo o que eu, Renato e Virgínia vivemos naquele dia. Penso em muitas possibilidades. Mas uma coisa vi na prática: se abrirmos mão de nós mesmos e nos dedicarmos em amor para sanar o sofrimento do próximo, nos tornaremos verdadeiramente instrumentos nas mãos de Deus para levar consolo e esperança a todo aquele que precisa, em seus momentos mais sombrios.

Paz a todos vocês que estão em Cristo,
.
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comentários
  1. Alesssandra disse:

    Louvo a Deus por sua vida! Que Jesus continue te capacitando, guardando e guiando!!!

  2. Lorena Paim disse:

    Glorifico a Deus por sua vida, Maurício!

  3. Fátima Lopes disse:

    Amado, Deus te usou mesmo nesse momento. Você é um vaso que abençoa vidas. Continue sempre assim Maurício, isso é um dom de Deus. Amamos você com o amor do Senhor.

  4. Henrique.M.Santos disse:

    Mauricio bom dia;graça e paz,como sempre mais um texto perfeito claro que inspirado por Deus,mauricio mesmo sem te conhecer pessoalmente vejo que vc e um exemplo para todos que desejam viver o evangelho em pratica;que Deus continue te usando hj e sempre seja atraves do seus livros;seja traves do seu blog, mais principalmente que ELE te use atraves do seus atos.

    • Olá, Henrique,
      .
      mano, não sou exemplo não, sou apenas um servo esforçado, que luta contra a própria natureza má para servir ao Senhor e ao meu próximo. Muitíssimo obrigado pela oração, preciso muito.
      .
      Grande abraço, no amor de Cristo,
      mz
      facebook.com/mauriciozagariescritor

  5. Alexandre Nobre disse:

    Olá meu irmão!! Quando li sobre você abraçando o casal nesse momento tão terrível, imaginei Jesus abraçando vocês três… creio assim, Ele está mais perto do que pensamos e seu amor abraça o abraçado, mas abraça também que está abraçando.
    Deus te abençoe muito! E louvado seja Deus por suas palavras aqui, no face, nos livros e pessoalmente, na vida daqueles que sofrem. Você não tem ideia de quanto suas palavras nos textos aqui falam comigo, como um amigo ao seu próximo … enfim, sem mais… obrigado!

  6. Daniel disse:

    Vc agiu muito bem e com muita calma Maurício , Graças a Deus por vc estar por perto nessa hora .

  7. Ana disse:

    Olá, Maurício!
    Muito emocionante o seu relato. Graças a Deus esse casal pôde contar com a sua ajuda nesse momento tão difícil. Já tive muitas perdas mas não posso imaginar minha reação se acontecesse algo desse tipo com alguém próximo a mim. Penso que acontecimentos tristes como esse servem de alerta para todos nós. Quem tem um parente idoso na família, ou mesmo jovem que por algum motivo mora sozinho, precisa tomar providências para prevenir situações como essa, precisa estar mais presente. Não estou criticando o casal, até porque não conheço nada sobre eles, mas às vezes nos envolvemos tanto com a nossa rotina e os nossos problemas que nos esquecemos de dar um pouco mais de atenção a quem precisa, principalmente pessoas idosas. Que Deus conforte o coração dessa família e venha a despertar e capacitar o seu povo para estender a mão a quem realmente necessita de ajuda. Que Deus continue abençoando a sua vida. Paz!

    • Oi, Ana,
      .
      você tem toda razão, é preciso cuidar dos nossos idosos e amá-los como gostaríamos de ser amados. Obrigado pelas tuas palavras e pela tua oração.
      .
      Abraço pra ti, no amor do nosso Pai,
      mz
      facebook.com/mauriciozagariescritor

  8. Elisangela disse:

    Olá,

    Lindo testemunho, percebi pelas palavras que vc teve a serenidade, o equilibrio e a maturidade necessária para ajudá-los nesse momento, aleluia!
    E essa foi minha oração ao final do texto quero um dia chegar a esse patamar…

    Deus lhe abençõe ,
    🙂

    • Oi, Elisangela,
      .
      fico feliz que você tenha orado dessa forma. Creio que Deus nos capacita para levar paz e consolo ao próximo em meio à dor.
      .
      Abraço fraterno, no amor de Cristo,
      mz
      facebook.com/mauriciozagariescritor

  9. 021965 disse:

    Oi Mauricio,
    A paz!
    Brilhante a forma como vc descreve essa experiência nada agradável , estou certa de que escolheu as palavras c muita sensibilidade e carinho! Foi edificante lê-las! parabéns! Deus continue a te abençoar!

    • Olá, mana,
      .
      foi importante tentar manter o equilíbrio apesar do impacto da situação. Creio que nessas horas Deus nos capacita, apesar de nós.
      .
      Obrigado pelo carinho e a oração, são valiosos.
      .
      Abraço fraterno, no amor maior,
      mz
      facebook.com/mauriciozagariescritor

  10. Mariana Dias disse:

    Pastor, por favor me ajude. Desde que li sobre o pecado no qual Deus não perdoa, me vem em mente pensamentos maus que eu jamais gostaria de ler. Na verdade isso mexeu muito comigo, fiquei com medo, triste, chorei, pedi perdão por esses maus pensamentos, mas a verdade é que isso criou em mim uma barreira que estou pedindo pra Jesus quebrar. Faz aproximadamente uns dois meses que venho enfrentando isso. E achei seu blog, e gostaria que me respondesse.

