Louvados e glorificados sejam os números

Publicado: 13/06/2011 em Igreja dos nossos dias

Lembro-me de um episódio de minha infância que me marcou muito. Eu deveria ter cerca de 5 ou 6 anos de idade, quando meus pais me levaram a um evento cuja grande atração era o palhaço Carequinha. Em época pré-Xuxa, Carequinha era top. Fiquei emocionado ao vê-lo fazer suas estripulias. Mas em determinado momento ele me assombrou: aproximou-se de mim, inesperadamente, apertou meu nariz e… dele saiu uma moeda! Uau! Fiquei fascinado! Havia uma moeda em meu nariz e Carequinha a havia tirado, sob os aplausos da plateia. O tempo se passou e, mais velho, um dia descobri que na verdade tinha sido enganado: tudo não passava de uma mutreta. Um truque de mágica. Um engano. Um embuste. Ilusão.

Hoje, nós vivemos na Igreja uma ilusão análoga: a ideia de que números são importantes. Lamento informar, mas sem que se aperceba disso você idolatra números. E quando eu digo “você” me refiro a mim, a você e a toda a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo. Temos loucura por números. Salivamos por números. Achamos que números são a expressão máxima da bênção de Deus. Queremos quantidade, excesso, transbordamento. Só que – pasme – isso vai na contramão daquilo que Jesus almeja para nós. Não passa de moedinha caindo do nariz.

Nós, cristãos, desenvolvemos um péssimo hábito ao longo dos séculos e, em especial, nos últimos duzentos anos: associar excesso de números e empreitadas bem-sucedidas para o Reino de Deus. Podemos tirar um exemplo claro do universo virtual. Você, cristão, que trafega pelo twitter, facebook, orkut e similares, seja honesto, vive numa corrida desenfreada para ganhar “seguidores”, “followers”, “amigos”. Todo dia quem faz parte dessas comunidades cansa de ver aquelas pessoas que volta e meia postam “me segue que eu te sigo”, “descubra quem você segue e que não te segue” e coisas assim. Pois ter uma legião de pessoas que supostamente leem o que você escreve ou que querem ter o prazer da sua companhia naquele site de relacionamentos te confere o status de popular, de gente que tem o que dizer. De relevância. Ou seja: quanto mais “followers” ou “amigos” você tem, mais cool você é. Só que isso não passa de uma boba ilusão. Moedinha pingando do nariz.

Há cerca de um ano criei uma conta no twitter. De lá pra cá tive o privilégio de ter a companhia de 1.491 followers. Em teoria, são pessoas que me seguem porque lhes interessa o que tenho a dizer. E eu realmente acreditava nisso, até que inaugurei este blog. Eu o criei há 28 dias e nesse período recebi 3.752 visitas, com 8 textos postados. Isso dá uma média de 133 clics por dia ou, o que realmente importa, 468 por post. O único lugar em que anuncio que há novos posts no blog é no twitter. Logo, a conclusão natural é que dos 1.491 followers, apenas 468 se interessam por ler o que eu tenho a dizer. Ou seja, menos de um terço. Essa constatação desfez a ilusão que eu tinha de que 1.491 pessoas se interessam pelo que eu falo.

Ou seja: o número de seguidores que você tem no twitter, no facebook, no orkut ou onde quer que seja não passa de uma moedinha pingada de seu nariz. Não existe uma relação direta entre números e relevância. Não quer dizer que são indivíduos que de fato se interessam pelas suas palavras ou ideias e muito menos por seu valor. Uma pequena parte deles sim. Outra parte apenas te segue para ser seguido (e assim ter a ilusão, por sua vez, de que muitos se interessam por ela). Muitos criaram uma conta, te seguiram e depois nunca mais voltaram. Ou seja: os números das redes sociais são uma tremenda ilusão.

Na vida real

Esse exemplo das redes de relacionamento na verdade são um mero reflexo de valores que nós temos na vida real. E aqui voltamos para a questão da idolatria dos números entre os cristãos. Nós realmente acreditamos que uma igreja cheia, com milhares de membros, é sinal da bênção de Deus. Afinal, se numa igreja local há multidões de pessoas deve significar que o pastor prega demais, as vidas são abençoadas, o louvor é celestial, o Espírito Santo trabalha como nunca. Mas essa não é uma lógica cristã, é uma lógica mundana. É no mundo que pessoas que têm muito dinheiro são sinônimo de sucesso, mesmo que sejam indivíduos sem caráter, ofensivos, pérfidos, intratáveis. É no mundo que ter três carros na garagem, um cartão gold do banco e duas casas de campo fazem de você alguém admirável – seja você o crápula que for. Na Bíblia, isso não quer dizer nada. O Evangelho olha para esses números e diz “são apenas uma moedinha pingada do nariz”.

