Sentado no ônibus, exausto, após um dia de cansativo trabalho, estava eu absorto escrevendo um texto aqui do APENAS (confesso, o único momento livre que tenho para escrevê-los são minhas viagens de ônibus) e mal reparei nas pessoas que começaram a se aglutinar em pé no ônibus, que enchia mais e mais a cada nova parada. Com minha visão periférica até percebia que troncos, quadris e pernas passaram a ocupar o espaço ao meu redor, mas confesso que não dei muita atenção a eles – afinal é sempre assim, faz parte da rotina de quem anda diriamente de ônibus. Foi quando senti que, em determinado momento, uma mulher parou, em pé, ao lado do assento onde eu estava, chegando a roçar diversas vezes em meu ombro devido ao balanço do veiculo – o que, naturalmente, me imcomodou. Mas, absorto que estava em meus escritos, não reparei muito nela, afinal era apenas mais uma entre tantas herdeiras do feminismo (o movimento que entre outros prejuízos que trouxe às mulheres transformou o cavalheirismo numa peça de museu). E assim prosseguiram meus 60 minutos de viagem: comigo ali, sentado num certo nível de conforto, e dezenas de pessoas em pé, apenas suportando a dureza da viagem. A tal mulher também. Até que chegou a hora de eu saltar. E foi então que…
Só quando fiquei de pé e acionei o sinal de “parada solicitada” foi que de fato olhei para aquela mulher. E, para minha eterna vergonha, percebi que ela estava grávida. Sim, meus amigos, para meu constrangimento e meu vexame absolutos, reparei que havia passado uma hora sentado numa cadeira onde há um aviso que diz “assento reservado para gestantes, mulheres portando bebês, idosos ou deficientes físicos“… ao lado de uma gestante, de barriga proeminente, que viajou o tempo inteiro em pé. Não tive nem tempo de me desculpar quando me levantei e vi a mulher sentar-se onde eu estava, com uma cara de, enfim, alívio e descanso. Pois meu ponto chegou e eu tive de descer às pressas.
Os adjetivos que pensei a meu respeito foram de “canalha” e “pulha” a “imbecil” e “cabeça de vento”. Qualquer orgulho que eu tivesse de meu “generoso espírito cristão” ficou pelo chão. Caminhei pela rua sentindo-me o pior dos seres humanos. Mas, em determinado momento, uma luz se acendeu: a culpa não tinha sido da minha falta de cavalheirismo, de educação ou de bons modos. A culpa tinha sido minha sim, mas pelo fato de eu não ter dado a mínima atenção aos seres humanos que me cercavam. O que é algo muito pior do que falta de cavalheirismo.
Sim. Naquele momento percebi o quanto ignoramos as pessoas ao nosso redor. Não as notamos. Não lhes damos atenção – exceto quando é aquela mulher de corpo escultural que faz qualquer cristão clamar o sangue de Jesus ou quando nos incomodam, como a jovem que neste exato instante insiste em apoiar os joelhos nas costas da cadeira do ônibus onde estou. Ah, essas pessoas a gente percebe rápido, pois, afinal, estão afetando ou incomodando o indivíduo mais importante do universo em nossa opinião: EU. Sim, sou egoísta de dar dó. Egocêntrico. Seja feita a minha vontade, assim na terra como no céu. Eu, eu, eu. E os demais se tornam coadjuvantes dessa grande ópera cujo único solista é este ser que habita meu corpo.
O episódio me fez refletir sobre o quão pouco olhamos para os outros. Aqueles que a Biblia chama de “meu próximo”. Mas que, na prática, eu trato como “meu mais distante possível”. Confessemos, sejamos honestos, sem santarronices ou hipocrisias: quanto nós realmente estamos preocupados DE FATO com a vida deles? Com suas dores? Suas angústias? Seu conforto? Sua paz? Na maioria das vezes, nem notamos o vazio que inunda seus corações, simplesmente porque nem ao menos paramos para olhar bem dentro de seus olhos – pois a Biblia nos ensina que “os olhos são a candeia do corpo. Se os seus olhos forem bons, todo o seu corpo será cheio de luz” (Mt 6.22). E quantos estão por aí com os olhos opacos, cansados e sobrecarregados ao nosso redor, o que denuncia uma total ausência de luz em suas almas, mas nós não notamos! Não percebemos! Estamos tão preocupados com nossos próprios problemas (que, lógico, são os maiores que a humanidade já enfrentou!) que não damos a mínima para aquilo que importa para o coração alheio.