    • Mariana Dias disse:

      de ter não de ler.

    • Olá, Mariana,
      .
      tenha paz. A blasfêmia contra o ES, que é o pecado imperdoável, só é cometido por pessoas que jamais se arrependem do pecado cometido. Tenha paz no coração, pois, se você está sentindo o peso, em arrependimento, desses pensamentos, é porque você não cometeu tal pecado. Se desejar se aprofundar no assunto, recomendo que você leia o livro “Perdão Total” , onde trato do tema em mais detalhes. Mas fique tranquila, pelo teu estado de espírito não creio que você tenha blasfemado contra o ES.
      .
      Abraço fraterno, no amor de Deus,
      mz

      • Mariana Dias disse:

        Obrigada Mauricio. Na verdade fiquei muito mal, triste, chorava, não comia, não queria fazer mais nada e ainda sentia Deus em silencio. Me senti péssima, como nunca antes. Deseja a Deus e o sentia em silencio, então cheguei a pensar que ELE não me ouvia mais. Mas conforme ia nos cultos na minha igreja, senti o Senhor falando comigo Inúmeras vezes, mas as vezes também não me atentava. Conversei com o meu pastor e ele disse que Deus perdoa esses tais pensamentos, que não era pra mim ficar assim, mas procurar ocupar minha mente, lendo a Palavra, escrevendo e fazendo minhas atividades normais. Mas ainda me sinto insegura, receosa de não obter o perdão que tanto anseio por esses maus pensamentos. Tenho buscado a Deus e pedido que ELE retire essa barreira que ficou na minha mente. Porque são pensamentos que eu nunca quis ter, mas depois que li alguns artigos sobre isso, fiquei com tanto medo que isso não saiu da minha mente desde então. Ficou algo meio compulsivo. Enfim me sInto horrível as vezes, mas ao mesmo tempo sedenta de ler mais a palavra, para ser fortalecida.Peço a Deus que renove minha mente e me transforme.
        Obrigada pela indicação ao livro. Que Deus te abençoe!

    • Daniel disse:

      Olá Mariana , sugiro que vc assista a esse video :
      Vejam Só! – “Tenho pensamentos contra o Espírito Santo…”

      Deus usou muito esse recurso para me ajudar a entender e a superar uma dificuldade que eu tinha quanto a isso , espero que vc também seja abençoada.

      • Mariana Dias disse:

        Daniel muito obrigada. Eu assisti o video. Muito produtivo. Que Deus te abençoe, e sigamos na nossa caminhada cristã. O nosso alvo é Jesus e a ELE toda honra e toda gloria para sempre!!

  11. Noeme de Jesus Almeida Santana disse:

    Oi Maurício,
    A paz!
    Escrevi ontem (01.06.15) um comentário sobre o post do sofrimento , não o vi publicado e tb estranhei nao ver nenhum comentário! Excelente post, escrito c.muita sensibilidade, Deus continue a abençoar vc!

    • Oi, Noeme,
      .
      desculpe a demora em aprovar os comentários, viajei de sábado até 3a feira, cheio de compromissos, não consegui tempo. Estou lendo os comentários hoje e aprovando.
      .
      Obrigado pelas palavras gentis.
      Na paz,
      mz
      facebook.com/mauriciozagariescritor

  12. Mariana Dias disse:

    Mauricio, a paz do Senhor Jesus.
    Não deixe de me responder por favor.
    Achei seu blog e amei os textos. Você escreve de forma muito profunda. Que o nosso Deus continue a te usar como canal de benção para as pessoas.

  13. Olá, Obrigada Maurício por responder ao meu segundo comentário explicando seus motivos! Tb já ajudei pessoas em momentos difíceis delas (não ao ponto desse q vc relatou aqui rs) me sinto bem ao fazê-lo, muito bem!
    Deus continue a te usar nas vidas q precisam Dele, na medida do seu coração! O mundo precisa de pessoas q se importam, e como precisa!

  14. andreia disse:

    é por aí mano….. é por aí……

    que o óleo da unção seja derramado sobre ti CADA VEZ MAIS!!!!!

    com imensa alegria e muuuitas orações,

    Andreia Araujo

  15. Erick Oliveira disse:

    Querido irmão. Deus lhe abençoe pela atitude. Muito sabia. Fruto do Esprito creio eu.

    Passei e tenho passado por momentos difíceis.

