Sobre os comentários

Assim que criei o blog APENAS fiz questão de responder um a um todos os comentários feitos a cada post. Infelizmente, devido a minha total falta de tempo (assumo minha culpa), não tenho mais condições de fazer isso. Chegou a um ponto em que havia 60 comentários aguardando moderação e eu, por falta de tempo, deixei acumular.

Mas eu considero um desrespeito a você que comentou um post do blog não postar o seu comentário. Então, por isso, a partir de 28/10/11 eu publicarei os comentários mas não poderei responder a todos, apenas a um ou outro que exija uma resposta.

Peço que você me perdoe,  acredito na interatividade que o blog proporciona mas tive de me entregar à realidade: minhas obrigações profissionais, ministeriais, familiares e outras não me deixam tempo para responder todos os comentários. Conto com a graça do teu perdão para compreender isso.

Apesar disso, continuarei pubilcando todos os eles comentários, sejam eles positivos ou negativos. Porém, reservo-me o direito de não publicar comentários anônimos, uma vez que nossa experiência com comentários desse naipe mostra apenas conteúdo não edificante e, muitas vezes, ofensivo. Também não serão publicados comentários com vocabulário de baixo calão ou que ofendam a pessoa de Deus.

Devido a eventos que já ocorreram, embora não me furte de entrar em saudáveis diálogos sobre ideias, me reservo o direito de encerrar discussões longas sobre as quais os argumentos de ambos os lados já foram apresentados e só  prossegue em bate-boca.

Obrigado pela sua compreensão e pelo carinho dispensado a este blogueiro que vive no corre-corre.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

Comentários
  1. angelo antonio seraphini disse:

    Boa noite querido irmão
    Sua mensagem sobre templos é absolutamente verdadeira.. Nossos pastores sempre alertam que o convívio entre irmãos nos cultos é absolutamente fundamental. Como vc mesmo disse se não existisse a Assembleia de Deus na ilha do Governador onde e como vc receberia palavras de conforto, edificação, acolhida tão amorosa para iniciar sua vida cristã?
    O individualismo tão preconizado em nosso século não pode ser aceito por nós cristãos pois assim como necessitamos de Deus em nossas vidas tambem necessitamos da comunhão com nosso irmãos para nosso crescimento espiritual. É neste convívio que podemos compartilhar nossas alegrias, tristezas, angustias onde tambem poderemos dar testemunho daquilo que Deus tem feito em nossas vidas.
    “A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vós. Amém.”
    2 Corintios 13:14

  2. Valter Cardoso disse:

    Parabéns Maurício! Precisamos de gente como você. Cristão verdadeiro, sicero, corajoso, livre e libertador, servo somente do Senhor mas a serviço dos irmãos. Também sou inconformado com os rumos da igreja e da sociedade. Quer saber … Nunca me identifiquei tanto com os pensamentos de alguém como com os seus. Parece que desde já vejo uma diferença entre nós – A sua competência e coragem de escrever o que pensa. Somente há um outro grande pensador cristão que admiro há muitos anos, que por coerência e profundo respeito não poderia deixar de citar aqui. Continue esta grande obra que se inicia neste blog. Que bom ver a Igreja viva e ativa. Deus está contigo e eu quero estar também.
    Valter Cardoso

    • Obrigado pelas gentis palavras, Valter. A gente apenas faz o que pode, esperando que nossas palavrinhas alcancem e transformem pelo poder do Espirito alguns corações.

      Abraço apertado, no amor do Mestre.

