egoistaFui almoçar com meus pais no Leblon, bairro de classe alta do Rio de Janeiro. Meu pai estava com muita vontade de conhecer um restaurante a que nunca tínhamos ido antes, daqueles bem caros, frequentado por famosos e gente de alta classe. Para você ter uma ideia, quem estava na mesa ao lado da nossa era Bernardinho, o técnico da seleção de vôlei, com a esposa e a filha. Cada prato custava uma fortuna. Tirando a mim, todos no restaurante eram da elite carioca. De repente, aconteceu algo que me fez pensar: aproveitando a distração dos garçons, um homem sem os dois braços se aproximou das mesas, na tentativa de ganhar uns trocados. Você não leu errado: ele não tinha os dois braços, apenas pequenas extensões abaixo dos ombros. A primeira pessoa a quem pediu dinheiro foi um homem muito bonito, extremamente bem arrumado, com relógio e adereços visivelmente caros, que estava sentado à mesa numa espécie de varanda junto à rua.

– Pode me ajudar?

Automaticamente, o incomodado cliente do restaurante deu uma resposta rabugenta, sem nem olhar direito para o pedinte:

– Não tenho dinheiro não, parceiro.

Confesso que essa resposta me deixou confuso com meus próprios sentimentos. Por um lado, sei de todas as recomendações para não dar esmolas, uma vez que muitos pedintes são “vagabundos profissionais”, que preferem ficar mendigando a buscar um trabalho. Mas, por outro… convenhamos, vai, o homem não tinha os dois braços! Em milissegundos, passou pela minha cabeça quantas oportunidades profissionais bem remuneradas aquele homem poderia ter. Ficou claro para mim que, no mínimo, a vida daquele ser humano era bem difícil e que viver da caridade alheia era uma de suas pouquíssimas possibilidades de renda.

egoista 1Algo naquela cena me incomodou bastante: a mentira deslavada do cidadão que negou ajuda. Era evidente que ele tinha dinheiro. Muito dinheiro. Pelo que comeu e bebeu, estimo que deve ter gasto no mínimo uns duzentos reais naquele almoço. Só os óculos de sol que usava deviam valer muitos almoços para o homem sem os dois braços. Dizer que não tinha dinheiro foi o passa-fora mais mentiroso que poderia ter dado. Seria mais honesto dizer algo como “não quero te dar dinheiro não, parceiro”.

Enquanto eu me revoltava contra o grã-fino mentiroso, adivinhe só: o pedinte virou-se justamente para mim:

– Pode me ajudar?

Depois de ter ficado chocado com a atitude do ricaço mentiroso, é óbvio que eu não só podia ajudar, como ajudaria com toda certeza! Afinal, não sou eu o cara que chora quando passam na televisão aqueles comerciais do ActionAid, do Médicos sem Fronteiras, da Fundação Abrinq e da AACD? Ajudar o próximo é comigo mesmo! Jamais recusaria auxílio a um necessitado! Sou um cristão, ora bolas! Como poderia me recusar a dar de comer a quem tem fome?!?!

Bem…

Tenho de confessar. Por um instante, eu hesitei. E quase soltei um “Não tenho dinheiro não, parceiro”. Foi fácil para mim fazer cara feia para o rico mentiroso, mas, por pouco, não me tornei um “classe média mentiroso”. Pois o meu impulso automático foi dizer exatamente a mesma coisa. Percebi que minha natureza humana, falha e egoísta, junto com meu senso de desconfiança aguçado, retiveram minha mão e fecharam meu coração. A vontade que eu tinha naquele momento de dar dinheiro para o homem era nenhuma. Afinal, era o meu dinheiro.

egoista 2Foi quando me dei conta de como somos condicionados a ser egoístas e só nos preocuparmos conosco. Ficou claro que eu fui adestrado a desconfiar de tudo e de todos e a achar que todos são espertalhões. Entenda que tudo o que estou descrevendo se passou num espaço de tempo mínimo, de ínfimos segundos. E minha reação imediata foi não ajudar o próximo. Não ajudar um homem sem os dois braços! Eu, o cara que na véspera tinha pago oito reais em um suco e quatorze reais em uma tapioca de Nutella, estava inclinado a não dar nem umas moedas a uma pessoa sem os membros superiores.