    Há um mês aproximadamente, minha mãe precisou fazer uma cirurgia, pois estava com muitas dores em seu rim. Vários exames e nada encontrava. Até que conseguiu marcar o com um medico de renome aqui em Sorocaba, e enfim, achou o problema de tantas dores.
    Até onde sabíamos e foi dito é que era um nódulo entre o rim e o pâncreas, Que era necessário uma cirurgia para a retirada. A cirurgia era de risco, desde o inicio foi dito isso, mas com a mainha com muitas dores, ela optou por fazer. Na semana seguinte (quarta-feira) e cirurgia realizada com sucesso. E então ela estava na UTI em repouso, pois era um cirurgia que tinha risco e tal (não entendo muito). Mas então na quinta anoite, ela tem um complicação, ela perde muito sangue (os médicos dizem, quase 2L). Sua pressão cai ao ponto da medicação que foi aplicada para a pressão subir, não funcionar como deveria. Então ai, a família começa a interceder mais do que nunca. E todos nós convictos que o milagre na vida dela iria acontecer, até pq não tinha nem 55 anos, sonhos, recém formada e com uma alegria que contagiava qualquer ambiente.
    Orações constantes, visitas na casa dos meus pais a todo tempo, pastores, familiares, todos de joelho orando, clamando por aquela mulher que TODOS, TODOS amavam, uma mulher cheia de garra, e quem a olhava as vezes sentia até um pouco de vergonha por tanta garra e coragem. Passaram os dias, e nenhuma melhora e nem piora, as visitas na UTI eram constantes, entramos em contato com todos que poderiam nos ajudar, e assim tinhamos uma facilidade maior para entrar (sem restrição), enfim.
    No sábado, aproximadamente no horário do almoço, fomos visita-la como sempre. Mesmo ela inconsciente, íamos, conversávamos com ela, orávamos. Chegando a UTI para a visita, pudemos ver o milagre do Senhor, a Sua misericórdia sobre nossas vidas, o sEu amor, a sua preocupação. a Sua bom e perfeita vontade. Louvo a Deus todos os dias por isso, mesmo com saudades dela, pois no sabado mesmo, Ele descansou. E hoje acreditamos em um lugar bem melhor.
    A minha convicção/fé/acreditar e não conseguir descrever que eu tinha total certeza que ela levantaria daquele cama era tão grande, que aconteceu. Ela levantou e curada, sem dor, sem câncer, pois diga de passagem, era um câncer maligno, que não estava entre o rim e o pâncreas, e sim em sua artéria, onde já havia sido afetado outros órgãos, mas para não preocupar ningeum, o medico achou melhor manter “sigilo dessa situação”
    Enfim…

    Creio hoje, que se não fosse pelo que leio e aprendo na Palavra (infelizmente pouco que leio) e tambem Mauricio, se não fosse pelo seus posts me ensinando a viver, creio que as coisas teriam sido piores.

    Hoje, o milagre do Senhor ainda acontece, sobre a vida de uma mulher que foi usada, graças a Deus ela conheceu ao Senhor, e isso me conforta.
    Hoje, fazemos um pequeno grupo familiar, todos os sabados. E venho dado esse pequeno estudo (para a Honra e a Glória dEle!!!)

    Meu irmão, o primeiro post que li seu, foi sobre a tatuagem, na época que ainda tinha Facebook, e já faz um tempinho que sigo o APENAS. =D

    Conversando com minha esposa as vezes e sempre lembramos de você, e uma das conversas, comentamos que gostaria de ir para o RJ não para conhecer o “Cristo”, nem andar de Bonde, nem ir para a praia, mas sim para conhecer um servo do Senhor. Caso seja possível algum dia, gostaríamos de conhece-lo. Conhecer alguém que tem nos ajudado com casal (é claro, usado por Deus).

    Fica na Santa Paz meu caro.

    Deus lhe abençoe e cuide e você e sua família, hoje e para todo sempre.

    Obs: Apenas gostaria de testemunhar, algo que Deus fez com minha vida, através da sua, sem perceber. E creio que faz tambem em muitas outras vidas.
    Não sei pq, mas quando penso em voce, me emociono mesmo. Pois vejo muito de algumas suas atitudes em minha vida. E vejo o quanto Deus lhe usa.

    Abraços.

    Erick Oliveira

    • Erick, olá,
      .
      mano, sinto profundamente pela perda de sua mãezinha. Que o Deus que a levou para junto de si console o coração de todos os que sofrem com a ausência. Receba meu abraço apertado.
      .
      Sinto-me privilegiado por poder abençoar a sua vida e agradeço de coração por compartilhar o que meus escritos têm contribuído na tua caminhada. Tenha certeza de que isso é um gigantesco incentivo para que eu continue refletindo e escrevendo sobre as coisas de Deus e da vida cristã; nos momentos de cansaço são palavras como as suas que nos fazem renovar o ânimo.
      .
      Certamente será um prazer conhecê-lo se vier ao Rio. Você encontrará um ser humano como outro qualquer, cheio de falhas e pecados, mas será uma alegria bater papo, tomar um café e trocar ideias.
      .
      Obrigado por me abençoar com suas palavras. Um abraço apertado, no amor do Consolador,
      mz
      facebook.com/mauriciozagariescritor

  16. josias alves disse:

    Maurício, como a graça de Deus é maravilhosa, te usou para mostrar o amor do mestre!

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