Mesmo assim, vemos a Igreja exultar porque no culto “tantas pessoas falaram em línguas”, sem nos perguntarmos de que modo Deus foi realmente glorificado por esse fato. “Ah, mas na igreja x caem tantos endemoniados todos os cultos”. Sim, mas… as pessoas libertas daqueles demônios são acompanhadas após esse fato para não abrirem suas almas novamente a eles? “Mas, Mauricio, no culto onde o pastor fulano pregou havia tantas centenas de pessoas em pé na igreja”. Ok, mas quantas saíram efetivamente transformadas daquela pregação? “Você já está me irritando, Mauricio, pois fato é que o programa de televisão do pastor beltrano é transmitido para milhões de pessoas”. Sim, mas quantas dessas abandonam seus pecados por causa disso? “Mauricio, chega! No culto do pastor fulano houve centenas de decisões por Cristo!”. Bem… eu sei que no tal culto centenas de pessoas foram à frente, mas isso não quer dizer que de fato arrependeram-se de seus pecados, foram justificadas pelo Cordeiro e viverão a partir daí em novidade de vida.

Eis aí o xis da questão: números enchem nossa boca, mas sua relevância beira o nada. Pois eles têm o poder de ser tremendamente ilusórios. Fazem-nos crer numa realidade que, na maioria das vezes, é uma irrealidade.

Mas existiria algum mal em valorizar números na Igreja? Bem, o cerne do problema é que a Bíblia mostra que Deus não está preocupado com números. “Entrem pela porta estreita, pois larga é a porta e amplo o caminho que leva à perdição, e são muitos os que entram por ela. Como é estreita a porta, e apertado o caminho que leva à vida! São poucos os que a encontram” (Mt 7.13,14). Que coisa! Que constatação impressionante! Os que entrarão no descanso eterno são poucos. São a minoria! Se o Céu tivesse uma conta no twitter, poderíamos dizer que ele tem muito poucos followers. Lucas 13.23-27 afirma que a página de Jesus no fecebook não tem muitos amigos: “Alguém lhe perguntou: ‘Senhor, serão poucos os salvos?’. Ele lhes disse: ‘Esforcem-se para entrar pela porta estreita, porque eu lhes digo que muitos tentarão entrar e não conseguirão. Quando o dono da casa se levantar e fechar a porta, vocês ficarão do lado de fora, batendo e pedindo: ‘Senhor, abre-nos a porta’. ‘Ele, porém, responderá: ‘Não os conheço, nem sei de onde são vocês’. “Então vocês dirão: ‘Comemos e bebemos contigo, e ensinaste em nossas ruas’. “Mas ele responderá: ‘Não os conheço, nem sei de onde são vocês. Afastem-se de mim, todos vocês, que praticam o mal!’.”. Assim, estamos supervalorizando algo que Deus não valoriza.

Ou seja: na matemática do Reino de Deus, números são ilusão. O Céu trabalha com pequenas quantidades e, para mencionar o clichê, para Deus importa a qualidade da fé e sua profundidade, e não a quantidade dos que dizem ter fé. Até porque a parábola do joio e do trigo deixa claro que há em meio às igrejas inchadas muitos que são joio e não representam de fato resultados para a eternidade. Recentemente, conversando com um pastor, ele me disse que acredita que no máximo 30% de sua igreja sejam pessoas que irão para o Céu. Impressionante.

Assim, não importam igrejas lotadas, pois muitos estão ali pelos motivos errados. Não importam cantores gospel que atraem multidões, pois muitos estão ali apenas atrás de uma emoção e não de cultuar de fato Jesus de Nazaré. Não importam muitas “decisões” ao final de uma pregação seguida de um apelo, pois muitos foram à frente ou porque alguém lhes encheu a paciência para que fosse ou porque não entenderam direito a razão exata de ir à frente ou porque foram movidos por uma emoção de momento. Não importa que tantos foram batizados ao longo de um ano na igreja, pois muitos daqueles estarão fora dos caminhos do Senhor seis meses depois por não terem sido discipulados direito. Não importa o orçamento de uma igreja enorme e luxuosa, pois ela pode ter apenas isso, dinheiro e luxo, mas nada de espiritualidade. Não importa uma moeda pingada do nariz, pois ela na verdade caiu da manga do palhaço e não do nariz da criança.