Nem ao menos sabemos ouvir. Se começamos um diálogo com alguém, repare que em 99% das vezes estamos apenas esperamos nossa vez de falar. O que o outro diz? Ah, isso é secundário, desde que as MINHAS necessidades sejam supridas e eu consiga falar dos MEUS problemas.
Somos cristãos que adoram um culto, amam um louvor emocionante, vibram com uma boa pregação, mas fugimos com toda a pressa e todas as nossas energias de nos envolvermos com o próximo – pois ouvir, ajudar e se preocupar com o outro dá muito trabalho. E ter trabalho dá trabalho. E qual de nós, habitantes da sociedade do menor esforço, quer ter trabalho?
Meu irmão, minha irmã, cuidar de almas dá trabalho. Exige tempo. Paciência. Dedicação. Exige telefonemas. Visitas. Orar junto. Se envolver na vida alheia. E isso, vamos combinar, não é o nosso forte. Mais fácil e menos trabalhoso é receitar um rivotril e continuar nos preocupando com nossos próprios problemas (às vezes tão sérios como “devo usar hoje a gravata vermelha ou a rosa?).
Que vergonha de nós, vermes egoístas. Se Deus pudesse errar, o que não pode, eu diria que Ele teria errado no segundo maior mandamento. Que não deveria ser “amar o próximo como a mim mesmo”, mas sim “amar a mim mesmo como ao próximo”, pois, quem sabe assim, valorizaríamos mais o amor que devemos dedicar ao outro. Mas, sejamos duros e francos, a esmagadora maioria de nós, cristãos, não está nem aí para quem senta ao nosso lado no banco da igreja. Quanto mais quem está em pé ao nosso lado no ônibus.
Vivemos como formigas que se encontram, trocam duas ou três antenadas e prosseguem em seus caminhos. Deveríamos olhar mais ao nosso redor. Perceber as pessoas. Ver a beleza que há nelas – e também a feiúra. Deveríamos ouvi-las mais. Falta-nos percepção do outro. Atenção ao outro. Visão do outro. E por uma simples razão: não enxergamos o outro.
“Fala, meu irmão, que o teu servo ouve”: isso deveria ser cristianismo.
Devo muito àquela grávida anônima, que me mostrou o quanto tenho ignorado aqueles que Deus diz que devo preferir em honra. Por meio daquela minha absurda falta de respeito e amor ao próximo, Deus me conduziu a esta reflexão. E a partir de hoje quero me esforçar mais para conhecer quem cruzar o meu caminho. Perguntar seus nomes, me interessar por seu estado de espírito: o garçom gay do restaurante. O caixa mal-humorado do estacionamento do shopping. O rude trocador do ônibus. A lacônica faxineira do prédio onde trabalho. O exausto frentista do posto de gasolina. E, sim, o cidadão em pé ao meu lado no ônibus. Jesus também não morreu por cada um deles? E por que petulância eu tenho o direito de achar que meu papel no mundo, minha história de vida e meus problemas são maiores e mais importantes que os deles?
Os que a Bíblia chama de “meu próximo” são só minha família, meus amigos e aqueles que nos proporcionam benefícios? Ou são aqueles que tiveram fome e não lhes demos de comer; tiveram sede e não lhes demos de beber; foram estrangeiros e não os acolhemos, necessitaram de roupas e não os vestimos, estiveram enfermos e não cuidamos deles, estiveram presos e não os visitamos? Jesus deixa claro quem é nosso próximo na parábola do bom samaritano (Lucas 10.29-37).
O próximo é, antes de qualquer um, aquele cujo nome nós não conhecemos.
Paz a todos vocês que estão em Cristo.