Foi preciso parar. Dominar meus instintos egoístas e desumanos. Respirar. Recordar do que o anjo disse a Cornélio em Atos 10.31. Tentar me vestir da natureza de Cristo. E, só então, minha mão desceu até a carteira e sacou alguma coisa. Sorridente, o homem virou as costas e pediu que enfiasse o dinheiro no bolso traseiro de suas calças. E prosseguiu em seu caminho.

egoista 3Fiquei pensando sobre aquilo. De fato, a humanidade é má. Precisamos de Cristo para superar nossos instintos e impulsos mais egoístas e  desumanos. Criticamos os “pecadores” e incorremos no mesmo pecado que eles. Conhecemos a piedade mas, frequentemente, nos esquecemos de pô-la em prática. É como se houvesse duas pessoas habitando nosso coração: Adão e Cristo. Só que “assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo” (1Co 15.22). Adão não pode prevalecer.

A luta é diária. Mas não podemos desistir. Se baixarmos a guarda, seremos derrotados pelo egoísta que habita em nós. Não permita que ele vença: supere a si mesmo e deixe que Jesus use seu braço, seu tempo, seus bens e seu coração para dar de comer a quem tem fome e de beber a quem tem sede.

Paz a todos vocês que estão em Cristo,
Maurício Zágari < facebook.com/mauriciozagariescritor >

 .
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comentários
  1. Victor Ricardo disse:

    Amém, mano.
    Que deixemos de viver o EUvangelho.

    Deus o abençoe, querido irmão!

  2. Mery disse:

    Maurício,com tantos aproveitadores da bondade alheia,nosso instinto em primeira mão é rejeitar essas pessoas ,confesso que já me senti como você varias vezes…mas com esse seu texto eu aprendi um pouco mais
    Deus te abençoe!
    Mery

  3. pv disse:

    Meu irmão, uma das coisas que tenho pedido ao Senhor é para que as verdades bíblicas possam me confrontar cada vez mais. Por muito tempo, anos e anos, vivi (achando que estava certo) uma falsa vida cristã acomodado, alegrando-me em minhas próprias justiças e cego para meu lado imundo, abominável e nojento. É muito difícil aceitar que sou tão sujo. Peça ao Senhor sempre para essa chama não se apagar.

    Tenho uma dúvida quanto a esse assunto. Todos os dias quando vou trabalhar vejo duas pessoas pedindo esmolas. Uma mulher que usa até uma criança num carrinho de bebê para sensibilizar e um homem de muleta. Fico com vontade de ajudar. Mas ao mesmo tempo penso que posso estar prejudicando aquelas pessoas a sair dessa vida, dando esmolas todos os dias. Já deve mais de ano que vejo esse cenário. Não conheço em minha cidade alguma instituição que possa ajudar essas pessoas.

    Deus te abençoe, meu irmão.

    • Oi, PV,
      .
      que bom saber que você está amadurecendo tanto, mano. Oro a Deus que siga e prossiga nesse aprendizado e nessa renovação da mente.
      .
      Querido, pode ser que sejam aproveitadores. Pode ser que sejam necessitados. Na dúvida, eu dou. Pois prefiro correr o risco de ser trapaceado por espertalhões do que deixar um faminto passar fome. Vale o risco. E, se isso ajuda, dê comida, não dê dinheiro. Ajudei?
      .
      Abraço, mano, no amor do Cristo,
      mz
      facebook.com/mauriciozagariescritor

  4. Nadia Malta disse:

    Ajuda-nos Senhor a praticarmos a verdadeira caridade, não a de doar coisas, mas a de nos doar a nós mesmos! Desmascara, Senhor, a egoísta que exite em mim”. Deus te abençoe meu irmão!

