Ozzy Osbourne, a igreja emergente e o futuro

Publicado: 22/05/2011 em Espiritualidade, Igreja dos nossos dias, Igreja Emergente

Nos anos mais recentes surgiu no seio da Igreja de Jesus Cristo um  movimento de prática de fé que se tornou conhecido como igreja emergente. Num resumo bem resumido e simplista (para um aprofundamento no conceito leia aqui e aqui), trata-se de uma forma de se fazer igreja sem que o fiel precise se separar das expressões culturais da sociedade secular. Assim, o cristão emergente, por exemplo, escuta músicas seculares; pode usar brincos, piercings e tatuagens; até mesmo fala palavrões sem o menor drama de consciência (atéd renega os pudores de praguejar no púlpito, como já vi). Atitudes como essas são vistas nesse contexto apenas como meras manifestações da cultura e, como tal, não constituiriam pecado, escândalo ou equívocos teológicos.

Cada vez mais a Igreja Emergente conquista novos adeptos, em especial entre os jovens, que ficam felizes por poder manter antigos hábitos e gostos pré-conversão e não ser ridicularizados pelos colegas não-cristãos por parecerem astronautas de uma subcultura evangélica. Para atender aos anseios desse nicho do universo cristão, têm surgido no Brasil e no exterior líderes extremamente carismáticos que, ao adotar linguagem, gostos, práticas e, principalmente, uma estética visual charmosa e sedutora (seja na linha da elegância ou do despojamento), conseguem arrebanhar um grande número de seguidores. Assim, esses líderes emergentes assumem uma aparência up-to-date, muitas vezes à base de um vestuário modernoso e cortes de cabelo e óculos moderninhos, ou barbas Los Hermanos – dependendo do estilo. Também elaboram um discurso que exerce magnetismo sobre as novas gerações. Por fim, investem pesado em tecnologia e redes sociais – para, por exemplo, produzir podcasts bem elaborados e fazer sua mensagem correr solta pelos Youtubes e Twitters da vida.

Historicamente, é facílimo explicar esse fenômeno. Quem se interessa um pouquinho que seja por História da Igreja sabe que o Corpo de Cristo sempre viveu num movimento pendular. Depois de nascer e crescer vendo as antigas gerações viver seguindo um modo de ser, pensar e agir, as gerações seguintes buscam vivenciar a fé de um modo oposto ao de seus pais. É como um pêndulo, que depois de se inclinar completamente para a esquerda se lança com toda a força para a direita… para tempos depois voltar com tudo para a esquerda. E depois a direita. E a esquerda. E assim por diante.

É fácil constatar isso ao longo dos vinte séculos de Igreja cristã: em contraposicao à opulência da igreja imperial romana ganharam espaço os movimentos monásticos. Depois, em reação à estagnação intelectual da Idade das Trevas surge o escolasticismo. Em resposta aos abusos do catolicismo romano do século XVI, vem Lutero com suas propostas de reforma. Depois, com o iluminismo do século das luzes, a Igreja busca fugir do transcendentarismo e se inclina tanto para o racionalismo e o pragmatismo que mergulha nas águas do liberalismo teológico – que, por sua vez, viria tempos depois a ser confrontado por pensadores neo-ortodoxos como Karl Barth. E quando a Igreja Protestante cai no formalismo, surgem os pietistas, os puritanos, os morávios, os metodistas: grupos sedentos por uma espiritualidade mais impoluta e menos enrijecida e engessada. Assim foi a caminhada da Igreja ao longo dos séculos: agindo e reagindo, em movimentos pendulares de repulsa ao que vinha antes. Sempre, é claro, com motivações nobres e sinceras, é importante ressaltar.

É quando chegamos ao final do século XX. A Igreja brasileira vivia então momentos de extremos e abusos. De um lado, havia uma igreja extremamente ascética, que repudiava como satânicas práticas como ouvir música secular (“do mundo”), usar adereços exagerados (brincos, piercings e tatuagens, principalmente), frequentar certos ambientes de lazer e usar vocabulários considerados mundanos (como palavrões, gírias e similares), entre outras coisas. Também havia uma igreja muito formalista, com cultos friamente litúrgicos, comportamentos sóbrios e respeito a uma hierarquia eclesiástica bem definida. Por fim, os neopentecostais tomavam conta da mídia e do imaginário popular, com suas práticas barulhentas, teologia de prosperidade e propostas quase espíritas. Em comum, todas essas facetas do movimento evangélico adotavam uma postura exclusivista, um vocabulário próprio (quase um dialeto), uma estética musical característica e visuais na maioria das vezes caricatos. Foi nesse contexto que brotou um grupo descontente, que reagiu a tudo isso e arremessou o pêndulo para o outro lado, fugindo de todos esses modelos. Nascia assim a Igreja emergente – primeiro nos Estados Unidos e, como é moda na colônia americana que somos, em breve esse modelo foi importado ao Brasil, que diante desse quadro todo recebeu a mensagem emergente com imensa alegria.