  3. Fabricio-tatu disse:

    Olá Mauricio, certa vez em um de seus artigos li algo sobre a deturpação das palavras que muitos pregadores fazem, como por exemplo, com a palavra ortodoxo, fundamentalista enfim, contudo não deixei de notar que em seus artigos voc. utiliza as palavras “maquiavélico” “maquiavelismo”, de acordo com o censo comum e não de acordo com as ideias presentes nos escritos d’aquele que originou o termo que é o Maquiavel, que escrevei vários testos belíssimos e muito importantes para as ciências politicas, como “O Príncipe” entre outros, que trazia a ideia de explanar os diversos tipos de principados e não a conotação ruim a que se utiliza o termo no censo comum, a questão é porque voc. que defende o uso das palavras de forma correta faz tal utilização do termo “maquiavelismo” “maquiavélico” enfim?

    • Querido Fabricio, eu defendo sim o uso correto das palavras. Mas se vc for ler com atenção “O Principe”, de Maquiavel, verá que em sua filosofia há sim aspectos bastante “maquiavélicos”, como denota o senso comum. Posso dar alguns exemplos: ele defende que ao governante não importa quem você é mas sim quem os outros pensam que você é. Ou seja: se o que for preciso para você obter suas metas é usar de bastante hipocrisia, use. Isso não seria ser maquiavélico segundo o senso comum? Sem falar na famosa filosofia de “o fim justifica os meio”, em que Maquiavel afirma que o importante é obter o que se quer, independente do que se faça para isso. Assim, Fabricio, minha sugestão é que não sejamos maniqueistas no pensamento de Maquiavel: sim, muito do que ele escreveu em “O Principe” é útil em termos de administração mas também muito do que ele defende é terrivelmente maquiavélico no sentido comum. Não é à toa que essa obra era o livro de cabeceira de – como dito por ele mesmo na época em que era presidente – Fernando Collor de Mello. Um abraço grande pra ti.

  4. Janise Dantas disse:

    Peço que perdoe-me pelo comentário de mal gosto que fiz anteriormente, sinto-me envergonhada.

  5. valdenis Lemos disse:

    Mauricio, você deve está banstante informado das últimas fofocas do meio gospel, pois desconhecia muitas delas,comentadas em um emeil recebido escrito ou seja assinado por você, mas creio que a solução seria estarmos sempre orando e fazendo nossa parte, e não sendo veículo de divulgação das mesmas.Pois creio que o exemplo de um justo move mais de que qualquer palavra. Um abraço e fique com Deus.Valdenis Lemos

    • Querido,
      sobre as fofocas eu prefiro ficar bem longe.
      Mas sobre as heresias, os ataques, os escândalos e tudo aquilo que faz mal à noiva do meu Senhor….aí, sim, procuro estar bem informado.
      Se nos mantivermos ignorantes, os lobos continuarão devorando as ovelhas, nao é?
      Oremos.
      Na paz.

  6. Patrícia disse:

    Eu gostaria de saber de como será lá no paraíso,se nós iremos conhecer nossos entes queridos como aqui na terra,ou perderemos nossa identidade de não nos lembrarmos dos momentos felizes que passamos com eles,por exemplo pessoas que já foram casadas várias vezes se seus maridos ou esposas estiverem lá como será?Não irão se lembrar de nada????

  7. francisco neto disse:

    Prezado maurício, a unica forma de contato é por aqui?
    Você tem email?
    Tipo, se eu precisar de um aconselhamento, vc ajudaria?

    Francisco neto

  8. Francisco neto disse:

    Bom dia Maurício.
    Você poderia me explicar sobre o dízimo?
    Como devemos proceder?
    a PAZ.

    • Simples, querido: 10% daquilo que Deus nos dá devemos empregar para a manutenção da obra de Deus.

      Em breve vou escrever um post aqui no blog sobre isso bastante completo, ok?

      Abraço e paz.

  9. Francisco Neto disse:

    Maurício, qual a sua opinião?

    Abraços e paz.

    Francisco Neto

    O CRISTÃO DEVE DAR DÍZIMO OU OFERTAS? (autor Mario Persona)

    No Antigo Testamento os israelitas faziam ofertas e davam o dízimo (em dinheiro ou em bens). Os recursos eram utilizados para os serviços do Templo de Jerusalém, manutenção da classe sacerdotal e também para socorrer os pobres. Na atual dispensação não encontramos o dízimo, mas encontramos as ofertas, e o destino não mudou muito: os recursos continuam sendo usados para a manutenção da obra de Deus e para socorrer os irmãos necessitados.