  5. Regina Henriques disse:

    Olá Maurício!

    Esta é uma situação com que nos deparamos quase diariamente e como cristãos, por vezes é difícil decidir o que fazer, pois nem sempre quem nos está a pedir, pede com os melhores objectivos. Em pouco tempo confrontei-me com 3 situações semelhantes, duas delas sabia que o dinheiro seria para drogas e álcool, a terceira, sendo um desconhecido, optei por dar-lhe alimentos e não dinheiro. Penso que temos que temos que avaliar cada caso e ajudar de acordo com as necessidades de cada um.

    Que Deus nos dê sempre discernimento para que possamos tomar sempre a melhor solução para tudo.

    Obrigada pelas suas mensagens!

    Regina Henriques

    • Olá, Regina,
      .
      perfeita colocação, minha irmã. Esse discernimento é fundamental. Dar dinheiro para drogas não é ajudar e alimentar é sempre um ótimo caminho.
      .
      Eu que agradeço pelo seu carinho. Deus a abençoe muito, com graça e paz,
      mz
      facebook.com/mauriciozagariescritor

  6. Fabio Cardoso disse:

    Olá Maurício,

    Excelente advertência.

    Vencer nosso tentador desejo de acumular, é uma posse de crescimento cristão.

    Muitas vezes,na conta de Deus, menos é mais.

    Abraço, fique na paz.

  7. Pedro Henrique S.B. disse:

    Caro Maurício,

    Excelente texto, primeiramente. Se permitir, desejo fazer um mísero acréscimo ao que foi exposto e rogo seja por ti analisado.

    Trata-se da outra vertente da herança de Adão, algo que preservamos e conseguimos “aperfeiçoar”: a transferência de responsabilidade. Explico melhor.

    Num contexto de dependência crescente do estado, houve a perda, na verdade é ignorância proposital mesmo, de um dever que a tradição cristã reconheceu ser mandamento bíblico e, portanto, obrigatório a todos os servos de Cristo: prestar auxílio total (espiritual, psicológico e financeiro) ao próximo – conforme as possibilidades pessoais. Tal obrigação é honrosa e prova viva da real transformação na vida humana. Porém, acostumamo-nos a ver no governo aquela figura que, tomando (ou seria extorquindo?) nossos recursos e retirando sua parte de custeio (burocracia), assume o papel de auxiliador real dos necessitados. Mas, salvo engano, essa questão diz respeito a nós, e não convém ao governo ser o “responsável principal” pela ajuda – proibir a interferência estatal não é a intenção. Ou seja, trocamos a ida ao encontro de outrem (comunhão) pela “terceirização do amor”. Tamanha bizarrice parece crescer devido à cegueira e insensibilidade crônicas do “povo de Jesus” (exceções são óbvias, no entanto o quadro ainda é tenebroso), apesar do acesso pleno à Escritura.

    Como o estado reflete seu povo, e o atual governo brasileiro dá provas de ter a nobre habilidade de piorar o terrível, além de incentivar a idolatria oficial acabamos, pois, por aceitar passivamente a deterioração das virtudes bíblicas presentes no seio da sociedade. Em caindo o resquício de cristandade nessas bandas, seremos humilhados pela sentença bíblica:

    “De que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pecados.” (Lamentações 3.39).

    Foge das mentes que, num momento inoportuno, alguém deveras sagaz negará o apoio àquele que hoje recusa amparar seu semelhante. Plantou, colheu e, reclamando muito, xingará tantos quanto puder e, infelizmente, estando afetado pelo próprio veneno, usará o acontecimento como desculpa para repeti-lo. No fim, está instaurado o ciclo vicioso.

    Peço desculpas pelo excesso de palavras.

    Abraço e que a graça do Senhor continue a ser seu tesouro precioso.

    obs: favor apagar o comentário anterior; enviei sem as modificações certas – desculpas novamente, outra vez e de novo.

