Recentemente, na entrevista coletiva que deu para justificar a troca de Fátima Bernardes por Patricia Poeta na apresentação do Jornal Nacional, o jornalista William Bonner afirmou: “A informalidade é uma obsessão minha”. Todos sabem que esse telejornal é o mais influente do país. Certamente influencia as mentes de milhões de brasileiros que acreditam piamente naquilo que é transmitido por esse programa. Não sou um deles. Eu, como jornalista que trabalhei 11 anos nas Organizações Globo (2 no jornal e 9 na TV) sei o quanto de ficção existe na telinha. Como me disse um redator do Jornal do Brasil em 1994, “se o leitor soubesse como fazemos o jornal, ele não leria”. Vivenciei situações nas redações que se você soubesse faria como eu, que há cerca de 7 anos parei de assistir a telejornais, ler revistas como a Veja e similares, simplesmente porque sei com absoluta certeza que grande parte do que vejo ali é balela. Sei como é feito. Vá por mim: ler um bom livro me acrescenta muito mais. Mas isso é assunto para outro post. O que quero tratar aqui é do que o Bonner disse: “A informalidade é uma obsessão minha”.
Como um dos principais formadores de opinião do país, Bonner tem conseguido contaminar o país com sua obsessão. Não que ele seja o único responsável, certamente sua postura é apenas um reflexo dos tempos em que vivemos. Vivemos na era da informalidade e ele tenta mimetizar isso. Aparentemente o abandono do formal pode não soar como algo ruim, mas é preciso botarmos as coisas em perspectiva. Há muita coisa boa na informalidade, mas também há muito a se aprender com a formalidade. Temo por uma sociedade em que se abandona o equilíbrio.
Ao pé da letra, pelo dicionário, “formalidade” significa “1. Condição necessária para certos atos ou documentos se poderem executar ou serem válidos. 2. Praxe; cerimônia; etiqueta. 3. Seriedade. 4. Substancialidade“. Não me parecem ser coisas ruins. Para tudo na vida existem condições para validar atos. A praxe, ou seja, o hábito, também importa em nossas vidas – sem eles ficamos perdidos no caos. Cerimônias falam de reuniões humanas que seguem determinadas regras fundamentais para o bom funcionamento das coisas. Etiqueta, então, é o que determina a boa convivência, é a educação, o bom trato, formas de se relacionar bem com o próximo. E, por fim, seriedade e substancialidade são aquilo que valida e dá solidez a algo. É algo feito com integridade, sem banalidades ou puerilidades e que carrega em si substância, isto é, sentido, propósito.
Logo, “formalidade” fala de validade, equilíbrio, harmonia, paz, educação, polidez, integridade, objetividade, conteúdo. O que, a meu ver, são todos valores bíblicos e cristãos. No entanto, a sociedade pós-moderna do século 21 tem considerado esse conceito, “formalidade”, como um mal. Coisa ultrapassada. Desnecessária. Velha. Antiquada. Castradora. O legal é ser informal, é a linguagem “Casseta & Planeta”, é fazer o que “Pânico na TV” e “CQC” fazem: tratam todos em suas entrevistas e quadros como se fossem bobos da corte.
Na sociedade informal, perdemos o respeito. Abandonamos a delicadeza. Esquecemos dos padrões. Achamos o máximo um repórter-humorista esculhambar uma autoridade como o Presidente da República. Na era pós-cara-pintada (e eu sou daquela geração), o garotão de 18 anos se põe no mesmo patamar do senhor de 70 anos. Fala com ele sem respeito. Trata como um qualquer. No twitter ou no facebook, molecotes cheios de espinhas que não sabem nem mesmo o nome dos doze apóstolos entram em debates e às vezes até ofendem sacerdotes e teólogos que têm décadas de vivência com Deus, com a igreja, com a Bíblia, com as coisas do Alto. Entram em debates como se estivessem no mesmo nível, afinal, informalidade pressupõe isso. É aqui que está o erro principal: as pessoas, queira-se ou não, têm patamares diferentes te sabedoria, conhecimento, maturidade. Mas a era da informalidade quer pôr todos em pé de igualdade. Errado.