    O que muda na atual dispensação (modo como Deus se relaciona com Seu povo) é que não temos um Templo de Jerusalém para manter, e nem uma classe sacerdotal. Mas temos necessidades na obra do evangelho, nas reuniões, no auxílio àqueles que saem para a obra e também, obviamente, nas necessidades pessoais dos irmãos mais pobres. A maneira como isso é feito está descrita aqui:

    1Co 16:1-3 “Ora, quanto à coleta que se faz para os santos, fazei vós também o mesmo que ordenei às igrejas da Galácia.No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que se não façam as coletas quando eu chegar. E, quando tiver chegado, mandarei os que, por cartas, aprovardes, para levar a vossa dádiva a Jerusalém”.

    Obviamente naquela época só existia um testemunho da Igreja ou corpo de Cristo no mundo, representado pela presença de igrejas ou assembléias locais onde essa coleta era feita entre os que estavam em comunhão. Porém, considerando a confusão em que se transformou a cristandade hoje, principalmente porque no mundo ocidental qualquer pessoa para quem você perguntar dirá que é cristã, no lugar onde estou congregado a coleta é feita apenas entre aqueles que estão reconhecidamente reunidos. Isto é, se algum visitante quiser contribuir sua oferta não será aceita por não sabermos ainda quem é aquela pessoa.

    Existe um princípio bíblico para não aceitar aquilo que tenha uma origem questionável, que foi o caso de Abraão, quando o rei de Sodoma ofereceu a ele os bens resultantes da batalha e Abraão negou-se a receber qualquer coisa vinda do rei de Sodoma:

    Gên 14:21 “Então o rei de Sodoma disse a Abrão: Dá-me a mim as pessoas; e os bens toma-os para ti. Abrão, porém, respondeu ao rei de Sodoma: Levanto minha mão ao Senhor, o Deus Altíssimo, o Criador dos céus e da terra, jurando que não tomarei coisa alguma de tudo o que é teu, nem um fio, nem uma correia de sapato, para que não digas: Eu enriqueci a Abrão”.

    O contrário disso foi quando Saul venceu Agague e, ao invés de matá-lo como Deus tinha ordenado, preservou sua vida e tomou para si todos os bens e rebanhos. Foi aí que começou a ruína de Saul:

    1Sm 15:9 “Mas Saul e o povo pouparam a Agague, como também ao melhor das ovelhas, dos bois, e dos animais engordados, e aos cordeiros, e a tudo o que era bom, e não os quiseram destruir totalmente; porém a tudo o que era vil e desprezível destruíram totalmente”.

    No entanto, um belo exemplo de obediência vemos no povo judeu no livro de Ester. Quando o rei Assuero deu liberdade ao povo judeu de revidar contra seus atacantes e também tomar todos os seus bens, inclusive os de Hamã, o agagita (descendente de Agague) em Ester 8:11 “Nestas cartas o rei concedia aos judeus que havia em cada cidade que se reunissem e se dispusessem para defenderem as suas vidas, e para destruírem, matarem e esterminarem todas as forças do povo e da província que os quisessem assaltar, juntamente com os seus pequeninos e as suas mulheres, e que saqueassem os seus bens”.

    Todavia os judeus apenas atacam seus inimigos, mas não tomam nada de seus bens, obecendo ao mesmo princípio que Saul havia desobedecido:

    “…porém ao despojo não estederam a mão”. Et 9:10, 15, 16

    A coleta entre os cristãos não deve ser a única maneira de alguém contribuir com seus bens para a obra de Deus e necessidade dos santos. Existe também o exercício individual, por exemplo, ao colaborar com algum trabalho evangelístico que consideramos idôneo, ao colaborar com as necessidades de um irmão ou irmã que tenha deixado seu trabalho regular para dedicar-se exclusivamente à obra do Senhor, ou mesmo ao colaborar com algum irmão ou irmã que esteja passando por necessidades. Portanto, a coleta feita no primeiro dia da semana não é a única forma de expressarmos nossa preocupação com as necessidades do povo de Deus.