    • Pedro, olá,
      .
      muito obrigado por compartilhar. Creio que o auxílio ao que tem pouco é responsabilidade de ambos: do indivíduo e do Estado. Do indivíduo, porque faz parte da caridade cristã e do amor ao próximo. Do Estado, porque o governo não é uma entidade à parte da nossa vida, é um grupo formado por pessoas escolhidas pela coletividade para zelar pela coletividade. Por isso, as pessoas que compõem o Estado estão obrigadas, inclusive por força da Constituição, a prestar auxílio a quem precisa, seja fornecendo socorro médico, educação e tudo o mais o que nossa Carta Magna. A ajuda do governo na verdade não é uma ajuda: é uma obrigação. E quando é encarada como tal, cessa o assistencialismo e começa a real atividade governamental de zelo pelos cidadãos.
      .
      Grande abraço, meu irmão, Deus o abençoe muito! No amor do alto,
      mz
      facebook.com/mauriciozagariescritor

  8. marcojuric disse:

    Bom dia Zágari!
    É irmão, todos temos sido adestrados para essa desconfiança…
    Graças a Deus, tenho tido vitória sobre esse adestramento. Não com facilidade ou naturalmente, mas somente com a ajuda de Deus; com seu amor e misericórdia.
    E nisso tenho provado que “Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber.” (Atos 20:35)

    Abração Mano!!
    GBY!!!

    MJ

    • Salve, Marcão,
      .
      realmente, só a manifestação do ESto em nossa vida nos consegue fazer domar esse ser egoísta que nos corrói por dentro. Sigamos na dependência!
      .
      Grande abraço, Deus te abençoe e a toda a família,
      mz
      facebook.com/mauriciozagariescritor

  9. John disse:

    Tem que ter coragem para contar isso . Todos nós ja fizemos coisas das quais não nos orgulhamos , pelo menos vc consertou a tempo e não pediu para ele voltar dentro de um mês.

  10. Juliana disse:

    Olá Maurício,

    excelente o texto nos advertendo do cuidado com o egoísmo. Não é fácil. É muito mais fácil dizer o que o outro precisa fazer. As vezes usamos muitas desculpas, esfarrapadas desculpas, negando ajuda ao próximo. Claro que é preciso ser prudente, sabemos que muitos pedem ajuda para usar drogas, comprar bebidas, etc. Mas, principalmente quando não conhecemos quem está pedindo, penso que devemos ajudar sem julgar, ajudar desejando que a situação do pedinte seja mudada pelo Senhor, afinal Deus é mestre em restaurar, transformar…

    Vamos expressar o amor de Cristo através das nossas vidas, amando o próximo como nós mesmos, amando com o amor de Jesus…

    Obrigada Maurício!

  11. Geovani disse:

    Muta gente tem dúvida (honesta) se deve ou não dar dinheiro a quem aparentemente é viciado. Quando se conversa com um viciado ou se assiste a algum documentário sobre drogas percebe-se o sofrimento, a angústia agonizante da abstinência. É indescritível o que sente um viciado sem a droga. Quem sofre com algum vício precisa de toda ajuda e suporte para vencer a dependência. Isso é um ponto. Mas até que isso aconteça é crueldade negar-lhe ajuda.
    Cristo ensina e aprova o dar esmolas. Ele não sugeriu que se faça uma “análise de comportamento” de quem vai receber a tal ajuda e, só então, decidamos se devemos ou não ajudar.

  12. Danyelle disse:

    Mauricio és um canal de benção para nós leitores!! Ótimo texto!

    Queria aproveitar aqui a oportunidade para depois se possível, claro, te peço de todo meu coração para quando vc puder esclarecer uma dúvida que já esta há um tempo me incomodando, já orei sobre. Já perguntei também a VÁRIAS pessoas mas, ninguém conseguiu me esclarecer. É o seguinte: certo jovem pregou uma vez na igreja a qual eu faço parte sobre o texto de MT 10.33. E ele AFIRMOU que não era possível, que não existia a possibilidade de ser salvo caso a pessoa tipo passe a vida toda em pecado e tenha a oportunidade de se arrependa momentos antes de morrer essa pessoa não terá a salvação. O jovem disse que isso contraria a palavra de Jesus escrita em MT 10.33 que para ser salvo tem que CONFESSAR A ELE DIANTE DOS HOMENS. No mesmo instante que ele falou isso pronto essa questão esta até hoje me causando preocupação e dor, então quer dizer que a pessoa que se arrepende genuinamente já no leito prestes a morrer não será salvo? O perdão de Deus não alcança essa vida? Poooooor favor por favor me esclareça se possível, serei eternamente grata!