Estudei japonês por dois anos. Tornei-me um profundo admirador da cultura japonesa. Lá a formalidade, o respeito pelo próximo, é tão grande que existem palavras diferentes para designar a mesma coisa. Por exemplo: a minha mãe chamo de “Haha”. A sua mãe eu chamaria de “Okaasan” por respeito. Há equilíbrio. Cada um entende o seu papel e, principalmente, suas limitações. No Japão, um jovem sabe que viveu muito menos do que um ancião e que por isso lhe deve respeito. No mínimo porque o ancião que viveu muito mais do que ele obviamente sabe mais, tem mais sabedoria, mais vivência, já cometeu os erros que ele ainda cometerá e por isso seus conselhos são bem mais válidos que os de um colega de escola. E esse respeito é acompanhado de formalidade: equilíbrio, harmonia, paz, educação, polidez, integridade, objetividade, conteúdo.
Aí chegamos à igreja. Pronto. Vai começar a chiadeira. Pois as novas gerações (e muitos das antigas) não querem saber de formalidade. Acham, sabe-se lá por quê, que a formalidade no Cristianismo impede uma intimidade real com o Criador, uma vida plena de comunhão com os irmãos. Aí o que acontece? O Pastor deixa de ser uma pessoa com autoridade espiritual para ser “o cara”. Na minha igreja, muitos jovens chamam um Pastor de “Vandinho”. Não vejo isso com bons olhos. Põe um líder, alguém que é detentor de mais conhecimento, mais vivência e que terá de exortar e disciplinar muitos, num patamar de igualdade hierárquica que desvaloriza seu papel. Quem vai querer ouvir de um igual que está fazendo a coisa errada? “Sai pra lá, cara, não se mete na minha vida”. Já a uma autoridade formal nós damos ouvidos. Acredite: hierarquia importa. Respeito importa. Formalidade importa.
Na época em que minha mãe frequentava a escola (lá pelos anos 1940), os alunos ficavam de pé quando o professor entrava em sala. Sinal de respeito e admiração pelo detentor de conhecimento que fará com que cresçam na vida. Os bons Pastores – aqueles que de fato são homens de Deus, tementes ao Senhor e que choram por suas ovelhas – são dignos de dupla honra. Mas em nossos dias o respeito e a formalidade necessários no trato com aqueles que detém o conhecimento bíblico e espiritual e foram postos em nossa vida para nos guiar espiritualmente são vistos como algo desnecessário e ultrapassado. E, assim, a igreja vai afundando no mundanismo.
Nos cultos, a formalidade também virou sinônimo de chatice. A palavra “liturgia” é ouvida com caretas. Hoje você vai numa formatura de alguma universidade e parece uma festa de criancinhas alcoolizadas, com gritos de “uhu”, cartazes, músicas bobas, os jovens gritam, os professores são ovacionados. E essa galera acha que os cultos devem ser assim também: muita música animada, muito pula-pula, uma rave gospel, com todo mundo cheio de endorfinas, suados e salgados. Os jovens querem cultos o mais informais possível, com pastores pregando de jeans, usando gírias (e uns palavrões também nao seriam nada mal), muito suor, quase um carnaval. A pregação tem que ser sobre coisas maneiras: exortação, falar sobre pecado e arrependimento são coisas formais demais, a galera quer saber é que Deus é dez, que o cara lá de cima é superbacana, que o Paizão vai ajudar a passar no vestibular, que… que… que… uhuuuuuuuuuuuuuu!!! Oração? Leitura da Bíblia? Jejum? Discipulado? Evangelismo? Cantar hinos solenemente e com reverência ao Rei dos Reis? Fala sério… O NEGÓCIO É TIRAR O PÉ DO CHÃO!!!!!