    Vamos colocar as coisas de forma prática: quando vocês estiverem em comunhão à mesa do Senhor poderão ofertar durante a coleta nos lugares onde participarem da ceia do Senhor. Mas, enquanto não participam da ceia, creio que o Senhor dará a vocês discernimento de como devem agir nas muitas outras maneiras que podem ofertar. Espero que entendam que esse cuidado todo é para ficar bem longe do que a cristandade faz hoje, não só aceitando contribuições de quem quer que seja, mas principalmente pedindo por elas. Quando Abraão se encontrou com o Rei de Sodoma, disse que não queria nem mesmo uma correia de sandália vinda dele. Muitas “igrejas” hoje seriam capazes de pedir, não só a correia, mas Sodoma inteira.

  10. Francisco Neto disse:

    Obrigado Maurício.

    Parabéns pelo blog.

    Deus o abençoe também.

  11. naasom disse:

    Irmão Maurício, sou Naasom A. Sousa, do blog Ficção Evangélica [www.ficcaoevangelica.blogspot.com] e quero fazer uma entrevista com você. Algumas perguntas sobre você, seu livro e trabalho. Mande, por favor um e-mail para mim (letrassantas@hotmail.com) e lhe mandarei as perguntas.
    Um grande abraço.

  12. Horácio disse:

    A respeito do sr.ricardo gondim no artigo ” o eleito”..não entendo….parece que a Bíblia não é mais suficiente..a palavra de Deus é clara (pelo menos eu creio assim) na questão da eleição…e o sr. ricardo mistura tudo com a santa palavra de Deus,,filosofia, poesia, psicologia…não entendo…

  13. raimone souto disse:

    oi Mauricio tudo bem?sou afastada ,mas gosto muito de vc e de todos os temas q vc fala,eu queria te pedir que vc falasse como oa cristãos devem se posicionar no seu ambiente de trabalho quando são chefes por favor vai ter muitta gente q vai adorar esse tema viu q DEUS continue te abençoando…
    Raimone souto.

    • Olá,Raimone,
      o cristão que é chefe deve tratar os funcionários com dignidade, zelando pelo bem-estar da empresa e do funcionário.
      Eu onde trabalho exerço um cargo de chefia e é o que procuro aplicar: defender os interesses do ministério onde trabalho, lembrando sempre que o funcionário é um ser humano digno. Ser exigente no cumprimento com excelência e ética das tarefas, mas com cuidado para não ferir ninguém. O bom líder incentiva, cobra, estimula, põe pra cima. O que só dá bronca deveria ser demitido. rs
      Deus a abençoe.

  14. Jaqueline disse:

    Ola!:-)
    Sou mais uma cristã s sem igreja, afinal nao consigo ficar calada diante de td w vem acontecendo…
    Sei que minha Pergunta talvez nao tenha resposta, mas vc conhece alguma igreja em sao paulo capital seria aque poderia me indicar? Um abraço!

    • Jaqueline, que bom que vc está disposta a procurar uma igreja.
      Não deixe erros humanos subverterem os planos de Deus para seu povo, que inclui a comunhão dos santos.
      Um membro decepado do corpo é uma aberração. É preciso estar enxertado.
      Moro no Rio, mas tenho uma amiga que frequenta a Batista de Perdizes e gosta demais. Se vc estiver no twitter, pergunte a ela, é a @gracebichara (twitter.com/gracebichara). Ela vai poder te orientar melhor.
      Que o Senhor o abençoe com a verdadeira vitória do cristão!
      Graça e paz!