Os méritos

Essa forma de se fazer igreja tem seus méritos. Jesus vivia inserido na cultura de sua época e almoçava com publicanos, convivia com prostitutas, ia até aqueles que eram os proscritos da sociedade. Esse argumento é fiel ao relato da Bíblia e, por isso, justifica a imersão social dos cristãos na vida secular que o cerca. A criação de uma subcultura gospel também isola e caricaturiza os cristãos. As tintas emergentes embelezam então a igreja, na medida em que busca apresentar o cristão como um ser humano normal e não uma aberração social.

A aproximação da igreja emergente de aspectos belos da cultura popular também é louvável, afinal, a graça comum de Deus concede ao homem natural talentos que lhes permitem exaltar sentimentos profundos, realidades da alma, a obra das mãos do Criador. Sim, é possível se encantar com músicas do Teatro Mágico, óperas de Bizet, poesias de Vinícius de Moraes, vozes com a de Charles Aznavour – sem necessariamente estar pecando.

O maior triunfo da igreja emergente é, assim, aproximar o cristão do universo secular de modo que possa usufruir aquilo de bom que este lhe oferece ao mesmo tempo em que está próximo o suficiente para compartilhar com ele as boas-novas da salvação de uma maneira tal que não assuste o perdido com uma estética visual ou vocabular alienígena. Mas o movimento emergente oferece sérios riscos.

Os riscos

O grande perigo da igreja emergente é se tornar mais emergente do que igreja. Ou seja: estar tão próxima da sociedade secular que venha a flertar mais com o mundo do que com Cristo. Recentemente, um fato me levou a uma profunda reflexão sobre isso: o roqueiro Ozzy Osbourne veio ao Brasil. Para minha surpresa, vi um pastor, líder de jovens e consequentemente bastante influente em seus arraiais, comentar no twitter que tinha ficado triste por não poder ir ao show dele. Quero deixar claro que não entendo como pecado gostar de rock, até porque há bandas muito boas que usam esse estilo musical para pregar mensagens positivas, como Bloodgood, Tourniquet, White Cross e outras. No Brasil, a representante mais evidente do rock gospel é a excelente Oficina G3, que já me levou às lágrimas muitas vezes com suas letras pungentes. Esse não é o ponto. Como diz um irmão que é músico, não existe “dó maior endemoniado” ou “ré sustenido ungido”. Música é música e estilo é estilo. Mas temos que discernir os limites.

Eu ouvi muito rock ao longo de minha vida. Antes de minha conversão frequentei muito esse universo e tinha inclusive uma banda, a falecida A Corja. Fui a shows de grupos como Iron Maiden, Rolling Stones, Guns and Roses, AC/DC, Ratos de Porão e similares. Estive no primeiro Rock in Rio, em 1985, com 13 anos de idade, saltando, gritando e levantando a mão com os dedos indicador e mínimo em riste – sinal característico conhecido por devil´s horn, o chifre do diabo. E, por isso mesmo, conheço muito bem o que é isso e que tipo de filosofia cada banda transmite em suas letras e atitudes. Então ver um pastor, um sacerdote cristão, dizer que ficou triste por não ir ao show de Ozzy acendeu a luz vermelha.

Para quem não conhece, Ozzy Osbourne (essa simpática figura da foto acima) é o intérprete, por exemplo, de músicas como “Mr. Crowley”, uma ode a Alister Crowley – o fundador da Church of Satan, a Igreja de Satanás. Ou ainda “I like death”, em que o músico faz uma alusão explícita a ser um “anticristo”. E mais: “No place for angels”, em que Ozzy assume o personagem de um anjo caído e chama Jesus de “mentiroso”. Sem falar de “Rock´n Roll Rebel”, cuja letra é uma crítica ferrenha a ministros cristãos. E por aí vai. Dá para imaginar um pastor, um sacerdote, vibrando e cantando ao som de músicas que transmitem mensagens como essas? Isso, então, é sintomático.

Na ânsia por não serem ETs na sociedade, os emergentes correm o risco de brincar com fogo e se queimar. Suas críticas ferrenhas a hierarquias e liturgias apenas condenam formas e não acrescentam nada ao Corpo de Cristo além de desavenças. Há até os emergentes para quem a expressão “igreja” virou um palavrão. Suas igrejas são chamadas “comunidades”, embora… sejam igrejas, semântica à parte. O discurso inclusivista dos emergentes corre o risco de acabar apenas virando preconceito ao avesso: inclui-se o excluido, mas exclui-se o incluido que age de modo tradicional. Exaltam-se as expressões artísticas seculares ao mesmo tempo em que satanizam-se hierarquias e autoridades eclesiásticas. Defende-se a cultura e a estética populares atrás de um escudo de graça mas voltam-se todas as armas em direção a modelos de igreja que diferem do emergente – e, com isso, torna-se bem comum ver agressões verbais, ironias, sarcasmo e desprezo desses irmãos a outros legítimos irmãos em Cristo que não coadunam de suas visões. Assisti a algumas twitcams de emergentes e confesso que fiquei bastante chocado com a agressividade dirigida por eles a outros cristãos que não seguem seus modelos. E, com, isso, ferem o amor phileo proposto por Cristo. Desliguei essas transmissões no meio, entristecido que fiquei com uma prática tão distante da teoria.