Desculpem, mas não é por aí. Mesmo tendo Jesus mudado aos olhos da humanidade o conceito da primeira pessoa da Trindade de “o Altíssimo Senhor dos Exércitos” para “Pai”, no Reino dos Céus há muita formalidade. Não é o Reino do CQC. Marcelo Tas não é arcanjo e o repórter Vesgo não ladeia o trono de Deus. Faço questão de reproduzir aqui o que o apóstolo João diz ter visto em sua visão de Apocalipse acerca de como as coisas funcionam no Céu, descrito em Ap 5.6-14. Mesmo que certos aspectos sejam metafóricos, o que importa é o clima existente na presença do Soberano Deus. Leia com atenção:
“Depois vi um Cordeiro, que parecia ter estado morto, em pé, no centro do trono, cercado pelos quatro seres viventes e pelos anciãos. (…) Ele se aproximou e recebeu o livro da mão direita daquele que estava assentado no trono. Ao recebê-lo, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro. Cada um deles tinha uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos; e eles cantavam um cântico novo: ‘Tu és digno de receber o livro e de abrir os seus selos, pois foste morto, e com teu sangue compraste para Deus gente de toda tribo, língua, povo e nação. Tu os constituíste reino e sacerdotes para o nosso Deus, e eles reinarão sobre a terra’. Então olhei e ouvi a voz de muitos anjos, milhares de milhares e milhões de milhões. Eles rodeavam o trono, bem como os seres viventes e os anciãos, e cantavam em alta voz: ‘Digno é o Cordeiro que foi morto de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor!’ Depois ouvi todas as criaturas existentes no céu, na terra, debaixo da terra e no mar, e tudo o que neles há, que diziam: ‘Àquele que está assentado no trono e ao Cordeiro sejam o louvor, a honra, a glória e o poder, para todo o sempre!’ Os quatro seres viventes disseram: ‘Amém’, e os anciãos prostraram-se e o adoraram”.
Isso lhe parece formal ou informal? Litúrgico ou uhu? Hierárquico ou todo mundo no mesmo nível?
Então, numa era em que a informalidade reina absoluta no mundo, a formalidade – ou seja, a validade, o equilíbrio, a harmonia, a paz, a educação, a polidez, a integridade, a objetividade e o conteúdo que existem nas esferas celestiais – perde seu espaço, quando em certos ambientes – como a igreja – deveriam se manter. “A informalidade é uma obsessão minha”, disse William Bonner. Em contrapartida, o apóstolo João diz em Ap 7.11,12: “Todos os anjos estavam em pé ao redor do trono, dos anciãos e dos quatro seres viventes. Eles se prostraram com o rosto em terra diante do trono e adoraram a Deus, dizendo: ‘Amém! Louvor e glória, sabedoria, ação de graças, honra, poder e força sejam ao nosso Deus para todo o sempre. Amém!”.
Isso lhe parece formal ou informal?
Oro a Deus que a obsessão de William Bonner e da nossa era não contamine ainda mais nossas igrejas e nossos irmãos. Em outras palavras: que o espírito mundano dos nossos dias permaneça fora das paredes dos lugares sagrados. Que saibamos que existe hora e lugar para tudo. E que, em nossas igrejas, nos comportemos com toda a formalidade que os anjos demonstram ter diante do trono de Deus.
Afinal, céus e terra passarão. William Bonner passará. Esta vida passará. Mas é bom estarmos acostumados à formalidade, pois ao chegarmos à presença de Deus teremos que demonstrá-la em toda a sua magnitude. Então, sugiro que você comece a treinar. Em vez de “Qualé, Paizão do Céu, tu é um cara maneiro pacas. Bora louvar aí, Jesus, canta um corinho animado!”, comece a dizer “Louvor e glória, sabedoria, ação de graças, honra, poder e força sejam ao nosso Deus para todo o sempre. Amém!”
Paz a todos vocês que estão em Cristo.
Follow @MauricioZagari.





Paz, Maurício!
Eu, ao contrário do Bonner, sinto falta da formalidade em muitos aspectos, principalmente no que diz respeito as coisas de Deus. Já me perguntei se sou desta época mesmo kk, pois gosto de hinos tradicionais, sou avessa a barulheira de certos instrumentos durante o culto, me sinto mal quando as pessoas não param sentadas durante a ministração da Palavra, etc… Por que como você bem mencionou, tudo é tão natural, informal… A ordem e a decência na igreja são características que deveriam ser preservadas com temor e reverência. Não há meio termo quando se fala em estar diante de um Deus Todo Poderoso, Rei dos Reis e Senhor dos Senhores. Não há como improvisar, informalizar, banalizar… Concordo com você meu amigo. Deus lhe abençoe.
Deus abençoe vc tb, Jacy!
A paz do Mestre.
