A igreja que arrota

Publicado: 07/06/2011 em Espiritualidade

Os três primeiros meses de vida da minha filha foram duros. Ela sofreu de cólicas terríveis, que faziam com que ela chorasse, gritasse, gemesse, se contorcesse e soluçasse em agonia. Para quem nao teve a experiência da paternidade ainda, cabe uma explicação: essas dores são resultado da grande quantidade de ar que o neném engole durante as mamadas. Assim, não me restava solução a não ser fazer de tudo para que ela expelisse o ar. E sim, a melhor forma de se fazer isso é estimular o bebê a arrotar e soltar pum. Não é algo muito elegante de se dizer, mas é fato: se você é pai e seu filho recém-nascido sofre de cólicas, você terá de se tornar um grande incentivador de arrotos e puns, seja batendo nas costas, fazendo massagem na barriga, empurrando e esticando suas pernas, elogiando efusivamente quando o bebê finalmente põe os gases para fora… Fato é que fazer o neném expelir os gases tomará grande parte de seu tempo e de suas preocupações.

Mas aí o tempo passa. O bebê cresce e se torna uma linda mocinha. E você, pai ou mãe, descobre que agora tem de desensinar o que passou meses ensinando a pequerrucha a fazer. Afinal, quando sua linda filhinha se torna uma menininha e você sai para jantar com um casal de amigos não vai querer que ela fique soltando arrotos sorridentes na mesa. Ou que ela flatule alegremente na escolinha. Não. Agora a sua missão se torna educar aquele mini-indivíduo, para que ele continue em sua caminhada na vida sem ser visto como um porquinho pela sociedade.

Então, de repente, se vê dizendo para sua filhinha que você tanto incentivou a soltar puns e arrotos que, agora que ela está mais madura, precisa parar com aquilo que você passou meses ensinando-a a fazer. Que o que era certo agora é errado. O que antes ela fazia que levava você a bater palminhas agora te leva a fechar a cara. O que antes merecia um “isso, filhinha, que bonito, você arrotou!” agora rende um “filha, que coisa feia, arrotar na mesa!”. O que antes era premiado com um “que linda, soltou pum!” agora é repreendido com um “que feio, soltou pum!”.

Em princípio achei meio estranho ter de fazer minha filha reaprender. Ter de desconstruir o que levei meses construindo. Mas, depois de algum tempo refletindo sobre isso, cheguei à conclusão de que essa mudança de curso não é um contrassenso, como inicialmente me pareceu. Não faz de mim um hipócrita nem um indivíduo levado por ventos. Pelo contrário. Percebi que há coisas na vida que exigem mudanças drásticas e necessárias em direções opostas, repensamentos que são extremamente importantes. Para cada etapa da jornada, uma atitude. Nos momentos certos, reformulação, alteração de rumo, rotas redesenhadas. E isso não faz de você uma pessoa incoerente, fraca, inconstante, ignorante ou menos madura: simplesmente, como Salomão escreveu em Eclesiastes, “para tudo há uma ocasião certa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu” (Ec 3.1).

Na nossa vida espiritual é a mesma coisa. À medida que caminhamos, nos desenvolvendo na fé, nossas crenças, atitudes, práticas e valores vão mudando. E não há mal algum nisso. Não é sinal de fraqueza ou de falta de fé: é sinal – isso sim – de amadurecimento.

Logo após a conversão você aprende a Biblia de um modo, toma o leitinho, se fortalece, entra na intimidade com Deus de uma maneira. Com os anos, isso muda. Seu organismo espiritual enrobustece, passa a exigir aprendizados mais sólidos, vivências diferentes, alterações de pensamentos. E, para muitos, chega um momento de rompimento com as práticas da infância na fé e o reaprendizado de muitas coisas que se fazia e se cria até então. Isso é importante e desejável – desde que não se abandonem a sã doutrina bíblica e os fundamentos da fé.