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Quantas vezes fazemos isso e achamos normal. Se pararmos pra pensar e ler o que escreveu, vai vindo na mente quantas pessoas deixamos passar, deixamos de demonstrar um respeito, cavalheirismo e até mesmo deixamos de mostrar Cristo e falar do amor Dele. Perdemors até oportunidades de conhecer pessoas maravilhosas, amigos. Mas não, corremos pra pegar o melhor lugar no onibus/trem/metro. Um bom dia e um obrigado não custa nada, faz até bem, pelo menos tenho isso pra mim. Um ótimo texto que é um tapa na cara de nós cristãos, que enchemos as igrejas, pregamos mt bem e nas coisas minimas não mostramos Cristo. Meu irmao que é pastor fala uma coisa sempre ” O Culto começa quando saimos da igreja”. Seu texto como sempre ótimo, traz uma reflexão, um momento de pensarmos melhor nas nossas atitudes do dia a dia. Abraço forte meu mano.
Disse tudo, Alex.
Obrigado pelas palavras carinhosas.
Abração
Maurício, leio seu blog já faz um tempinho, e este é meu primeiro comentário, admiro muito o que você escreve, você passa muita sabedoria e certamente é inspirado pelo Espírito Santo. Já li todos os seus posts, recomendei seu blog para todos os conhecidos, mas este post em particular, realmente mexeu comigo, pois venho questionando esse nosso comportamento, que nos coloca num pedestal há algum tempo, realmente não é fácil amarmos o próximo da maneira como Jesus ensinou. Que seu blog sirva para fazer com que todos (não só os cristãos) que nele dedicarem a leitura, sejam inspirados, tocados e abençoados. Deus o abençõe, irmão!
Ô, Pri, que doces palavras. Vc certamente é uma pessoa de bom coração.
Obrigado pelo carinho, ore para que Deus me ilumine e que as palavras que aqui forem postas alcancem morada em corações que precisam.
Um beijo, no amor do Senhor.
Maurício, faz pouco tempo que venho lendo seu blog, mais agora resolvi ler sempre e tenho indicado a todos os conhecidos, uma benção cada post, de um forma simples e clara você passa uma grande reflexão, e grandes ensinamentos que aos nossos olhos são tão pequenos, devido a correria do dia-a-dia, mas que faz uma grande diferença, e esse post de hoje foi muito impactante, é mais pura verdade, é muito fácil amar aquele que nos ama, e ainda achamos que estamos fazendo a melhor coisa do mundo, mais quando você diz “O próximo é, antes de qualquer um, aquele cujo nome nós não conhecemos..” o calo aperta rsrsrs mas que o Senhor nos ajude a amar esse próximo de verdade, o próximo que não conhecemos, fui muito abençoado por todos esse posts Que o Senhor Deus continue a te usar grandemente e que você continue sendo benção por onde passar!
Abraço… Deus Te abençoe!
Lourayne, muito obrigado pela generosidade do teu comentário. Espero sempre poder ser bênção pra tua vida, vc é uma pessoa gentil.
Um beijo grande, do teu mano que te ama no amor daquele que nos amou primeiro,
Mauricio
Quem somos nós sozinhos? Que significado tem a existência sem o outro a quem servir? E no entanto nos isolamos e fechamos o coração para o cumprimento do segundo mandamento: “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”.
Não digo que você “disse tudo” neste post, porque acho que nunca é suficiente para nos alertar sobre nossa falha em amar, mas digo que tenho de concordar com tudo, e me colocar no mesmo pacote. Deus permita que você continue a escrever profeticamente, irmão.
Amem, amem e amem, querida. Deus te abençoe muito.
Mauricio, eu por muitas vezes passo por várias situações como esta. Uma que me vem a mente sempre, é quando vejo uma vaga de deficiente, ser ocupada por uma pessoa que nao precisa deste benefício e por muitas vezes já discutiram comigo dizendo que o deficiente, se nao pode andar deveria ficar em casa e nao ocupar vagas em estacionamento.
Mas a sua reflexão, me fez refletir que por muitas vezes eu também tenho as mesmas atitudes das pessoas comigo. E no reino de Deus, olho por olho, dente por dente não existe. Então eu tb estou errada e me sinto envergonhada por nao olhar para o outro com olhos de quem quer ver. Logo eu…ai meu Deus misericórdia!