Muito bom jovem Mauricio! Faço minhas as palavras de Jacy. Bençãos do Senhor para você!
Para ti tb, Sonia.
Deus a abençoe.
Olá Mauricio Zágari !
Concordo com vc em número e grau. E só para constatar a palavra informalidade de nossos tempos: INFORMAL sinônimo: APOSTASIA, apostasia nas igrejas e em qualquer outra instituição…Infelizmente. INFELIZMENTE A APOSTASIA DOS ÚLTIMOS DIAS.
A HONRA E TODA A GLÓRIA À SEGUNDA VINDA DE CRISTO !
ABRAÇOS
PATTY.
Olá, Maurício.
Entendo o seu ponto de vista, normalmente a formalidade tem sido vista com maus olhos, principalmente para essa galera mais eufórica e metida a descolada, todavia, creio que há ressalvas a serem observadas.
É válido notar que muitos têm se valido da ‘formalidade’ para dizer que mulher só veste saia e não se depila, e até mesmo para suprimir a expressão de adoração de alguns irmãos ‘mais expressivos’, por assim dizer. Já ouvi gente dizer que é coisa de fariseu levantar as mãos durante uma adoração, coisa de quem quer ser visto pelos outros. Já vi até quem fosse instruído a suprimir o choro, pois não se chora na igreja.
Muitas vezes, jovens como eu, ao ouvirem falar em ‘liturgia’ ou ‘formalidade’, inevitavelmente associam tais palavras a esses tipos de usos e costumes que são mais predominantes nas gerações passadas, e o efeito disso é a cara retorcida e o repúdio. Concordo que tudo deve ser feito com decência e ordem, mas dizer que só se pode adorar a Deus de pé, pulando nem pensar, ou que uma bateria é um instrumento inapropriado para compor o ministério de louvor, é no mínimo uma colocação equivocada da parte de alguns.
Deus abençoe a sua semana,
Grande abraço na paz de nosso Senhor.
Remam,
é importante separar as coisas e erra quem confunde usos e costumes com formalidade.
Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.
Se vc vir a formalidade que há no Céu, pelas passagens bíblicas citadas, verá que ela de longe não passa por essa questão.
Deus o abençoe.
Maurício,
Eu ADORO uma formalidade! Eu normalmente sou cheia de dedos para tratar uma pessoa!
E eu acho que vc está certíssimo qd fala que ser formal é ser de Deus! Pois temos que nos colocar no nosso devido lugar!
Imagine se vamos tratar um ancião como tratamos o nosso colega de trabalho? No mínimo estranho!
É preciso cautela, zelo e mais amor!
Obrigada por tanto zelo que vc nos ensina!
Amo vcs três!
Vc está certissima, Lelê.
Eu que agradeço.
O amor é reciproco.
Deus te abençoe, muitos beijos.
EXCELENTE!!!!!! MUITO, MUITO BOM!!!!! E OPORTUNO. UM POST DESTE DEVERIA SER DIVULGADO AMPLAMENTE PARA QUE MUITO MAIS PESSOAS PODESSEM LER. MEU DEUS, COMO TEM PRECISANDO APRENDER SOBRE ISSO, SOBRE A SOBERANIA DO DEUS ALTÍSSIMO. PARABÉNS MAURÍCIO. QUE DEUS CONTINUE LHE DANDO GRAÇA E SABEDORIA, AMÉM!
Amem, Maria, fico feliz que o texto fez morada em teu coração.
Se vc acha que deve ser divulgado…divulgue!
Deus te abençoe rica e poderosamente.
Graça e paz Maurício.
Tem gente que confunde informalidade com falta de educação. Como diria a minha cunhada: “Para muitos informalidade é ser fora de hora”.
Parabéns pelo excelente post e por ser coerente em suas palavras.
Fique na Paz!
Pr. Silas Figueira
Exato, Pastor.
Sua cunhada fez uma ótima colocação tb.
Muito grato, Deus o abençoe e aquele abraço!