De repente, você descobre que aquelas formas de oração que te ensinaram na igreja em que se converteu não seguem o padrão bíblico. Descobre que nem todas as pessoas serão curadas de suas doenças, mesmo tendo fé, ao contrário do que prometia aquele livro do Kenneth Hagin. Descobre que não adianta “tomar posse pela fé” daquela benção pois, se Deus não quiser, você pode ter fé à vontade que nunca vai recebê-la. Descobre-se muito menos santo do que o irmão que fez o apelo disse que você tinha se tornado. Descobre que não basta levantar a mão à frente de uma igreja para ser salvo, se você não vive uma vida que demonstre frutos de arrependimento. Descobre-se enxergando que aquele pastor brigão que você achava o supra sumo da espiritualidade não passa de um fanfarrão. Descobre espantado que gritar, espernear, saltar e suar no louvor não fazem de você um verdadeiro adorador.

Descobre ainda que estava pecando ao idolatrar celebridades da música gospel. Descobre que falar jargões evangélicos e frequentar uma igreja sem manifestar os frutos do Espírito não fazem de você um cristão. Descobre que o envolvimento da igreja com política partidária não promove nenhum avanço para a causa de Cristo. Descobre que não adianta votar em “irmãos”, pois uma vez eleitos muitos vão fazer as mesmas negociatas que os ímpios. Descobre que a verdadeira religião não tem a ver com você, mas com Deus e o próximo. Descobre que gritar no púlpito não tem absolutamente nada a ver com poder de Deus e que é possível ser pentecostal vivendo uma vida silenciosa. Descobre que aqueles conhecidos cursos de mapeamento e batalha espiritual não têm nenhuma base bíblica. Descobre que pastores famosos também pregam heresias, mesmo com lindas palavras. Descobre que ganhar almas sem fazer discípulos não cumpre o ide de Jesus. Descobre, descobre, descobre.

Ou seja: chega o momento em que você amadurece a tal ponto que descobre que arrotar e soltar pum não são a coisa certa a ser feita, por mais que tenha aprendido isso no inicio da sua vida espiritual e que tantos lhe tenham incentivado por tanto tempo a fazer isso. De repente, você descobre que estava tudo errado e que tem de reaprender muita coisa.

E é o que tem de ser feito: amadurecer, evoluir, passar para a fase da maturidade. O problema é que muitos se agarram de tal forma ao que aprenderam no início que não suportam as novas descobertas, como personagens assustados do mito platônico da caverna. Uma parcela de cristãos que enxergam a luz recusam-se a abandonar as sombras confortáveis da caverna do passado, agarram-se à segurança daquilo que aprenderam na infância espiritual e se tornam adultos na fé que vão continuar a arrotar e soltar pum. “Foi assim que eu aprendi!”, apegam-se desesperados aos rudimentos da puerilidade. Outra parcela não aguenta o choque e de desvia, abandona a fé, apostata. Quantos não são os que entram num seminário teológico e, ao descobrir que o capítulo 16 de Marcos não está em alguns dos manuscritos mais antigos da Bíblia entram em crise. Ou que desmoronam ao saber que o grande reformador Lutero gostava de tomar bebidas alcoólicas. Ou que mulher usar calça não e pecado, é apenas um hábito cultural dos fundadores europeus de certas denominações. Ou, ainda, que muitos hinos da Harpa Cristã, do Cantor Cristão e outros hinários tidos como sacrossantos têm diversas músicas que originalmente eram tocadas em prostíbulos e até mesmo hinos nacionais de países como a Inglaterra e as ilhas Fiji – apenas com letras cristãs. E isso somente para citar alguns poucos exemplos.

Fato é que amadurecer incomoda. Dói. Reformular-se não é para qualquer um. Quando Jesus quis levar os judeus do leitinho veterotestamentário para o banquete da Nova Aliança muitos o rejeitaram. E hoje a coisa não é diferente. Multidões se apegam aos hábitos, às práticas e às crenças de um cristianismo incipiente e preferem viver na pseudossegurança de uma eterna infância espiritual. E isso acontece basicamente porque se recusam a adotar uma atitude simples: aprender.