  15. jovemrenovado disse:

    SOBRE OS CLICHÊS, TAMBÉM JÁ PREGUEI MUITO SOBRE ELES. PORÉM, QUANTO AO “TOMAR POSSE”, CREIO QUE POSSA HAVER OUTRA FONTE ALÉM DO VELHO TESTAMENTO: 1Ti 6:12 – Milita a boa milícia da fé, toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado, tendo já feito boa confissão diante de muitas testemunhas. E aqui, neste texto, Quem “toma posse” não “é um posseiro, ou seja, alguém que invadiu um local que não lhe pertence e impõe pela força e presença o domínio sobre o que é dos outros.”

    • Mano…qual seu nome?
      A tradução aqui foi mal feita. O original grego para o que foi traduzido como “tomar posse de” é “epilambanomai”, que significa, na verdade, “perocupar-se continuamente com” alguma coisa. O problema é que os tradutores usaram uma segunda tradução possível mas figurativa, que seria “apreender”. Portanto, é um problema de tradução. Se for feita a exegese do texto você verá que o sentido original não é “tomar posse” no sentido em questão.
      Além disso repare que o texto de 1 Tm 6 refere-se à vida eterna e não a bens terrenos. Como a vida eterna é dádiva de Deus, mediante sua graça, não haveria a menor condição de o homem por esforço próprio “apreender” algo que lhe foi concedido gratuitamente. Portanto, hermeneuticamente, pelo contexto, confirma-se a má tradução. O sentido aqui é de uma preocupação constante e não de apreensão de algo.
      Ok?
      Deus o abençoe.

  16. jovemrenovado disse:

    Olá, como vai ? Utilizo sempre a ACF da SBTB, e confio sempre nesta tradução (sei que há muitas falhas de tradução em praticamente todas as versões, por isso adoto esta ou KJV ), afinal, o público “comum” – onde me incluo – não sabe QUAL a tradução está correta ou não, não é verdade ? Muitos nem sabem que há vááárias traduções. Ou teremos que voltar aos tempos da “exclusividade” de interpretação pela ICAR ou pelos mais iluminados, rsrsrs….Daí, o “tomar posse” como foi traduzido pode ter sido também o motivo do “tomar posse da benção”…além, obviamente, das “tomadas de posse” dos territórios “onde as plantas dos pés” pisaram…:-) ….Eu, particularmente, compreendi o sentido do texto da carta a Timóteo. Minha intenção foi mesmo de demonstrar um texto adicional sobre a tal “tomada” de posse utilizada por aí, considerando que tem mesmo muita gente espiritualizando o que é terreno e materializando o que é espiritual. A propósito, meu nome é Antiovani…

    • Olá, Antiovani, graça e paz.
      Problema algum, exatamente por saber que nem todos têm acesso ao sentido exegético que quis explicar o real sentido de “tomar posse” nessa passagem. Espero ter ficado claro.
      E eu sou público comum, mano, não sou mais especial que ninguém não. (:
      Deus o abençoe!

  17. D_I disse:

    Eu tenho uma pergunta, e como não achei nenhum lugar específico para colocá-la, achei que aqui não haveria problemas. Bom, gostaria de saber se Jesus sabe ou não o dia e a hora em que virá? Alguns dizem que Ele não sabe, até o dia de hoje. Outros dizem que Ele sabe, porque quando ascendeu foi glorificado com a mesma glória de antigamente, e por isso é agora igual o Pai, em glória, sabedoria, e tudo mais, pelas não limitações de ser um homem.

    Será que você poderia me explicar, se puder, e quando tiver tempo?

    Obrigado!

    • Olá, Diego,
      .
      querido, eu nunca especulo sobre as coisas de Deus. Só falo o que a Bíblia revela. Por isso, sobre a sua pergunta, minha resposta mais honesta e bíblica é: não faço ideia.
      .
      É um dos mistérios guardados e não revelados. Desculpe não poder te ajudar, mas meu temor não permite especular sobre as coisas de Deus.
      .
      A paz, mano.