Admiro a formalidade, sabe mano .. mas tem que ser com Verdade. Quando eu era mais jovem minha mãe me levava pra assistir as reuniões das TJ. Formalíssimos! Em termos de hierarquia, educação e respeito, impecáveis! Mas tudo não passa de um sepulcro caiado (talvez isso tenha contribuído para a minha aversão ao formalismo fariseu). Vejo alguns cristãos também que, exteriormente, dão um show. Todos pomposos, com seus paletós alinhados, gravatas à altura do umbigo, saudando com “Paz do Senhor, meu nobre.”, mas não sabem a diferença entre “Jesus Cristo”, “Cristo” e “Cristo Jesus”.
Creio que, antes de mostrar respeito por fora, devamos viver o temor e tremor ao Senhor no nosso íntimo. Caso contrário, seremos tais quais a figueira* sem frutos.
* Só pra constar: a figueira, antes de apresentar folhas, apresenta frutos. Logo, se a árvore está repleta de folhas, teoricamente, teria que estar, também, repleta de frutos. Mas, apresentando-se encorpada por belas folhas, mas sem frutos no interior, constitui-se uma figueira farisaica (bonita por fora, vazia por dentro).
Um beijo, mano. Que o Senhor te conserve no formalismo cheio de Graça e Verdade, o qual parece bom aos olhos de Deus.
nEle, que nos ensina a Etiqueta da Graça.
Sem duvida, Marcelo. Mas graças a Deus que uma coisa não exclui a outra.
É possível haver muita graça na formalidade e muito pecado na informalidade. E vice-versa.
Mas aí nos perguntamos: como agir então? A resposta, como sempre, está na Bíblia.
Olhemos para o Céu. Olhemos para a sala do trono. Ali está a resposta.
Deus o abençoe.
Maravilhoso, Zagari! Acabo de escrever pra um amigo que mora no Rio de Janeiro, sobre os descaminhos da musica crista e, tudo isso se encaixa perfeitamente la’, bem como em tudo o que se passa hoje com as igrejas cristas. Precisamos de mais “gritos” assim (desculpe chamar de “grito”), esquecemos, ao longo do caminho (e vai ser dificil lembrar onde!), a tradicao, removemos todos os marcos antigos, desprezamos o sacro trocando pelo profano, que e’ muito mais legal. Enfim, nos “conformamos” com o presente seculo, plantamos, a colheita vira com toda a certeza… e ja estamos a colher os frutos amargos desse plantio. Perdemos identidade, o rumo e a nocao de QUEM e’ Deus!
Abraco.
Irretocável, João.
Deus o abençoe, aquele abraço.
Boa tarde Mauricio Zágari, que a paz do Senhor Jesus continue habitando no seu coração e que seus pensamentos continuem edificando vidas. Bom, creio que depende muito do ambiente pra se usar a formalidade ou informalidade, lembrando que apoio uma informalidade atualizada, mas sem perder a virtude de Cristo, o amor, a ética, educação…permita-me expressar um pensamento. Parabenizo pelo seu conhecimento, pela sua inteligência adiquirida por Deus, mas observe bem antes de criticar ou exortar os “molequotes”, veja neles sempre ferramentas de Deus para agir nessa geração atual.
Flaine,
recebo sua exortação, mas entenda que não houve intenção de denegrir ninguém com o uso do termo.
O problema dos “molecotes” é se porem em pé de igualdade no que tange a sabedoria, conhecimento, inteligência, bagagem culturar e outras virtudes com os anciãos. Aí está o mal.
Espero ter me explicado bem.
Deus o (a) abençoe (perdão, não consegui identificar seu gênero) rica e poderosamente.
Obrigado, pela resposta. entendi e concordo com sua resposta. Deus continue abençoando, lembrarei de orar por você nas minhas orações.
Flaine Florêncio Ferreira
Masculino,
Paz.
Muito bom texto amigo. Eu também tenho um pensamento nessa linha. Eu acredito que a informalidade é culpa da teologia da prosperidade, afinal, eles diminuíram Deus a um mero capacho mesmo. Quem respeita servo? Mas que bom que Deus ainda mantém gente sensata pra fazer jus a Palavra. Deus te abençoe.
Obrigado, mano,
bênçãos em dobro pra ti.
Maurício, sou seu fã! E acredito que tenho idade pra ser seu irmão mais velho (rs). Concordo plenamente com você sobre a informalidade (sem aspas) existente no “cristianismo” de hoje.