Em Lucas 12.32, o grande pastor Jesus Cristo diz aos seus followers: “Não tenham medo, pequeno rebanho, pois foi do agrado do Pai dar-lhes o Reino”. Repare: pequeno rebanho. O rebanho que herdará o Reino é pequeno. O grupo dos salvos é pequeno. É minoria. Se fosse uma congregação terrena, seria uma daquelas igrejinhas sem vitrais, torres ou palcos com raio laser e som dolby surround. Provavelmente, seria uma daquelas igrejas em que entraríamos e pensaríamos “que igrejinha sem graça, o poder de Deus não deve estar aqui, o pastor não deve pregar bem, o louvor deve ser meio caído, afinal… não tem muita gente”. Essa lógica mundana tem guiado nossas ações para as coisas do Reino. E com isso erramos feio.

Você, que faz parte do pequeno rebanho, esqueça um pouco os números. Tire-os do altar. Lembre-se que Deus salvou no dilúvio um grupo ínfimo de pessoas. Que Israel era uma gota no oceano de povos no mundo. Que Jesus nunca se preocupou com a prosperidade material ou com o saldo no banco. Que aqueles que herdarão a salvação são uma pequena fração daqueles que hoje se dizem cristãos. Dê menos atenção ao apelo e mais ao discipulado. Invista seu tempo em um único novo-convertido, para que ele seja amparado, acompanhado e fortalecido de fato. Fuja de igrejas monstruosas, onde pessoas se tornam apenas… números.

Quando Jesus ressuscitou, uma mulher do pequeno rebanho foi até seu sepulcro. João 20.16 mostra que o Mestre, que tinha sido seguido por tantas multidões, virou-se para ela e lhe chamou pelo nome: “Maria!”. Jesus conhece cada um dos seus pelo nome. É uma vergonha nos preocuparmos mais com números do que com nomes. Jesus não se preocupa com milhões, se preocupa com a unidade, com o indivíduo, com o uno. Massas não lhe interessam. Lhe interessa você, com nome, sobrenome. E, ao contrário dos homens que associam números a resultados, sucesso e bênção, o Mestre nunca te enganará, nunca criará ilusões. Virará para você e dirá: “Tome aqui uma moeda, que vem da minha mão, não sai do teu nariz. Pode ser uma moedinha de pequeno valor, mas eu a entrego diretamente a você, pois te conheço pelo nome, filho amado”.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

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comentários
  1. Patrícia disse:

    Lindo demais!!!
    Grata por mais esta pérola.
    Um abraço de sua mana,
    Patrícia.

  2. MARISE disse:

    Graça e paz Maurício,
    Concordo contigo em realção aos números, Outro dia, em conversa com o meu grupo de discipulado, falávamos da relação entre o que se documenta no rol de membros e a frequência na igreja, e constatamos que a diferença é berrante (moedinha pingando no nariz). Infelizmente. Como sempre, um texto excelente para meditarmos. Abração amigo. DTA.

  3. Amado irmão…estou sem palavras.Tenho cosnciência da verdade do seu texto.
    Que Deus continue abençoando o irmão!
    Soraya Barros

  4. O números mais baixos geralmente são bem mais importantes no Reino de Deus, afinal de contas, muitos tentarão passar pela porta, mas POUCOS conseguirão.. Mt 7:13-14

    Deus te abençoe Maurício, e que Ele continue te usando para bençoar a igreja, na qual me incluo.. a paz.

  5. Alessandra Figueredo disse:

    Que maravilha de texto!

  6. Regina disse:

    Cara, seus textos são sensacionais!! Esse, em especial, emocionante, e em particular os parágrafos finais. Cada vez que os leio fico mais fascinada pelo jeito com que você vê as coisas do Reino e do mundo. Muito confortante ter gente assim na rede, no Reino 🙂 e na vida.