Em defesa de uma não-segregação do mundo, muitos emergentes acabam segregando partes do Corpo. Eu mesmo pude perceber como companheiros fiéis do twitter deixaram de interagir comigo quando expressei pensamentos mais ortodoxos (em breve falarei mais sobre isso em novo post aqui no APENAS). Em defesa de uma aculturação dos cristãos, adota-se com normalidade palavrões até de púlpito, mas satanizam-se os jargões evangélicos. A coerência disso? Nenhuma. Na ânsia por se afastar pendularmente o mais distante possível dos modelos de vida cristã das décadas anteriores (a famigerada “tradição”), a igreja emergente corre o sério e grave risco de lançar-se para um extremo que pode causar muitos estragos. E que, convenhamos, não traz nenhum avanço para a causa de Cristo. Na gana por ser diferente da “antiga igreja tradicionalista”, o movimento emergente periga tornar-se apenas uma “nova igreja antitradicionalista”.

Que fique claro que há excelentes propostas dentro da igreja emergente. Muita gente vem conduzindo suas propostas dentro desse modelo com decoro bíblico. Porque, no final do dia, o modelo emergente é exatamente isso: apenas mais do mesmo. Apenas mais uma casca diferente dentro da qual corre a mesma seiva. Não melhor, não pior. Nas igrejas (perdoem-me, “comunidades”, não quis ofender) emergentes, pessoas são salvas, curadas, libertas e vivem vidas de fé genuínas, ajudando o próximo. Exatamente da mesma forma que acontece na mais ascética igrejinha pentecostal do interior ou na mais tradicionalista e litúrgica denominação reformada. A ação de Deus é a mesma.

Porém, o orgulho de ser diferente pode constituir pecado. O exagero ao ser diferente pode conduzir ao pecado. A aproximação do ambiente secular pode valorizar o pecado. A linha é tênue. E o pecado, nunca é demais lembrar, habita em qualquer modelo de igreja em que haja seres humanos.

Que os emergentes não caiam nas tentações iminentes que caminhar sobre a fronteira oferece. Só assim os historiadores do futuro poderão olhar para esse movimento dos nossos dias e avaliar que ele foi uma boa oscilação do pêndulo. Pois há uma grande chance de a igreja emergente entrar para a História como uma bela tentativa mas um retumbante fracasso.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.


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Comentários
  1. Patrícia disse:

    Tenho uma palavra para seu texto: incisivo.
    Tens o dom de colocar o dedo na ferida,mas com um incrível poder sanador.
    Estou apreciando deveras este monastério.
    Um grande abraço e minha estima à você meu mano querido!

  2. Deivison disse:

    Excelente artigo, Maurício!!
    Sobre a questão musical e a questão da graça comum, parece-me na maioria das vezes uma “desculpa” para ouvir qualquer coisa (e que nada edifica) do que uma compreensão válida e coerente sobre o tema. Tenho muitas ressalvas quanto ao assunto, principalmente musical.

  3. Alessandra Figueredo disse:

    Seria uma redudância eu dizer q este texto está mt bem escrito? E vai no âmago da questão? É uma linha mt fina q separa os emergentes do q estão na”fé”!!!! Texto bárbaro! Parabéns e q Deus continue falando através de vc!

    • Obrigado, Alessandra e todos os demais que compartilham dssas reflexões. Continuemos na jornada para identificarmos os excessos e construirmos uma Igreja solida, biblica e piedosa. Beijos e paz.

  4. Regina disse:

    Quando ouço, vez por outra, umas rádios ditas evangélicas estremeço com algumas pregações. Não ouso pensar em como deve ficar a cabeça, e o espirito, da grande massa que acompanha tanta maluquice.
    Pois então, vem você e coloca pingos nos iiiss :) )) com esse post ótimo: parece que alguns querem mesmo é confundir, seria esse o alvo? Ou estariam eles mesmos confusos?

    Gostei demais d+ do seu foco, que texto bom de ler!
    Abçs

    • Se vc tiver curiosidade ouça o @Mosaico_Cristao, o programa de rádio que fazemos na Igreja Cristã Nova Vida. Lá procuramos, a equipe e o Bispo Walter McAlister, justamente clarear o ar em meio a tanta poluição.
      Quanto ao post, fico grato pela tua gentileza.
      Beijo e paz.

      • Regina disse:

        Sempre ouço, sigo vcs no twitter :) ))
        Obrigada pela gentileza de sempre
        PiresRCo

  5. DaniFernandes disse:

    Confesso, já estivesse sentada em uma igreja que por vezes ouvi um “sermão” que fazia-me estremecer, não pela unção, ou tão pouco pela vida de Deus.Mas por temor, justamente pela ausência da presença do Deus Vivo.
    Bem, como colocastes no ínicio, esse post resumi muito bem a igreja de hj. E acredito que,
    cabe a nós, cristãos em Cristo, trazermos a glória de Deus a essa geração. Pois muitas vezes, mesmo tendo entendimento de tudo isso, tb temos nos posicionado de forma incorreta. Que Deus tenha misericórdia de nós, e nos ajude a alcançar a estátura do varão perfeito!!! Paz querido =)

  6. Bela reflexão irmão Maurício, como sempre você acertou o alvo numa das feridas mais atuais de nossa geração cristã.

    Espero que saibamos transformar reflexões assim em mudanças reais, a fim de caminharmos cada dia mais retamente em direção a Cristo.