Esse é o milagre que transforma a mente: o aprendizado. A obtenção de informações novas. Descobertas. Seja na convivência com pessoas realmente maduras na fé, que é discipulado. Seja pela leitura de bons livros. Seja pelo estudo sério da Palavra de Deus. Quer sair da infância? Olhe além do horizonte. Olhe por cima dos muros. Saia da zona de conforto e busque o conhecimento e a sabedoria além dos limites do berço. Muitas vezes as respostas estão naquilo que parte da Igreja abandonou equivocadamente em algum lugar do passado. Muitas vezes, nas páginas de obras literárias extraordinárias. Muitas vezes, em conversas com cristãos anônimos que vivem uma vida com Deus simples, íntima e silenciosa. E, certamente, no bom e velho texto de uma Bíblia, desde que lido sob os olhos vigilantes de uma exegese e uma hermenêutica corretas.

Se alguém algum dia mostrar a você que chegou a hora de parar de soltar arrotos e puns, não o rejeite. Esteja aberto a aprender. Disponha-se a ouvir mais do que a falar. Retenha o que é bom e despreze o que é mau. E que assim seja, “até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo. O propósito é que não sejamos mais como crianças, levados de um lado para outro pelas ondas, nem jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina e pela astúcia e esperteza de homens que induzem ao erro. Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo.” (Ef 4.13-15).

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

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Comentários
  1. MARISE disse:

    Maurício, cada vez que leio um texto seu, me sinto como se tivesse numa palestra.É tudo tão explicado e coerente… Admiro o seu dom e carisma no uso da palavra. Amei o texto. Deus te abençoe.

  2. Maurício meu irmão, maravilha de texto. Crescer não é mesmo uma tarefa fácil, reaprender, desconstruir, que luta! Tudo muito difícil, mas extremamente necessário.
    Deus te abençoe querido, abraço e Paz.

  3. Thiago Araujo disse:

    Você é o cara! Que Deus continue te usando, meu amigo!

  4. Não tem nem palavras para comentar, texto maravilhoso!

  5. Patrícia disse:

    Grata por compartilhar sabedoria,conhecimento e suas vivências conosco!
    Seu blog tem sido uma escola para mim.
    Um abraço.

  6. Rodrigo Miguel disse:

    Parabéns, Mauricio. Excelente texto! Que Deus continue te abençoando e iluminando.

  7. Li os anteriores, mas este em especial precisava de um comentário, em duas palavras eu diria: Cheque mate! Parabéns irmão Mauricio, que lhe seja acrescentado graça por nos abençoar.

  8. Elton Morais disse:

    Muito bom o texto. Falou comigo! Realmente você tem o talento de escrever.

    Paz do Senhor!

  9. Sacha disse:

    Sempre muito claro e direto.
    Otimo texto meu querido, me lembra muito a história de uma certa pessoa.

    Grande abraço!
    Que o nosso bom Deus continue lhe abençoando, para que assim possa edificar muitas outras vidas, como tem edificado a minha.
    Fica na Paz!

  10. André Neves disse:

    Tem certeza que foi você mesmo que escreveu este texto, Maurício?

    Porque houve momentos em que eu tive a nítida impressão de que fui eu quem o escreveu! Compartilho cada pensamento, cada centímetro da sua exposição! Claro que eu não seria capaz de escevê-lo com tanta a esta sua maestria, mas tive mesmo a impressão de ter escrito este texto.

    Passei por muitas experiências aí narradas, mudei de opinião sobre coisas que considerava espiritualíssimas, e que hoje vejo o quanto são carnais; aprendi a ver com mais liberdade a essência do cristianismo autêntico, e tenho me aventurado dia após dia a tentar vivê-lo mais intensamente.