Se vc tem direitos, vc tem direitos. Não se culpe por isso. Os errados são os outros.
Da sua parte, nossos exames de consciência são sempre importantes. Que nos ajudem a melhorar sempre.
E eu faço coro com vc sobre a minha vida tb…ai, meu Deus, misericórdia!
Beijo grande, no amor do Cristo.
Amado irmão, seu coração é puro e sua vida um testemunho
de procedimento e de reflexões que devemos fazer.
O irmão é uma “escola de fazer crescer”.
Quero sempre ter o privilégio de poder ler seus textos.
Avise quando escrever em outros lugares.
Um abraço carinhoso,
Soraya Barros
Soraya, eu que tenho que agradecer tua perene gentileza.
E, acredite, meu coração está longe, bem longe, de ser tão puro como eu gostaria.
Beijo, no amor do Senhor.
As vezes a gente não percebe e passamos por indelicados, quando na verdade, somos/estamos ‘desligados’ em um determinado momento. Mas tem muita gente mal educada e folgada por aí sim…
Se sou eu a grávida, já dou uma ligeira ‘cutucada’ no passageiro sentado e digo: ‘dá licença que esse lugar é reservado a …’.
Muito bom o seu blog, parabéns!!
Obrigado pelas gentis palavras.
Deus te abençoe muito.
Engraçado que na igreja mesmo certas pessoas não nos cumprimentam, às vezes nem olham. Mas se o louvor ou o pastor pede que as pessoas confraternizem, essas mesmas olham você como se estivessem super ligadas, quase amigas de infância, ternas ou compungidas. Noto isso, sempre acontece, fazer o quê, né? Gente é assim, querendo ser vaso novo todo dia, com fé nas mãos do Oleiro… rsrsrs Uma amiga sempre me lembra uma coisa importante, que você coloca o tempo todo nas entrelinhas: o ‘cuidado’ com o outro, artigo realmente raro no mundão mas abundante na Casa do Pai (Graça, abundante Graça!!!) e, às vezes, na Casa terrena do Pai
Abçs, Mauricio
Verdades, Regina, verdades…
Beijo grande, na paz dEle.
Excelentes reflexões. Quantas vezes o próximo está tão na nossa face e não percebemos o seu clamor. Como é difícil para muitos de nós nos colocarmos no lugar do outro, sermos justos!Devemos estar sempre atentos, sensibilizados, olhar as pessoas, sorrir quando for possível. Ou seja, viver a Cristandade!
Disse tudo, Diana. E quão dificil é isso…
Beijo e paz.
Amado irmão Maurício, parabéns pelos seus textos, pela sua inteligência ao escrevê-los. Cada post me faz crescer mais e mais espiritualmente, e também como cidadão. Cada um deles falam um pouco pra mim, tocam no meu coração, tiram dúvidas que eu tinha. O irmão e o seu blog tem sido uma benção em minha vida, que Deus lhe dê mais e mais sabedoria para escrever e falar do amor dEle as demais pessoas. Que DEUS te abençoe! Paz do Senhor!
Obrigado pelas palavras tão carinhosas, Wesley.
Jesus te abrace e acolha neste dia.
Abraço forte.
Parabéns irmão em Cristo. Deus continue derramando inspiração sobre você. Quero deixar uma sugestão de post. Pode? Mesmo sem saber a resposta vou sugerir (hehehe’), pois além de não cuidar do próximo não damos valor ao que é nosso. Moro na Paraíba e muitas igrejas preferem valorizar a cultura norte-americana, quando o nosso povo tem histórias, melodias e poesias magníficas. Pre-conceito nos rodeiam, porque estamos mais preocupados com números do que com qualidade. Infelizmente somos arrastados por hábitos que já se tornaram naturalizados, porém necessitados refletir sobre nossas ações. Se estamos pensando uma coisa, sentindo outra e agindo de maneira diferente algo precisa ser feito e refeito.
Hoje minha bisavó estava aqui (em casa) e contou muitas histórias de quando morava no interior. Só Deus meu irmão, para dar tanta força e criatividade ao povo sertanejo e precisamos valorizar isso.