    Deus te abençoe sempre, paz.
    (@intervalocristo)

    • Mano, vindo de alguém que admiro tanto quanto você suas palavras têm sabor especial. A tua esperança é a minha também.
      Obrigado pelo carinho, o apoio e a divulgação.
      Abração e paz.

  7. Terezinha Maria disse:

    Louvado seja O Senhor pela tua vida, por transmitir pureza e retidão em seus textos.

  8. Willian Couto disse:

    Graça e paz do Senhor…

    Caro irmão Maurício, acabei de conhecer você através dos seus maravilhosos textos, que trata os assuntos de maneira singular… Li todos os artigos (do blog) de uma vez só, foi uma experiência ótima, impulsiva e rápida…mais sobretudo prazerosa e educativa… Já sou seu leitor e espero com ansiedade o próximo texto… abraços

  9. Sergio Avellar disse:

    Muito bom , só não concordo com algo : creio que um cristão genuíno não entoa canções a não ser louvores ao Senhor e digo isso tb para algumas musicas q tocam nas radios gospel com musicas q mais parecem rtomanticas do que louvores ao Senhor.
    Seus textos são maravilhosos tens o dom de escrever.
    Jesus o abençoe.

  10. Joemidio disse:

    A Paz, meu irmão vc está de parabens, apreciei muito seu artigo, e q Deus continue abençoando sua vida, continue sendo esta benção em Cristo Jesus!!!!!!!

  11. aaaannnn disse:

    Camarada Mauricio entendo sua preocupação de trazer com seu texto esclarecimentos que acredito ser pertinentes, mas deixo aqui uma simples observação vivemos tempos difíceis pois a mercadologia tem tomado conta e vem corrompendo os exemplos de como vivenciar igreja e ser igreja mostrados na pessoa de Cristo, então cuidado com suas reflexões, pois se realmente refletirmos de uma forma geral vamos observa que o movimento denominado evangélicas considerado ”igreja” esta muito longe ou tem se distanciado da essência do Evangelho de Cristo que prioriza o serviço ao outro pelo evangelho dos homens que prioriza o bem próprio. Um grande abraço

    • Prezado(a),

      antes de mais nada, seria gentil de sua parte se identificar em vez de fazer um comentário anônimo. Assumir o que se diz é importante e demonstra firmeza em suas convicções. Lamento que vc não tenha tido essa postura.

      Sobre sua observação, tomo sempre muito cuidado com minhas reflexões, e só as ponho no papel após muito meditar.

      Não concordo com vc quando diz que as igrejas evangélicas estão distantes do Evangelho de Cristo. Eu diria que uma parte delas está. Mas a sua afirmação é generalista e põe os canalhas eo mesmo saco que muitas igrejas sinceras, muitos pastores que são homens de Deus e muitos grupos de cristãos evangélicos que vivem o cristianismo de fato. Vc, em outras palavras, está arrancando o trigo junto com o joio. E o que a Bíblia nos manda fazer não é isso.

      Sim, ainda há muitos que não dobraram seus joelhos a Baal. E, sim, muitos desses estão dentro da chamada Igreja evangélica. Pena que vc não teve o privilégio de os conhecer, como eu conheço muitos.

      Deus te abençoe.

  12. Rafael21 disse:

    Parabéns Mauricio Zágari, confesso que quando vi o tamanho do texto quase não li, mas comecei a achar interessante as suas pautas e gostei muito da sua forma de crítica levando em conta a sobriedade que se deve ter em tudo quando se diz respeito á obra de Deus principalmente.Conheci este post através do blog gospelprime e achei inteligente sua forma de pautar este assunto e sóbrio nas palavras. Acho que eu e voçe temos o mesmo olhar crítico a estas novas praticas religiosas, acho que a igreja , ou comunidade, que tiver o Espírito Santo as regindo, direcionando ,consequentemente iriam produzir os frutos Dele, que é no mínimo amar o próximo como a si mesmo. fasso das suas palavras as minhas, a linha entre estes e quem está no mundo é tênue, ou quase não á linha. Fique na paz e parabéns, queria ter 10% da sua capacidade de escrever.rsrsrsrsrs Abçs

    • Rafael, fico feliz que vc não desanimou pelo tamanho do texto, pois na maioria das vezes é necessário gastar saliva para desenvolver com profundidade um argumento. Me alegro em compartilhar com vc desses pensamentos. Sigamos nos trilhos da Palavra e assim chegaremos bem ao destino final, sem desvios pelo caminho. Abraço forte, no amor do Senhor.

  13. emerson gomes disse:

    É meu irmão fico muito preocupado com os membros de muitas igrejas ( que são aproveitados ) por líderes descuidados da importância da verdade cristalina ,sem mácula ,nem em jugo desigual com o mundo .Mas sei que Deus a de levantar sua igreja ,seu povo e aquele que vem a mim de modo algum o lançarei fora ,Deus salva nossa vida e nossa igreja .Tem um pensamento que gosto muito que diz ( não sei a fonte me desculpa ) fala o seguinte : “Diferença que não faz diferença ,não é diferença “…

  14. [...] Ozzy Osbourne, a igreja emergente e o futuro [...]