    Obrigado por compartilhar mais uma vez conosco desta sabedoria que Deus te deu! E dá um cheiro carinhoso na Laurinha por mim! Do tio André, de Rondônia… Rsrs…

    Paz e Bem!

    @andreneves1

    • Fico feliz que vc se identificou, mano. Só quem passa por um processo de crescimento como esse entende, não é mesmo? Igreja reformada, sempre reformando. Abraço forte, na paz do Mestre!

  11. Li esse texto na hora certa, quando exatamente estava repensando muito sobre mim.
    E que seja sempre assim, reaprendendo. Afinal, autocrítica e aprendizagem devem ser coisas constantes. É preciso “renovar a nossa mente”… Sempre.

    Que bom conhecer você, Maurício! =]
    Toda glória ao Senhor.

  12. Guiomar Lopes de Medeiros disse:

    Obrigada Senhor, porque não estou sozinha nesta peregrinação! Tem muitos irmãos, que não se dobram diante de seitas e heresias, que permeiam a casa de Deus!
    Obrigada pela vida do Maurício Zágari, pois ele tem sido incansável em seu desígnio de ensinar a Teu povo!
    Parece um sonho, pois no meio de tanta coisa esquisita, você traz uma palavra iluminada pelo Espírito Santo!
    Que o Senhor se deleite com a sua vida meu irmão!
    Que tenhas saúde, e que lhe vá bem a alma!

  13. Laysa disse:

    Você realmente disse ABSOLUTAMENTE TUDO que eu precisava saber! Obrigado mesmo..

    paz!

  14. DaniFernandes disse:

    Baaah!!! É desse jeitinho mesmo!!!
    Nunca havia feito esse paralelo antes com arrotose puns…rssrsrsrs
    Porém, quando entre na adoslência espiritual, percebi que havia muito barulhos, e apenas barulho.
    E lembro de ter por meses entrado em pânico pensando: Será que esse é realmente o caminho certo???
    Então, decide que iria até o fim para descobri a resposta a esse questionamento.
    E louvo a Deus, pela loucura da teimosia…rs

    Parabéns precioso!!!
    É muuuuuito animador saber que existem pessoas como vc nessa geração.
    Que Senhor aguarde sua vida e sua família, para continuares a resplancer sabiamente a vida de Deus.
    Forte abraço.

  15. Flávio disse:

    Olá Mauricio, é a primeira vez que apareço por aqui, e já tive uma boa impressão. Certo dia resolvi deixar a barba crescer ( na denominação que frequento, os irmãos deixam no máximo o bigode), uma coisa simples, que não me muda em nada….a não ser o rosto, sou a mesma pessoa, com as mesmas falhas , porém isto foi um espanto para muitos; com o tempo acostumaram e agora tem até alguns barbudos….hehe….claro que sei que o teu post esta falando de alguns paradigmas que as vezes criamos……..bom fico por aqui….

    Deus lhe abençoe

    • Entendo bem isso, Flavio. Também já passei por coisas assim. Tem até uma denominação que em suas revistas e jornais manda apagar no photoshop a barba dos irmãos que aparecem barbudos nas fotos. Vai entender, né?
      Deus o abençoe, querido, a paz do Senhor.

  16. Mano,

    Graças ao bom Amigo que guardou você desde o ventre para este propósito, te permitindo extrair das dádivas e intempéries da vida uma mensagem para nós.

    Lembrei muito do versículo que diz: “Porque na muita sabedoria há muito enfado; e o que aumenta em ciência, aumenta em trabalho.” [Ec 1:18]. Sair do leite para o sólido mantimento é, realmente, uma maravilha. Ganhamos outra consciência das coisas, outro modo de pensar, falar, ver e ouvir. Conseguimos, cada vez mais, enxergar Deus no dia-a-dia, discernir o que acontece ao redor. Mas é sempre bom lembrar que, crescendo em sabedoria, precisaremos de cada vez mais paciência para com o próximo; e, aumentando em ciência, temos de permanecer humildes para, quando falarmos a irmãos(ãs) que tem uma medida menor, procurarmos alcançar seu nível de entendimento, pois nem todos tem a mesma consciência que Deus te permitiu ter. Mas, mesmo assim, continuemos nos edificando no Senhor, pois quem for santo, santifique-se mais.