    Exemplos: “Se o Céu tivesse uma conta no twitter, poderíamos dizer que ele tem muito poucos followers” — de-mais :-))) “Jesus não se preocupa com milhões, se preocupa com a unidade, com o indivíduo, com o uno. Massas não lhe interessam.”. O que dizer diante da razão e sensibilidade em equilíbrio? Só louvar a Deus e agradecer por sua vida.

    Mas… xiii, Mauricio, sou exceção – tô nada interessada em followers, nem quando tinha blog, seja no Twttr, Facebook ou qq rede social – meio exclusivista e realista, sim, creio que sou 🙂 [embora eu adore números, não para os fins de que você fala, mas porque acho matemática um enigma apaixonate mesmo].Por isso gosto de igrejas menores, lugares mais reservados, multidão não faz parte do meu jeito. A igrejinha sem graça, com certeza, é dela que gosto e onde entraria sem pestanejar, embora a que frequento seja pequena mas nada sem graça — cheia de graça e Graça ela é!! É uma delícia encontrar ‘my best follow’, JC, nela… *suspiro*

    Amei seu texto. Paz, Vida e muita, muita Graça

    • Ô, Regina, que palavras tocantes as tuas. Fico feliz por minhas reflexões encontrarem eco no teu coração. Vc é uma boa cristã e um doce de pessoa. Jesus te abençoe muito. Beijo e paz.

  7. Vera FS disse:

    Não é bem o foco do seu texto, mas você tocou num assunto que me incomoda desde sempre, discipulado, ou melhor, a falta dele. As pessoas querem igrejas cheias, transbordando de pessoas aceitando a Jesus, elas adoram visitantes, abraçam e dizem ‘sejam bem vindos’. Mas isso é ‘fogo de palha’. O mesmo visitante que foi tão carinhosamente recebido em sua primeira visita, mal recebe um boa noite na segunda vez que vai. Como não é visitante pela primeira vez, não levanta quando o pastor pede, ninguém dá a mínima.

    Para o novo convertido ainda tem os grupos de discipulado que ajudam a dar os primeiros passos hoje em dia, coisa que no meu tempo de nova convertida raramente se via, mas eles abraçaram a função. O resto da igreja muitas vezes parece acreditar que não precisam se importar com o novo irmão, afinal já tem gente designada pra isso.

    Aí o visitante se torna eterno visitante e não membro, e o novo convertido corre riscos de deixar o desânimo e a carne falarem mais alto. Formam números, como você falou, mas números passageiros, que contam na estatística do mês, fazem volume, mas correm o risco de se perder por falta de uma mão pra segurar.

    Abraços e muita paz!

    • Você tem toda razão. É um problema serio e devemos buscar soluções para ele. A primeira, eu diria, é enxergar as pessoas. Enxergar. Percebê-las. Que Deus nos ajude a sermos mais humanos e amorosos. Beijo e paz pra ti.

  8. lorena disse:

    Gostei muito do texto, só não concordo totalmente com uma coisa, acho que as pessoas que seguem o Sr. e não leem este blog, além do motivo mencionado pelo Sr. acho que estas pessoas estão incluídas no grupo que deseja informação curta e rápida, que se satisfaz com algumas frases de efeito e que desaprendeu a dedicar um tempo à leitura.

    Abraços,

    • Mas este é um problema gravíssimo, Lorena. Frases de efeito não mudam vidas, não constroem conceitos, não fazem nada alem de cócegas. É em textos onde há exposição de argumentos, encadeamento de ideias e começo, meio e fim que nossos cérebros se movimentam e nossas ideias avançam. Por isso, acredito muito que importa ouvir o que alguém tem a dizer em reflexoes mais aprofundadas do que em tweets. Mas entendo sua colocação. Obrigado pelo comentário! Deus te abençoe muito.

  9. […] Louvados e glorificados sejam os números […]

  10. […] Ele resultar em conversões é algo bem diferente. Pelo contrário. Como já abordei no post Louvados e glorificados sejam os números, a Palavra de Deus é clara ao afirmar que a minoria herdaria o Reino dos […]

  11. […] coisa. Ele resultar em conversões é algo bem diferente. Pelo contrário. Como já abordei no post Louvados e glorificados sejam os números, a Palavra de Deus é clara ao afirmar que a minoria herdaria o Reino dos […]