  15. Diego disse:

    Como ví alí em cima, este não é um blog para quem não tem paciência de ler textos longos. Mas já que nada é mencionado a respeito de não cristãos, então me senti a vontade para comentar.
    Atenção! Admiro e respeito muito todas as formas de expressões culturais que não causem danos a harmonia da sociedade.
    O texto está muito bem construído e acredito que tem uma boa intenção. Como bem demonstra o autor, existe uma variação nas concepções e nos modos das pessoas, o balanço do “pêndulo”, que, ao que eu entendi, deve ser respeitado. Eu completaria essa ideia dizendo que não existe só um pêndulo, pois a natureza (pessoas) é diversa, e isso sim é belo. Como disse um professor tive: uma plantação de milho não é tão bonita quanto a Mata Atlântica pq nesta primeira não há diversidade; a unanimidade é burra!
    Acreditando nessa ideia de paz na diversidade de crenças e gostos, gostaria de pedir respeito e que nomes de grandes artistas, que marcaram gerações, como “Ozzy Osbourne, Iron Maiden, Rolling Stones, Guns ‘n Roses, AC/DC, Ratos de Porão”, não sejam usados num sentido pejorativo e/ou maldoso como aparenta nesse texto.
    Simplesmente porque este é o seu ponto de vista e das pessoas de mesma crença. Isso me soa tão ofensivo quanto se eu chegasse pra você e dissesse:
    “- Se é para o inferno que Ozzy, os Rolling Stones, AC/DC, Hendrix e outros similares vão, quero ir pra lá também, vai ter muito rock n roll do que eu gosto. Do contrário teria que ouvir Oficina G3 no céu. Tá repreendido!”
    Entende? Então, faço esse apelo para a compreensão de que o mundo não é tão reduzido assim, e que não existem só cristãos! Desejo paz para todos na forma que desejarem, desde que não quebrem a harmonia de uma sociedade civilizada e diversa como acredito que deva ser.
    Ah!
    Se serve como informação para reavaliar alguns pontos, o Teatro Mágico faz referência a obra O Lobo da Estepe (1927), de Hermann Hesse, onde conta a história de um personagem frustrado, angustiado e alcoólatra chamado Harry Haller, que, digamos, sente o lobo que é o ser humano em si. Daí ele enconta alguns novos amigos e vai para um lugar chamado “O Teatro Mágico”, que nada mais é do que as viagens de Hermann Hesse (H. H = Harry Haller) sob efeito de alucinógenos, segundo críticos. Sem dúvida uma obra incrível e fascinante.
    Ou seja, como propriamente diz uma música do Teatro Mágico, que gosto muito, inclusive, “Nem toda palavra é aquilo que o dicionário diz, nem todo pedaço de pedra se parece com tijolo ou com pedra de giz…”

    Vida livre à arte!

    • Caro Diego,

      obrigado por expôr suas opiniões. No entanto, gostaria de fazer algumas observações sobre algo do que vc expressou.

      Primeiro, o APENAS é evidentemente é um blog escrito por um cristão, do ponto de vista cristão, com valores cristãos. Logo, tudo o que é expresso aqu parte não de valores hindus, por exemplo, mas cristãos, bíblicos, a partir da ética de Jesus Cristo.

      Tendo esclarecido isso, deixe-me explicar a vc (que não professa a mesma fé que eu, logo eu entendo que não concorde comigo nem quero convencer de nada, apenas esclarecer minhas afirmações) algumas coisas:

      Você mencionou o que aqui reproduzo: “Acreditando nessa ideia de paz na diversidade de crenças e gostos, gostaria de pedir respeito e que nomes de grandes artistas, que marcaram gerações, como “Ozzy Osbourne, Iron Maiden, Rolling Stones, Guns ‘n Roses, AC/DC, Ratos de Porão”, não sejam usados num sentido pejorativo e/ou maldoso como aparenta nesse texto.”

      A esse respeito, deixe-me explicar: respeitar a arte deles é uma coisa. Concordar com a filosofia que as letras de muitas de suas músicas transmite é outra completamente diferente. Vc pode ser vascaíno e eu flamenguista e sermos bons amigos sem que isso gere desrespeito de um com outro, mas sim divrgência de ideias. É o caso.

      Além disso, tudo o que escrevi é com conhecimento de causa. No meu passado eu fui headbanger, tive banda de rock que tocava em rádio (nomes não importam, o que passou passou), fui a shows de absolutamente TODOS os grupos que vc mencionou: assisti a Ozzy e AC/DC no primeiro Rock in Rio em 1985, fui a vários (perdi a conts) shows do Iron Maiden, que era minha banda preferida, fui a dois shows dos Stones no Maracanã, vi ao vivo apresentações do Guns, dei mosh em shows dos Ratos no Circo Voador. Tinha LPs (sim, naquela época era vinil mesmo) de TODOS. Exatamente por isso, não sou um fanático religioso falando sobre o que não sabe. Conheço bem cada um desses grupos e cantores e as letras do que eles cantam. Sei as filosofias que transmitem em muitas de suas canções. E aqui, Diego, entra uma questão de valores. Pois os valores que apregoam em muitas de suas canções (não todas) contrariam frontalmente os valores cristãos. Portanto, sinto-me no direito de no meu blog analisar criticamente essa divergência.