Tenho procurado não deixar que a modernidade (pra não dizer mundanidade), assole as igrejas sob minha responsabilidade, pois os dias são dificeis, dado a facilidade em que os meios “gospéis” de comunicação adentram os nossos recintos sagrados. Shalom!
Amem, querido, fico feliz por suas palavras.
Deus o abençoe e o fortaleça na enorme responsabilidade de liderar igrejas.
Oro por ti.
Na paz do Mestre.
Graça e Paz,amado Zágari!..De acordo com que vc escreveu,façamos analogia com as autoridades constituídas..será que ao recebermos um convite para um evento presidencial no Planalto iríamos tão informais?..trataríamos a mandatária da nação de qualquer maneira?..e nos tribunais de justiça?..quero ver quem ousa ser informal lá..rs…sente logo o peso da lei e da autoridade..que cada um examine a si mesmo..a paz de Cristo,mano.
Bem posicionado, Jean.
Deus o abençoe.
Parabéns Maurício, por esse post abençoador (“pra variar”).
Deus continue usando a sua vida a cada dia.
Vai nessa tua força, Deus é contigo.
Abração.
Obrigado, meu irmão, e se lembrar ore por mim. Necessito.
Deus o abençoe!
Muito boa reflexão! Gosto muito de assistir um culto de uma igreja, que não é a minha, pela internet, mas fico triste quando vejo o pastor, tão preparado, de jeans e camiseta… Fico triste com jovens que vão à Igreja de chinelo de dedo, bermuda e “tomara que caia” . Estes mesmos jovens vão para o trabalho de camisa, gravata, sapato e meia! Minha avó e minha mãe não nos deixavam brincar em casa com as roupas de “vedeus”… custei a entender esta expressão: “ver a Deus”. Eram nossas melhores roupas… Quanto aos cânticos então, nem se fala… alguns parecem mais próprios para shows ao ar livre! O barulho dos instrumentos é tanto que não conseguimos ouvir e aprender as letras e sua mensagem.
Que dizer, Marcia, qdo vc disse tudo?
Uma curiosidade: vc tem algum grau de parentesco com o Pr. Guilherme?
Deus a abençoe.
Pr. Guilherme Kerr Neto é meu primo irmão. O pai dele era irmão da minha mãe. Grata
Muito bom o texto mais uma vez..
Como você bem disse, quando se fala de liturgia o pessoa já bota cara feia..é assim mesmo! rsrs
E muita gente desconsidera igreja tradicionais por elas preservarem a formalidade e ordem dos cultos.. lamentável.
Exato, Thiago. Nada a acrescentar: “lamentável” diz tudo.
Aquele abraço, no amor do Mestre.
Mais uma vez, Maurício, um texto na medida certa! Deus o abençoe mais e mais, multiplicando sua graça e seu amor sobre sua vida!
Obrigado, Katia.
Desejo a ti e aos teus o triplo.
Beijo grande, na paz de Cristo.
concordo em gênero, número e grau. é bom saber que ainda existem pessoas equilibradas no meio da Igreja. que Deus continue te abênçoando.
Obrigado, Marina, vc é gentil.
Deus a abençoe muito.
Precisava ouvir isso. Obrigado! Deus abençoe.
Fico feliz, queridão!
Deus o abençoe muito. Abraço forte.
Muito bom o texto. Parabéns Mauricio.
Concordo que a informalidade é boa em certas ocasiões e com uma certa dosagem. Tudo deve ser feito com decência e ordem, para não se tornar banal, uma falta de respeito com Deus e com o próximo. Fico muito incomodado quando na igreja começam a gritar, aquele louvor bagunçado, alto e extasiado. Tudo deve ser feito na medida certa, no tempo certo, tudo feito com equilíbrio como sempre falo. Sempre busco o equilíbrio na minha vida. Gosto que as coisas tenham conteúdo, algo para acrescentar e não apenas “oba, oba”. E sei que isso é o correto.
Mas, realmente é lamentável como a sociedade e a igreja de hoje dão tanto espaço para coisas sem sentido e banal, e esquece do que é mais importante.
Você tem toda razão, Lucas.
Sejamos em tudo bíblicos.
Deus te abençoe!