  18. Paloma disse:

    Hola Mauricio vejo que o Senhor é um homem de Deus e que os princípios não foram desviados junto com esse mundo, gostaria que fizesse um estudo sobre o veu, pois e um meio q muitos se calam, sei que muitos usam o versículo final de Paulo sobre 1 corintios 11.16 16- Mas, se alguém quiser ser contencioso, nós não temos tal costume, nem as igrejas de Deus.dizem q o uso do esse versiculo supostamente afirma a nao obrigatoriedade de tal, entao entra a seguinte pergunta porque escreveria paulo isso e faria de suas palavras invalidas, estou um pouco abalada minha vida toda nunca soube disso , mudei de pais me casei a igreja que vamos mudou de cobertura e entrou nessa nova cobertura cujo o veu e obrigatorio mesmo que eles nao imponham somente que m sente no coração e é tocado por Deus, mas se torna obrigatorio se a pessoa esta envolvida em algum cargo de ministerio seja de limpeza a ministro de louvor, cheguei a ter varias brigas com meu esposo pois nao gostei de tal imposição afinal sempre acreditei que essa palavra era para o povo de antigamente que tinham esse tal costume, agora estou fazendo o uso justamente para nao ser tida para os irmao com a mulher q nao tem o marido como cabeça e justamente por tambem cuidar das crianças,…mas sigo com o coração conturbado os ensinamentos e pregaçoes sempre muito bons com o que diz realmente a biblia , enfim se me pudesse ajudar, a paz de Deus

    • Paloma, graça e paz.
      Não sou um profundo conhecedor do assunto, mas pelos estudos que fiz este comentário me parece bastante pertinente. Retirado do folheto “O USO DO VÉU EM 1CORÍNTIOS”, de autor desconhecido:
      .
      .
      O USO DO VÉU EM 1CO 11

      Caro irmão em Cristo, fico grato pelo seu questionamento à respeito do uso do véu feminino em 1Cor 11:1-16.

      Antes de tudo, notemos muito bem que toda doutrina, todo ensino e toda posição teológica têm que se apoiar firmemente em pelo menos dois e preferencialmente vários versos das escrituras (Dt 19:15 – Mt 18:16 – 2Co 13:1) que, com clareza total e irretrucável (pelo menos irretrucável pelos sinceros), explicitamente a ordene ou afirme; de tal modo que, mesmo considerando os seus contextos, não há opiniões divergentes nem dúvidas entre os salvos verdadeiramente fiéis, os salvos que crêem literalmente no que a Bíblia diz (claro que dentro dos contextos e dispensações de cada verso). Notemos, por exemplo, que a doutrina da salvação pela graça e através da fé, independente das obras, é clara e explícita e irretrucável e indiscutivelmente declarada e estabelecida por muitas dezenas de versos tais como:

      “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” – Ef 2: 8-9.

      Que verdadeiro salvo interpretaria estes versos de modo a negar a Bíblia? Que sincero crente teria dúvidas sobre a doutrina da salvação pela graça e através da fé, independente das obras?

      Em contraste, de tempos em tempos, inconsistentemente, algumas pouquíssimas pessoas (geralmente nas mais distantes franjas ou já totalmente fora da massa das igrejas locais conservadoras, bíblicas e fundamentalistas), confusamente, às vezes defendem doutrinas que parecem se apoiar, instavelmente, em apenas um texto ou passagem (contrariando a base da exegese cristã de todos os tempos, que conforme: Dt 19:15; Mt 18:16 e 2Co 13:1, exige pelo menos duas passagens, para confirmar uma verdade); mesmo assim um verso ou passagem não totalmente claro, não totalmente explícito, não de ordem clara e não de declaração clara dirigida aos crentes neotestamentários, antes parecendo se apoiar em mero simbolismo forçado e subjetivo, ou em mero relato de um fato (sem comentá-lo nem reprová-lo), tudo de modo bastante discutível, constituindo isolado verso ou passagem sobre o qual há opiniões divergentes e há dúvidas mesmo entre os salvos verdadeiramente fiéis, os salvos que crêem literalmente no que a Bíblia diz (dentro dos contextos e dispensações de cada verso).