      E não o faço de modo ignorante. Se vc analisar no post referidoo que eu disse sobre Ozzy, verá que eu embaso, argumento e justifico as minhas posições com análises das suas letras. E letras de música, Diego, transmitem valores, ideias e filosofias. Logo, podemos analisá-las criticamente como fariamos com qualquer outra expressão cultural. Isso não tem absolutamente nada a ver com desrespeito, mas com divergência de visões filosóficas.

      O segundo ponto:

      Conheço “Steppenwolf” (“O Lobo da Estepe”), de Herman Hesse, ja li no original e em português. Sei exatamente do que se trata. Não preciso reavaliar o que disse, pois o que escrevi não é fruto de um “preconceito”, mas de CONCEITOS formados. Naturalmente, sei o que é o Teatro Mágico do livro e acho até bonitinho dentro da estética adotada pelo grupo do Anitelli a escolha do nome. E concordo com você: é uma obra incrível e fascinante. Só que a minha apreciação não tem absolutamente NADA a ver com o livro, sua filosofia ou o que for. Discordo de algumas letras (novamente: não de todas), como por exemplo o que diz “O anjo mais velho” quando afirma “a fé que você deposita em você e só”. Peraí. Eu como cristão deposito minha fé em Jesus Cristo, não só em mim. Então divirjo disto, pois a filosofia que o Anitelli está passando é diferente da que Jesus passou. Logo, vejo-me no direito de criticar uma letra que do ponto de vista cristão estaria equivocada.

      Por fim, querido Diego, lembre-se que nas letras de muitas das bandas citadas por você a crítica é onipresente. Nas letras dos Ratos de Porão não preciso nem falar. Em “Run to the hills”, o Iron faz uma critica histórica ao massacre dos índios americanos. E por aí vai. Então, todo ser humano livre tem o direito constitucional de criticar aquilo de que diverge sem faltar ao respeito com aquele de quem diverge, concorda?

      Enfim, espero que você tenha compreendido os meus posicionamentos.
      Deixo um abraço e o desejo de que Deus abençoe muito você.

      Vida livre à arte e à liberdade de expressão – artística, cultural ou…religiosa.

  16. Luis Ricardo disse:

    http://manjarcelestial.blogspot.com/2011/10/verdadeira-igreja-j-h-smith.html
    Deem uma olhada nesse texto para depois conversarmos. Abraço a todos!

  17. Vicente Neto disse:

    Seu blog acaba de cair em descrédito depois desse texto….

    Faltou provas bíblicas… demonstrações bíblicas…..

    e você acabou escrevendo muita mas…. muitas…. tolices……

    …..

    …..

    ….

    Você beirou a blasfêmia……

    e heresia……

    • Prezado Vicente,
      .
      acredito que vc não sabe o significado nem de “blasfêmia” nem de “heresia”, para ter feito um comentario tão ridiculo como esse. Um pouco de estudo não lhe faria mal.
      .
      Vale lembrar que isto é um blog e não uma tese de doutorado, que precisa de notas de rodapé e mil referências. É um espaço para reflexões e conclusões a partir da observação da realidade que nos cerca.
      .
      Me admira tanto vc defender meros modelinhos de igreja em vez de se preocupar com a essência do cristianismo. Que é o amor ao próximo, o respeito, dar a outra face…e não chamar os irmãos em Cristo de “tolos”. Vc já leu 1 Co 12 por acaso? Já leu o que Tiago fala sobre a língua? Já leu as palavras de Jesus sobre chamar o próximo de “raca” e “louco”? (ah, isso tudo é Biblia, tá) Que agressividade desnecessária a sua. É você o modelo de cristão que devemos seguir? Se for, que Deus tenha misericórdia de sua Igreja!
      .
      E se vc acha normal a igreja se misturar com o mundão, começar a falar palavrões de púlpito como já ouvi pastores emergentes fazerem e se entristecer por não ter ido a shows como de Ozzy Osbourne…querido, nosso diálogo não tem nem pra onde ir. Tem que voltar à escolinha dominical.
      .
      Vc quer Bíblia? Vamos lá: vc se lembra que Deus proibiu seu povo de se misturar com os povos pagãos que viviam ao redor? Ou será que eu li a Biblia errada e Deus disse aos israelenses: “aprendam a lingua dos filisteus, dancem a dança dos ferezeus e vistam-se como os amorreus para viver de acordo com a sua época e não parecerem estranhos à sociedade de sua época”. Não. A ordem é não se misturar, é ser contracorrente, é ser peregrino em terra estranha. Isso é o que a Bíblia ensina, amigo. Eu sou peregrino, não pertenço a esse sistema de valores que me cerca e Deus me livre de querer mimetizar isso.
      .
      É por causa dessa vontade de imiscuir-se com o mundo que nascem Rob Bells da vida dizendo que hindus que rejeitam Jesus vão pro Céu.
      .
      E, se vc quiser mandar uma tréplica, peço que pelo menos seja educado na forma de falar. Porque é essa falta de educação demonstrada nesse seu comentário e nos outros que joguei na lixeira e continuarei jogando se continuarem vindo com esse tom ofensivo e anticristão que a mistura com “a nossa época” tem gerado: supostos “cristãos” desbocados, mundanos e agressivos. Se é para ser assim como vc foi, com licença, fico com minha ortodoxia mesmo. Pelo menos nós, que, graças a Deus, não somos emergentes, nos tratamos: com polidez, respeito e educação.
      .
      Se meu blog caiu em descrédito para uma pessoa como vc, ótimo! Sinal que estou no caminho certo.
      .
      Deus o abençoe e lhe ensine a argumentar com a educação de um cristão de verdade.