O nosso país está informal Zágari. As pessoas não respeitam mais nada, sejam autoridades, os pais, professores, idosos e por ai vai..A modernidade tem feito com que muitos se esquecem de hábitos sadios e esse tipo de comportamento tem entrado em nossas igrejas. A formalidade dentro das igrejas hoje é considerada antiquada e careta. Nem Jesus escapa!!
Esse post me fez lembrar de uma reportagem que vi essa semana. Uma cantora roqueira ridicularizou e xingou a polícia em um de seus shows. Uma mulher daquelas, com a idade que tem, deveria dar exemplo, mas prefere agir como uma adolescente rebelde mostrando total falta de respeito com as autoridades ali presentes, na frente de seus fãs em sua maioria adolescentes e jovens. É esse tipo de informalidade que tem contaminado o Brasil!!
Abraço..
Teresa,
estamos caminhando pro fim, querida. Se vc lê o sermão profético de Jesus verá que Ele menciona o desrespeito como um dos sintomas da chegada do fim.
O Brasil é um país perdido nesse sentido. Não há respeito por nada nem ninguém. E é duro reconhecer isso.
Cabe a nós ensinar isso a nossos filhos para que a geração deles não dobre os joelhos ao que é errado. Mas a verdade é que muitos pais não estão nem aí e, pior, dão o mau exemplo.
Maranata!
Deus a abençoe.
Identifico-me muito com o que escreves neste blog Mauricio. Continue firme, pois os críticos dos que criticam, e o próprio inimigo (que odeia quem revela ou compartilha a verdade, e a verdade) irão te pressionar.
Forte abraço, Deus te abençoe.
Obrigado, Luiz. Ore por nós, se desejar e puder. É do que mais preciso.
Deus te abençoe muito.
Olá Mauricio!
Precisava ler isso! Mês que vem completarei 1 ano na igreja em que frequento e algumas coisas formais que via lá me incomodava um pouco, achava desnecessário apesar de respeitar, mas a partir de hoje vou tentar ver com outros olhos. Algumas coisas a partir desse momento já consigo, outras vou realmente tentar e orar. Obrigada.
Que Deus continue te abençoando!
Um grande abraço.
Carine,
fico feliz por isso. Que bom que minha reflexão trouxe paz ao teu coração com relação a tua igreja.
Que vc consiga ver com os melhores olhos a formalidade que encontrar ali.
Deus a abençoe.
Olá Mauricio! Uma coisa que foi citada, que quero destacar, é o tempo de vivencia de cada um(digamos a bagagem), pessoas mal leem a Biblia, mau ora, não são nem transformados pela Palavra da Verdade, e querem impor as suas “teorias”, “visões”, “doutrinas”. Em um relacionamento o que conta ao passar nos tempos é o amadurecimento, pessoas ainda são levadas aos vento de qualquer doutrina, a Bíblia chama de crianças. Que haja o amadurecimento espiritual, e os olhos possam ser abertos, que um vislumbre da Glória de Deus seja vista, para que como Isaías disse: – Eu sou homem de lábios impuros(pecador). O que falta é um relacionamento com o Deus. Pessoas querem sentir Deus de fora pra dentro, fazem de tudo, mas Deus transforma de dentro pra fora.
A graça e a Paz de Cristo!
Bem refletido, Walace.
Deus te abençoe.
Parabens Mauricio. É de postagens assim que precisamos para que os jovens e adolescentes aprendam a respeitar as formalidades que a muito tempo não se vê dentro das igrejas. Mas se as leis do nosso pais não permitem nem que eduquemos nossos filhos como deveriam ser educados, o que esperar de uma sociedade que vive à mercê da própria sorte?? A biblia diz que não devemos nos conformar com este mundo, mas nos transformar pela renovação do nosso entendimento. Oremos para que haja essa transformação dentro das igrejas para que crentes novos sejam exortados a viverem dentro de um padrão divino onde a formalidade, a educação e o respeito possam ser observados novamente. Deus te abençoe.
Olá, Elizeu,
.
obrigado por suas palavras. Fico feliz que a reflexão falou ao teu coração.
.
Um abraço grande, um feliz ano-novo e que Deus o abençoe muito em 2013,
mz
ok meu irmão. que o nosso Deus te ilumine cada vez mais.