      Se formos generalizar algo que é específico; se formos pegar apenas um texto, sem examinar seu contexto histórico e cultural; logo teremos na Igreja, pessoas batizando-se no lugar dos mortos (1Co 15:29) ou então pregando o evangelho aos mortos (1Pe 4:6), ou ainda, entregando a Satanás qualquer irmão com os quais eles não concordem (1Tm 1:20).

      Assim, antes de entrarmos propriamente na doutrina do véu feminino, notemos atentamente que tal véu feminino somente é mencionado em 1Cor 11:1-16, uma só passagem, a qual decididamente não deixa claro e explícito que toda e cada mulher crente, de toda e cada igreja neotestamentária, tem que forçosamente usar um véu de tal e tal tecido, de tal e tal comprimento, de tal e tal modelo, de tal e tal cor, todos os instantes de sua vida pública (ou, pelo menos, como parte vital e básica de seus cultos públicos prestados a Deus). Ora, se fosse correta tal instável interpretação dos promotores do véu de tecido, então por que o Novo Testamento não diz isto de forma clara e explicita e indiscutível?

      Por que não dá os detalhes indispensáveis? Por que não determina quais os tecidos, cores e modelos apropriados, qual o comprimento apropriado, quão longo é o necessário? Um chapéu é apropriado? Tem de ser de 50 centímetros de diâmetro, ou pode ser somente como discreto “kippa” de 5 centímetros? Pode ser sem abas? Tem que ser um véu de pano pesado ou pode ser leve, ou mesmo transparente ou uma redinha da cor do próprio cabelo, quase imperceptível? Tem que chegar aos joelhos ou pode chegar somente às orelhas? (Já vi desde as redinhas quase imperceptíveis, desde chapeuzinhos bem pequeninos e multicoloridos e luxuosos, verdadeiros concursos de moda, até mantas grosseiras, pesadas e baratas, chegando aos quadris). Por que não há nenhum outro verso ou passagem que sequer fale de raspão nesse assunto? Por que não há absolutamente nada que clara e explícita e indiscutivelmente exija tais coisas e dê os indispensáveis detalhes que faltam? Por que? Por que outros apóstolos, nas igrejas que fundaram e nas cartas que escreveram, nunca sequer de raspão falaram nesse assunto? Porque o próprio apóstolo Paulo, não falou deste costume à nenhuma das outras igrejas por ele fundadas? Por que?

      Por que a história (documentada pelos escritos dos assim chamados “pais das igrejas”, e dos historiadores, e de outras fontes) de modo nenhum mostra que o uso de um véu de tecido foi a prática de todas as mulheres crentes de todas as igrejas dos primeiríssimos séculos? Por que?

      Tudo isso, sozinho, mesmo antes da sã exegese da passagem, já prova que o ensino legalista de que toda e cada mulher crente de toda e cada igreja neotestamentária têm usar um véu de tecido, é no mínimo extremamente suspeito.

      Tudo isso, sozinho, mesmo antes da sã exegese da passagem, já justifica que possamos nos omitir daquela prática e ensino (mesmo que não condenemos aqueles que neles crêem, talvez alguns creiam porque assim foram ensinados, talvez usem o véu de tecido na sinceridade de seus corações).