  18. Mano Maurício,

    Certa vez ouvi uma pregação bem conhecida do Paul Washer, onde ele disse que não tem como você colidir com algo de grandes dimensões (ou algo de grandes dimensões colidir com você) e permanecer da mesma maneira, com a mesma feição. Lembro também da Palavra que nos diz: “Quem é santo, santifique-se mais” e “Abstende-vos de toda a aparência do mal” (pois a aparência do mal, já é má). Não costumo fazer condenações do tipo “piercing é coisa do diabo” ou “quem beber vai pro inferno”, mas creio na mudança natural que Deus opera em nós quando damos espaço a Ele, fazendo-nos desgostar de tudo quanto é prejudicial a nós.

    Assim que fui convertido, nos primeiros tempos, permaneci fazendo as mesmas coisas. Mas não demorou muito para que eu pudesse notar as mudanças no meu ser, o renovo da minha natureza, os velhos hábitos ficando para trás … Não tem sentido estar com Aquele que faz toda a diferença (pois é a Própria) e permanecer do mesmo modo. Não sou um exemplo de cristão ortodoxo. Quem olha pra mim, provavelmente, não dirá que sou cristão baseando-se no meu modo de vestir ou no meu estilo como um todo. Mas estar aqui não quer dizer que sou daqui. É claro que vamos parecer estranhos aos olhos do mundo, E.T.’s, loucos, fanáticos, masoquistas, alienados … Costumo dizer que com Deus não tem meio-termo, ou ajunta ou espalha; ou é bênção, ou maldição; ou morte, ou Vida; ou Luz, ou trevas. Quanto mais deixarmos o Cristo exalar e transparecer, melhor será para nós (: Afinal, qual o sentido de manter uma crosta vã?

    Que Deus atole você, meu irmão, em sua Graça Divina, e a todos mais que aqui vierem se alimentar

    nEle, que faz as coisas que não são, para confundir as que são.

  19. Fernando Marreiro II disse:

    Bom texto. Parabéns pelo seu trabalho. Queria dizer que apesar de não ser cristão, achei muito interessante o que você fala no seu blog. Tenho alguns pontos de vista diferentes que não vem ao caso.

    Eu acredito que as filosofias que são pregadas no Heavy/Death/Black Metal, não são as mais bem vistas, até porque estamos em um país de maioria cristã. Creio que essas filosofias que são pregadas por Ozzy entre outros, não são determinantes para um ser, quando se possui um senso crítico, saber analisar as músicas e o que quer se passar com ela. Claro que nem todos possuem esta capacidade. Aproveitando o espaço vou relatar algo… Existe uma banda estadunidense chamada Death (o que muitos dizem ser a pioneira no gênero Death Metal) e muitos quando veem esse nome acham estranho e porque não “obscuro”. A Banda trata, na maioria das músicas, sobre a fragilidade humana e as incertezas da vida, como morte etc. Sei, claro, que para um cristão isso não é de grande valia, pois a maioria de vocês tem a mais pura certeza que vão morar com Deus. Não discordo disso, mas, não é pelo fato de ter essa certeza de que não se pode pensar sobre, ou ouvir sobre. Só queria falar a respeito e deixar um breve pensamento sobre o que eu penso. Que mesmo apesar de não acreditar em muitas coisas que o cristianismo fala. Não os trato com intolerância, pois eu entendo, como você mesmo disse ” Vc pode ser vascaíno e eu flamenguista e sermos bons amigos sem que isso gere desrespeito de um com outro, mas sim divrgência de ideias. É o caso.” E analogamente, você é cristão e eu não mas podemos ser bons amigos.

    Abraços e sucesso.