    Jesus te abençoe, meu irmão. Continue compartilhando as 12 alcofas que, até hoje, sobejam.

    nEle, que já querendo me ensinar coisas grandiosas, espera somente que eu queira também.

  17. Texto maravilhoso, realmente muito bom.

    Eu estou passando por uma fase dessas onde descobri que cheguei a conclusões erradas baseado em sombras. Há um bom tempo eu andava meio perdido na Igreja, questionando tudo e sem a mesma entrega pessoal ao meu relacionamento com Deus. Eu sentia a chama da fé
    esvaziando em mim gradualmente. Comecei a me interessar em “teorias alternativas”, chegando a considerar a possibilidade de me ligar a outras religiões ou mesmo ao ateísmo.

    Certo dia minha avó me convenceu a visitar o culto de crescimento espiritual, voltado ao novos convertidos. Por um acaso, uma irmã que eu nem conhecia estava fazendo um culto de gratidão. Quando foi testemunhar ela citou joão 3:16 aos tropeços, engasgando nas palavras mais próprias da linguagem cristã como “unigênito” ou “pereça”. Foi então que me lembrei da minha infância quando ler a bíblia e orar era hábito, onde irmãos me comparavam ao meu avô (diácono) ou meu Tio-avô (ex-pastor da minha Igreja). Onde eu falava abertamente ao meus amigos sobre o amor de Deus e meu maior orgulho era contribuir em alguma atividade na Igreja.

    Me dei conta que tudo isso me servia quando eu era mais novo, imaturo, ingênuo. Acontecia que “meu mundo havia mudado”. Meus próximos não eram mais crianças ou adolescentes despreocupados nem mesmo idosos e suas visões tradicionais sobre tudo. Eram pessoas críticas, por vezes agressivas, fofoqueiros, gananciosos. Eu não tinha armas pra tudo isso e acabei me consumindo, até me encontrar profundamente infeliz.

    Conheci outros jovens cristãos na faculdade que me deixaram constrangido, pois sabiam lidar muito bem com esses novos desafios e preocupações. Com eles tenho amadurecido, enxergando a fogueira e miniaturas onde antes só haviam sombras.

    E antes de eu terminar gostaria de compartilhar uma letra de uma música (que não é “gospel”, mas eu aprendi a enxergar ensinamentos divinos mesmo quando isso depende de um enquadramento pessoal)

    Eu peguei meu coração e o desmontei
    Eu escalei uma montanha e voltei
    E eu vi meu reflexo nas colinas cobertas de neve
    E a avalanche me derrubou

    Oh, espelho no céu, o que é amor ?
    Pode a criança no meu coração crescer mais?
    Posso navegar através da transformação da onda do oceano?
    Posso lidar com as estações da minha vida?

    Deus te abençoe.

  18. Alessandro disse:

    Noossa Mauricio, Deus abençoe, esse estudo retratou realmente essa minha fase da vida, hj mesmo sai de uma reunião com meu Pastor e falei: Me converti com 11 anos, ha quatorze anos atrás, mas estou realmente vivendo o evangelho genuino e conhecendo mesmo quem é Deus , e andando com Jesus agora….
    Bom Deus abençoe sua vida mais e mais…
    Se puder dar uma dica de livros bacana , ah sem ser o seu porque esse ja ta na lista como primeiro. Kkkk

    • Oi, Alessandro,
      .
      fico feliz que o post te tocou. Tenho um post com uma sugestão de 10 livros, chama-se “Os dez melhores livros cristãos”, se fizer um search vc acha fácil.
      .
      Abraço, na paz de Deus,
      mz

  19. Alessandro disse:

    Muito obrigado Mauricio, Deus abençoe, vou olhar sim…

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