      É melhor ficarmos com a interpretação da passagem que é mais livre de perigo, por todos os ângulos; é melhor ficarmos com a acautelada interpretação que o Espírito Santo, através de Paulo, estava simplesmente reiterando, reforçando o ensino de muitas outras partes da Bíblia: que deve a mulher usar cabelo longo, em sinal de amorosa submissão ao marido, e porque Deus assim ordenou. Oh, que doce ensino este! Oh, que ensino claramente ensinado em tantas partes da Bíblia! Oh, como me contento com este ensino, como ele comove e derrete meu coração, como eu já tenho alegria e trabalho suficiente em esforçar-me por isto praticar e ensinar no meu dia a dia, à minha amada família, minha amada esposa e filhos e netos, cada vez mais!

      Agora, entremos mais propriamente no assunto do véu feminino, de 1Cor 11:1-16.

      A parte que fala sobre o véu a ser usado pelas piedosas e dedicadas crentes, é uma passagem que tem confundido muitas pessoas sinceras, é uma passagem difícil de entendermos perfeitamente, difícil de todos os crentes sinceros chegarem ao mesmo entendimento.

      Há muitos comentaristas e exegetas sinceros, crentes na Bíblia, da mais conservadora e fundamentalista linha doutrinária, que apresentam muitas evidências históricas e afirmam que o costume da grande cidade de Corinto era que as prostitutas do maior templo idólatra da metrópole, todas elas andavam de cabelo raspadinho, e que tal tipo de cabelo era como um anúncio luminoso característico e inconfundivelmente identificatório, anunciando a todos que o vissem: “Eu sou prostituta do Templo, sirvo meu deus-ídolo através de ter as mais pervertidas relações sexuais com quantos vão ao templo”; então, segundo aqueles comentaristas, em 1Co 11 o Espírito Santo, através de Paulo, estava dando uma ordem voltada para aquela situação específica de Corinto, ordem para que as ex-prostitutas, agora recém convertidas a Cristo, usassem véu para esconder seus cabelos raspados até que crescessem; e que as outras crentes jamais raspassem nem expusessem cabelos curtinhos, isto seria péssimo testemunho para uma cristã. Portanto, esses exegetas e comentaristas interpretam que a ordem de usar véu só foi para aquela cidade e devido àquele contexto, não tendo necessidade de ser seguida hoje e aqui, no nosso atual contexto Ocidental.

      O Dr. Martin, grande exegeta bíblico, especialista no idioma grego, e mundialmente reconhecido como um credenciado expositor das sagradas escrituras; em seu artigo “The Truth about the Veil”, encontrado no link: http://www.bibletruths.net/archives/btaro059.htm, termina assim:

      “Em conclusão, uma vez que o uso de um véu de tecido não era praticado comumente [isto é, não era praticado em outras cidades e regiões mencionadas na Bíblia] no período de 1 Coríntios 11, e tendo em vista a ausência de tal ensino específico nos textos [bíblicos] regulamentando a conduta (em geral e na adoração) das mulheres, a conclusão é que Paulo estava endereçando um problema específico daquelas igrejas tais como a de Corinto (quanto à aplicação dos princípios do homem ter Deus por sua cabeça, e a mulher ter o marido por sua cabeça). O véu de tecido não tem qualquer sentido para as pessoas do Ocidente, e nunca teve. Nos dias de hoje, associar o ensino especifico do véu ao caso de profetisas é um argumento anacrônico (uma aplicação cronologicamente errada a pessoas, eventos, objetos, ou costumes).”.

      “Impor o véu de tecido, hoje, envolve um errôneo entendimento dos assuntos de 1Co 11, falta de conhecimento do contexto bíblico-histórico ligado à passagem, mal entendimento quanto a orar ou profetizar, quanto à cobertura em si (não é um chapéu), quanto ao endêmico significado simbólico do véu, e quanto à lei geral de Deus para a submissão das mulheres. As mulheres, hoje, demonstram submissão através de um espírito manso e quieto (1Pe 3: 4 e 1Tm. 2:11).”
      .
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      .
      Espero que essa leitura te ajude, Paloma.
      Na paz de Cristo.

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