    • Salve, Fernando!
      .
      obrigado pelas palavras gentis. Fico contente quando dialogo com quem discorda de mim de forma civilizada. Acredite, é algo cada vez mais raro.
      .
      Eu entendo o que vc diz. Se vc ouve “Run to the hills”, do Iron Maiden, verá que a letra fala sobre o massacre de índios na colonização americana. Ou seja, nada de satânico. No entanto, para nós, cristãos, existem alguns valores que são imiscíveis com certas letras. Existem muitas bandas excelentes de heavy metal cristão, hard rock e todo estilo que vc pode imaginar (como Skillet, White Cross, Bloodgood, Sacred Warrior, Rebellion, Poor Old Lu e outros). A estética muitas vezes é igual. Isso para mim não importa, se o cara usa cabelo verde ou não rs. Importa o conteúdo da mensagem.
      .
      É o exemplo de Arnaldo Antunes. Quando o Titãs cantava “Igreja” ele sempre se retirava do palco, pois como católico que crê em Cristo e na Igreja ele não concordava com o que era cantado. Aplico o mesmo princípio. Penso que não dá para um cristão cantar um “Mr. Crowley”, do Ozzy, sabendo quem Alister Crowley foi: é uma contradição ideológica. É nisso que baseio a minha crítica. Se vc quiser ler, há um outro post que escrevi, chamado “Cristão pode ouvir música do mundo?” onde deixo clara minha visão entre música sacra, música secular e música do mundo (que, no jargão bíblico, significa, musicas que vão contra o Cristianismo e sua ética). Defendo músicas não-gospel que não tenham nada que ofenda os princípios bíblicos e mostro como muitas músicas aparentemente gospel carregam em si muito desse “mundanismo”. Pelo que li do que vc escreveu, seria um post interessante de vc ler.
      .
      Deus te abençoe, cara, um prazer trocar ideias com vc!

  20. Paulo Ricardo Dos Santos disse:

    Cara,legal esse texto.Mas na questão do Ozzy,esse cara já fez tanta porcaria que as pessoas pensam que ele é tipo assim “um primo chato de Jesus”,por ele questionar tão explicitamente e ainda sim estar até hoje vivo.Sei que não é isso,mas algumas pessoas acabam deixando a palavra de lado por ouvir as letras bem fundamentadas dele.Queria saber se voce ouve alguma musica dele e dessas bandas que citou que não vá contra os conceitos que tu fundamentaste na questão da “musica secular”.Voltando a minha idéia principal,eu queria saber de que maneira voce acha que podemos questionar as coisas que ele ou qualquer outra banda escreveu se fundamentando apenas na parte da teoria que eles introduzem a respeito da fé;além dessa nova ordem cristã,que ao meu ver está crescendo para se tornar um mal e não o desejo de Deus,com tanta mentira e enganação sendo base das acusações contra e entre os ministérios,com fiel contra fiel usando de diferentes argumentos biblicos para se erguer e fundamentar posição.

    Outra coisa,o que é preciso pra ter o mesmo grau de conhecimento teórico e moral que você?Tenho muita capacidade e gostaria de usá-la para contribuir para a obra de Deus,pois como diz a palavra,não quero ser uma figueira sem frutos,quero guardar tesouros de vitórias que agradarão e serão lembradas em nome do Senhor.Obrigado!

    • Paulo,
      não ouço Ozzy. Um músico que compõe uma música como “Mr Crowley” (referência a Alister Crowley, criador da Igreja de Satanás0 não merece um segundo da minha atenção. Ele sem dúvida faz “música do mundo”. Sobre opuvir musica secular que não seja anticristã sim, ouço. Ouço Villa-Lobos, Bach, Medelssohn, gosto muito de Bizet, gosto das composições de Itzhak Perlman, Blue Man Group, Tom Jobim e outros. Não há pecado algum nisso.
      A resposta à sua pergunta é o que te disse em seu ultimo comentário: a Biblia. Se o que vc ouve está em desacordo com a Palavra de Deus não ouça. Mas para isso vc tem que conhecer antes a Palavra a fundo. Então eu te recomendaria que, antes de se preocupar com músicas, se preocupasse com o estudo das Sagradas Escrituras. Tendo-as no teu coração e na tua mente vc terá o conhecimento para saber separar o que é bom do que não é.
      .
      O que fazer para ter conhecimento? Estudar e ler. Ingresse num seminario teologico serio. Leia livros de editoras serias, como a Fiel, a Anno Domini, a Vida Nova. Devore-os. Tem um post meu que pode te ajudar:
      http://apenas1.wordpress.com/2012/03/07/os-10-melhores-livros-cristaos/
      Se vc ler esses 10 livros já terá uma grande bagagem de conhecimento.
      E. logico, leia a Biblia inteira, de Gn a Ap.
      Ok?
      .
      Espero ter ajudado, mano. No que precisar, é só falar.
      Na paz de Cristo.

  21. Paulo Ricardo Dos Santos disse:

    Obrigado mais uma vez e parabéns pelo blog.Tem muitas respostas a coisas que eu tenho vergonha de perguntar…

  22. Ozzy Osbourne também interpretou ”Dreamer”. Só isso.

  23. Eu vejo que Ozzy questionava Deus, Jesus, e tudo mais. Mas era só a visão dele. Ao ouvir uma música dele é só filtra-la, separar o que você concorda, e ouvir o resto sem julgar, vendo que é apenas a opinião dele. O que eu estou vendo gente fazer nos comentarios, é excluir esse ser humano como se ele também não fosse uma obra de Deus. Como Jesus disse, enquanto ainda houver uma só ovelha fora de sua proteção, não será totalmente feliz. Não excluam. Ele também fez coisas boas.

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