    Abraços Mauricio fica na paz de Papai do céu!!

    • Oi, Danyelle,
      .
      obrigado pelo carinho e a gentileza de suas palavras. Mana, não sei de onde esse rapaz tirou essa ideia. Jesus está falando nesse capítulo sobre os acontecimentos futuros pelos quais os discípulos passariam ao pregar o evangelho. Para se compreender o v. 33 é preciso começar a ler desde Mt 10.1, em especial o v.5. Ele está dando instruções aos Doze, explicando como deveria ser a mensagem pregada e que tipo de contexto seria encontrado durante o evangelismo. A ideia de que é preciso confessar diante dos homens para ser salvo é um péssimo entendimento de um princípio básico da hermenêutica: uma doutrina é formada pelo estudo sistemático de todas as passagens bíblicas sobre o assunto, e não somente um versículo. Se for assim, a salvação está atrelada a palavras pronunciadas na presença de testemunhas e não a um coração derramado diante de Deus. É simplesmente absurdo. Esse jovem precisa estudar mais a Bíblia, Danyelle. Esqueça isso. A salvação se dá mesmo nos últimos momentos de vida, em silêncio, numa oração silenciosa.
      .
      Espero ter ajudado. Abraço fraterno, Deus a abençoe muito,
      mz
      facebook.com/mauriciozagariescritor

      • Danyelle disse:

        Mauriiiiiiiiicio!!!!! Nossa meu coração se encheu de alegria e entendimento, agora sim! ”A salvação não está atrelada a palavras pronunciadas na presença de testemunhas e sim a um coração derramado diante de Deus” .Disse tudo! É exatamente isso!!! Obrigada a DEUS por tua vida! Que vc se permita sempre ser esse canal de Deus para nós! tenho aprendido muito com vc! Brigadão mesmo. Não ficou nenhuma dúvida agora! isso até me fez lembrar mais uma vez que texto sem contexto é pretexto para heresia! Abraço no amor de Deus!

      • Danyelle, oi,
        .
        fico feliz por poder esclarecer essa questão. Deus siga iluminando teu caminho e te dando paz!
        .
        Abraço fraterno, no amor do Mestre,
        mz
        facebook.com/mauriciozagariescritor

  13. Sebastião Assis Monte disse:

    sebadomonte4890@gmail.com sebadomonte4890@gmail.com 

    Enviado do Yahoo Mail no Android

  14. Paulo Afonso Denipoti de Andrade disse:

    ” Bênção do SENHOR é ELE revelar quem somos nós, aos olhos DELE “.

  15. Vanessa disse:

    Olá Mauricio,

    Achei seu blog quando estava sem saber o que fazer em uma situação no meu casamento e suas palavras me direcionaram segundo a vontade de Cristo. É incrível o que a palavra de Deus faz, me senti a pessoa mais livre mesmo ainda estando “presa” ao meu marido. A palavra de Deus me libertou para eu viver no sobrenatural e acreditar que o milagre dele é possível sim e enquanto o milagre não chega, vou amá-lo assim como Jesus faria mesmo que ainda a recíproca não seja verdadeira.
    Obrigada por se colocar à disposição de Deus para nos levar tão perto do Evangelho.

    Deus os abençoe

    • Oi, Vanessa,
      .
      fico feliz de ver sua maturidade espiritual. Siga nesse caminho, que é estreito, mas é o único.
      .
      Abraço fraterno, na paz do Mestre,
      mz
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