Graça e paz.
Oi, xarazão, obrigado pela sugestão. Geralmente escrevo sobre aquilo que Deus me toca, mas vou pensar com carinho na tua ponderação. Quem sabe o Senhor põe algo no meu coração sobre isso?
Abração, no Senhor.
Como sempre uma reflexão inteligente. Sou sua fã. Que Vc continue sendo usado por Deus!! Abraços, Ana
Como sempre vc é muito gentil, Ana.
Um beijo grande, no amor dAquele que é puro amor.
Gostei muito do post.
Há algum tempo não conseguia entender a palavra “amar o próximo como a si mesmo”, mas certo dia ela veio bem forte ao meu coração: “Amar o próximo como a si mesmo, é amá-lo como se ele fosse você; é olhar pro outro e ver a si mesmo. O que vc faria por si mesmo?”
É algo profundo e, mais importante do que apenas achar profundo, é um mandamento, um alvo e uma palavra que deve estar sempre soando em nossos ouvidos.
Deus te abençoe!
Perfeito, Maria.
Se tomássemos o amor pelo próximo como medida para amarmos a nós mesmos o mundo seria tão mais colorido, não?
Pois aí faríamos coisas extraordinárias pelas outras pessoas.
É a utopia terrena. No Céu…ah, no Céu…
Beijo grande pra ti, no amor dO que nos amou.
Que bom que vc percebeu tudo isso, agora aprenda a prestar atenção se o acento é reservado, se for fique atento as pessoas em seu redor para quando o o dono do acento aparecer vc não cometer uma gafe destas! E se estiver entretido com algum aparelho eletronico não pare na saida da escada rolante vc pode causar um acidente!
Pois é, Vanderlei, pois é. Errando e aprendendo.
Mas, mais do que o anuncio sobre o assento, deveria ter prestado atenção aos seres humanos.
Abraço pra ti.
Errando sempre,
Zágari
Excelente texto (como sempre)…
Através dele, fiquei supreso em saber que meu amigo Maurício também anda de ônibus. Hehehe…
Um forte abraço!
André Neves
Obrigado, André (como sempre rs).
Sim, ando de ônibus, mano, todo dia. Por que a surpresa? Sou pobre e moro numa humilde choupana, mas não cobro pra pregar o Evangelho não, viu, fique tranquilo.
Abraço forte, na paz do Mestre.
Mas uma vez, parabéns. Shalom!
Grato, Iranilde.
Deus te abençoe.
Esse texto me inspira a ouvir mais meu próximo e não fazer acepção de pessoas.
Mais uma vez saí com uma lição aprendida.
Deus continue te usando mano.
Abraço, paz!
Amem, Brunão, valeu por compartilhar!
Abs!
[...] Início » Devocional » Não dou a mínima para o meu próximo Não dou a mínima para o meu próximo // por Mauricio Zágari [...]
Ontem eu estava fazendo um estudo com um irmãozinho sobre a passagem em 1 Jo 2:3-11. Rapaz .. amar o próximo é seríssimo! Dos muitos versículos que chamaram minha atenção, creio que o 10 ficou em destaque: “Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo.”. Mano, NÃO HÁ ESCÂNDALO. Independente de ser servo de Deus ou não, amá-lo é imitar o Cristo. Cumprindo apenas esse mandamento, não teremos mais motivos pra que ninguém aponte o dedo para nós, intentando destacar qualquer que seja a falha, pois estaremos cumprindo TODA A LEI. Amar o próximo afeta todos os aspectos da vida. Aliás, Amor afeta todos os aspectos da Vida. E outra, NISTO conhecerão que Jesus habita em nós!
Recomendo fortemente que todos parem pra examinar essa passagem com muita atenção, meditando versículo por versículo, olhando pra si mesmo e ruminando esse Palavra durante toda a Caminhada.
Paz, maninho.
P.S.: Fiquei com vergonha no seu lugar xD
nEle, que sendo o Amor, quer apenas que eu O transpareça.
É, Marcelo, a coisa é muito séria.
Deus o abençoe e aquele abraço.
PS. Obrigado por compartilhar da minha vergonha rs