  12. Pr.R.A.Lima disse:

    De alguma forma estou grato a Deus por sua vida… Tenho um pequeno rebanho ja a pouco mais de dez anos, e confesso que ainda ontem questionava a Deus pelo fato do desenvolvimento e multiplicação desse pequeno rebanho… Ja que no caminho passo por varias igrejas que estão abarrotadas de pessoas, e inevitavelmente questionar como elas cresceram rapidamente, mais são igrejas de igrejas, ou seja a igreja A cresceu porque a igreja B dividiu… a igreja D esta cheia por que a igreja E e F estão la… realmente vemos um inchaço e não conversões. Igrejas divididas…
    Deus continue lhe usando…

    • Reverendo,
      se o rebanho que Deus lhe confiou é pequeno, cuide dele como cuidamos de um filho único: com todo o amor, carinho e zelo.
      Se de uma igreja de 50 mil membros entrarem 5 no Céu e de outra de 50 membros entrarem 50 no Céu, pergunto eu: qual foi a mais bem-sucedida? Números não representam muita coisa no Reino de Deus.
      Glorifico ao Senhor pelo rebanho que Ele lhe confiou, na certeza de que o irmão cuida de cada uma dessas preciosas almas da melhor forma possível, conduzindo-as ao Pai. O resto…são só cifras.
      Deus o abençoe, mestre.

  13. […] Ele resultar em conversões é algo bem diferente. Pelo contrário. Como já abordei no post Louvados e glorificados sejam os números, a Palavra de Deus é clara ao afirmar que a minoria herdaria o Reino dos […]

  14. Joel Avlis disse:

    Grato, querido irmão Maurício pela maravilhosa elucidação!
    Realmente eu ando sobremodo preocupado pelo fato das igrejas aqui da região onde moro, estarem focadas no fator quantitativo!
    Fui consolado enquanto lia teu texto, tendo paralelamente minhas convicções confirmadas no decorrer da leitura.
    Realmente estou grato! Deus continue te abençoando!
    Graça e Paz!

    • Mano Joel,
      fico feliz que Minhas reflexões acharam morada no teu coração.
      Oremos, para que a Igreja entenda que casa cheia não representa alegria, paz e compleitude no Espirito.
      Abraço forte, na paz do Mestre

  15. Eliana disse:

    Amado, os teus textos têm sido verdadeiro bálsamo na minha vida nos últimos dias e me têm feito refletir muito sobre o verdadeiro cristianismo e o que Deus espera de mim. A cada novo texto que leio, me sinto mais tocada pelo Espírito Santo,mais edificada e com mais vontade de praticar e passar tudo isso para frente. São mensagens tão verdadeiras… e como dói ver que a maioria da igreja não acorda para isso…
    Já indiquei seu blog para pessoas no meu trabalho, para o meu marido, meus pais, uma tia, minha irmã (alguns via e-mail)…
    Deus continue usando sua vida dessa forma tão tremenda. Nunca deixe de escrever, o talento que Deus te confiou é precioso! E saiba que tem gerado frutos!

    Um abraço e um beijo fraternos na paz do Senhor Jesus!

    • Poxa, Eliana, não tenho nem palavras. Vc tem se revelado uma companheira de caminhada virtual querida e amada.

      Espero que as reflexõezinhas que saem desta cachola continuem te abençoando e àqueles que vc ama.

      Para isso preciso muito das suas orações. Se lembrar, ore a Deus para que Ele ilumine o mano aqui na hora de escrever.

      Te amo em Cristo Jesus, abraços ao marido e a toda a família.

  16. Marcelo Freitas disse:

    É uma verdade que, infelizmente, temos vivido cada vez mais intensamente. Uma infinidade de sepulcros caiados, mais preocupados em ‘estar’ em Cristo a ‘ser’ em Cristo. Vivendo de superficialidades, decisões temporárias, consequentes do calor do momento. Pessoas que vão à frente e aceitam se entregar à externalidade, negando o convite à interioridade feito por Jesus.

    Gostaria apenas de fazer uma única observação, mano. Algo que veio ao meu coração durante uma meditação. Enquanto existir apenas 1 passando pela porta larga, MUITOS estarão passando por ela. Não é da Vontade de Deus que NENHUM homem se perca. Logo, enquanto seu Rebanho não for constituído pela totalidade dos homens, está POUCO, se é que você me entende.

    Deus te abençoe, meu irmão. Permaneça imutável no Bom Combate

    nEle, que edifica em mim um templo com dimensões internas maiores que as externas, crescendo pra dentro.

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